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logo Vão Jogar! DegustaçãoThe Legend of Zelda: Skyward Sword

Fatie os bokoblins!

Análise de The Legend of Zelda: Skyward Sword - Sabe qual jogo coloca uma espada na sua mão direita, um escudo na esquerda e te oferece toda sorte de monstros para destruir? Skyward Sword!

autor Rafael "Tchulanguero" Paes   datahora 27/03/2012 às 11:56:04   tagarelices 13

Sabe qual jogo coloca uma espada na sua mão direita, um escudo na esquerda e te oferece toda sorte de monstros para destruir? Skyward Sword!


Primeiramente gostaria de dizer que este é um escrito histórico para o Vão Jogar!, pois estou escrevendo pela primeira vez sobre um jogo do Wii, pela primeira vez sobre um jogo que ainda não tem nem seis meses de lançamento e o melhor de tudo: este é o centésimo escrito do site! Isso mesmo, cem vezes Vão Jogar!. Mas agora vamos deixar de lero lero e vamos ao que interessa: jogo.

Kit Especial Skyward Sword
Para quem me conhece um pouco ou já leu alguns escritos meus, sabe que eu sou grande fã da série Zelda, e como todo bom fã eu acompanhei bastante as notícias sobre Skyward Sword durante o ano passado, até o ponto em que eu, num acesso de loucura consumista compulsória comprei o meu kit com o jogo + wiimote dourado, mas com um detalhe importante: eu ainda não havia comprado o Wii. Depois de um tempinho curtindo apenas o CD com as músicas e babando em todo o kit, que é muito bonito mas com um material um pouco frágil (a minha caixa veio amassada), eu finalmente comprei o console como vocês já leram no escrito passado e pude jogar este título tão aguardado.

Impressionante

Logo de cara somos apresentados a um estilo gráfico totalmente diferente na série, e eu sei que vou chover no molhado falando isto agora, mas o jogo é literalmente uma pintura. Para quem só viu os vídeos, vocês não tem noção de como tudo é realmente bem feito, e cada detalhe parece ter sido retocado a mão pelo próprio Cézanne, artista cuja obra influenciou a arte do jogo, e digo que isto tudo fez com que o visual de Skyward Sword tenha ganho uma identidade única, bem diferente do mantra que se repetiu pela internet afora de que seria uma mistura de Wind Waker e Twilight Princess. Se a opção foi feita com base na falta de capacidade gráfica do Wii eu não sei, mas o resultado ficou ótimo. Vale ressaltar também uma forte influência oriental de fora do Japão, com locais de temáticas chinesas e indianas por exemplo.

Templo do Fogo
Porém nem tudo são flores, por conta deste tipo de textura as coisas quando vistas de longe tendem a ficar borradas, o que eu particularmente não vi problema algum, mas muita gente reclamou. Ainda há algumas texturas em baixa resolução pelo jogo, mas achei em número bem menor do que em Twilight Princess. O único ponto realmente falho neste aspecto fica por conta de ambientes escuros e apertados... não, não é isso que vocês estão pensando, me refiro à pequenos buracos aonde Link tem que entrar às vezes... ok, parei. O que acontece é que tudo vira um grande borrão quando se está nestes locais.

A princesa que não é princesa

Após todo este impacto visual e uma ligeira introdução, somos apresentados aos personagens principais de uma forma marcante, com uma das cenas mais bonitas do jogo inteiro: a primeira aparição de Zelda, com direito a ela cantando e tocando harpa, e é incrível como o nível de carisma já começa elevado, desde as falas até as expressões faciais, muito bem trabalhadas nos personagens. A história de início segue de um jeito devagar e simples, como parece já ter virado padrão da série, mas depois partimos para a nossa mais adorada missão: salvar a princesa... que aqui não é princesa, mas enfim, o importante e que a coisa acaba empolgando. Como antagonista desta vez temos Ghirahim, que apesar de conseguir ser mais estranho que Zant, na minha opinião cumpriu bem o seu papel como arauto. Vale também uma menção ao engraçadíssimo Groose, rival de Link pelo coração da jovem sacerdotisa.

Link e Zelda
Infelizmente o pessoal não soube manter todo este clima durante o jogo, e o fato é que salvo alguns momentos chave, a impressão que se tem na maior parte do tempo é estar jogando qualquer outra coisa parecida com Zelda, por mais divertido que seja. Até mesmo o que deveria ser o principal da história, a criação da Master Sword, não é lá essas coisas. Em resumo eu diria que não acertaram a mão na ambientação da parada, que aliás perdeu todo aquele climão medieval e praticamente virou um steampunk.

Ghirahim
Para completar todo o cenário da aventura temos a adição de novas raças como os Kikwis, Mogmas e Parellas, que até são legaizinhos, mas não tem todo o carisma dos Zoras, que ficaram de fora desta vez e os Gorons, pouquíssimos durante a aventura, além de inúmeros outros seres.


Voando pelos céus

Desta vez o grande ponto de partida do jogo é a pequena cidade flutuante chamada Skyloft,ou Neburia em espanhol, idioma no qual joguei, prometida pela Nintendo como uma cidade tão viva e movimentada como a Clock Town de Majora’s Mask, outra promessa não cumprida. Não que Skyloft seja uma cidade ruim, mas é um lugar muito simples e que você só sente vontade de visitar pela necessidade de melhorar o seu equipamento e pela obrigatoriedade da história, e isto é agravado pelo fato de ser a única cidade do jogo inteiro. Então chegamos em outro ponto controverso, o céu: um grande vazio sem muita coisa para fazer, cheio de pequenas ilhas flutuantes que na grande maioria das vezes não tem muita importância. Pelo menos a mecânica de vôo ficou ótima e não chega a ser aquele tédio do Great Sea de Wind Waker, embora eu tenha sentido falta de alguma forma de combate montado mais elaborada, depois da Epona de Twilight Princess este tipo de mecânica deveria ser obrigatória.

Bazar de Skyloft
E falando sobre o céu vem um outro ponto que você pode odiar ou amar: a falta de ligação entre as áreas do jogo, que são floresta, montanha (leia-se vulcão) e deserto. Não existe forma de transitar diretamente entre estes ambientes, é preciso chegar aos céus sempre que quiser fazer isto, como se cada um deles fosse uma gigantesca fase. Eu pra falar a verdade não vi problema nenhum nisto, é como se o céu fosse o campo de Hyrule e não houvessem atalhos internos, mas é verdade que o processo de ir de um ambiente para outro poderia ocorrer de forma mais rápida e prática. Porém a minha maior queixar é não poder voar a noite, aliás não é possível ir a quase nenhum lugar durante o período. O esquema de passagem do tempo que nos acompanha desde Ocarina Of Time e funcionava tão bem foi trocado por um genérico, durma em uma cama e acorde a noite. Não sei qual motivo levou a tomarem esta decisão, mas definitivamente não foi uma escolha feliz.

Link Voando

Espada, escudo e mais um monte de coisas

A esta altura vocês já devem estar pensando que o jogo é bem meia boca, de tantos poréns que eu disse, e de fato seria se não fosse pela coisa mais bem feita do título: a jogabilidade. Eu não sei como foi o Twilight Princess do Wii, mas com certeza não chegou nem perto da sensação de realmente estar segurando uma espada e um escudo que Skyward Sword te proporciona, o Motion Plus fez uma grande diferença aqui. A coisa chega a tal ponto que eu não consigo mais imaginar jogar algum Zelda daqui para frente que não seja desta forma, vocês não fazem ideia da empolgação que eu fiquei quando peguei o arco e flecha e me vi fazendo aquela pose de arqueiro para atirar. Mas só para não perder o hábito eu achei que o sistema de ponteiro poderia ter utilizado o infravermelho ao invés do giroscópio, embora o método utilizado tenha a vantagem de não precisar apontar diretamente para a tela, o jogo as vezes "perde" o centro e dependendo da situação pode complicar, tanto que colocaram um botão só para centrar a mira nestes casos.

Besouro
E se estamos falando de jogabilidade em Zelda, o que falar dos itens? Desta vez eles são poucos porém muito bem aproveitados, pode não ter sido a melhor seleção de toda a série, mas pode ter certeza que você vai utilizar todos. Temos o já citado arco e flecha, o novo e divertido besouro voador, chicote, as velhas bombas que agora podem ser roladas como se fossem bolas de boliche, o estilingue, desta vez muito bem aproveitado, jarro de vento que eu não curti muito, a volta da rede para pegar insetos, que servem para melhoria de poções e a volta da garra dupla, que apesar de ter casado perfeitamente com os novos controles perdeu um recurso que eu adorava, a regulagem do tamanho da corrente. Agora o que mais surpreendeu foi o sistema de melhoria do equipamento, que reforçou mais ainda o lado RPG do jogo. Você junta determinados elementos durante a aventura, pega um item, leva ao ferreiro de Skyloft e ele te entrega uma nova versão, e este processo pode ser aplicado desde escudos até mesmo para o estilingue, outra coisa que se os desenvolvedores forem espertos irá se manter na série.

Bomba Boliche

A balada dos deuses

Para embarcar tudo isto nada melhor do que uma boa trilha sonora certo? A grande evolução desta vez é que agora temos uma trilha totalmente orquestrada, que não faz feio durante o jogo. A forma como muitas vezes eles trabalham com o som na variação de ambientes e situações é fantástica, o maior exemplo disto é o bazar de Skyloft que tem seis variações da mesma música, uma para cada área que você estiver. Pena que apesar da qualidade das melodias nenhuma foi tão marcante, salvo o tema principal, eu esperava algo mais no nível de Shadow Of The Colossus ou até mesmo de algo muito mais próximo como Super Mario Galaxy 2, que também conta com uma excelente trilha sonora orquestrada. E mais uma vez temos um item musical, a harpa, mas eu nem vou comentar sobre isto de tão mal feito que foi, sério. Para compensar, o grande atrativo extra do jogo é o CD de músicas que o acompanha, com oito faixas nada pequenas, tocadas pela Zelda Symphony e que deixam qualquer fã da série em um transe profundo. Está aí uma coisa que deve ser legal de ver ao vivo, eu ainda to com a apresentação deles na E3 do ano passado na cabeça, pena que dificilmente vão passar pelo Brasil.

Templos infernais nunca mais

Outra grande mudança prometida foi com relação ao velho esquema dos templos, que já estava ficando bem maçante. Confesso que esperava algo mais inovador, mas a mexida foi boa. Diminuíram o tamanho, mas para compensar criaram uma série de tarefas para poder abri-los, como se tudo fosse uma grande masmorra, esta quebra de ambiente funcionou bem e evitou que pesadelos como o Templo da Água se repetissem. Fechando tudo isto temos os famosos chefes, desta vez usando e abusando da jogabilidade baseada em movimentos e algumas vezes nos fazendo travar batalhas memoráveis, inclusive quero deixar aqui um agradecimento aos produtores do jogo:

Obrigado por realizarem o meu sonho de enfrentar um exército em um Zelda e o meu outro sonho de ter uma forma de poder enfrentar novamente os chefes na hora que eu quiser.

Kolotos

Fácil e ao mesmo tempo difícil

A dificuldade do jogo também foi aumentada em vários aspectos, como o dano maior, os inimigos que agora se defendem e o abolimento daquele monte de golpes que tínhamos em Twilight Princess, sendo comum morrer algumas vezes durante a partida. Porém no quesito exploração a coisa foi facilitada ao extremo, sendo comum a assistente da vez, a robótica Fi, lhe importunar o tempo todo para falar o que deve-se fazer, até mesmo quando a coisa está na sua frente. Aliás Fi deveria se chamar Capitã Óbvio, por sempre falar o que está na cara, além de não ter carisma nenhum como personagem e estar anos luz atrás de sua antecessora, Midna. Esta facilidade foi tão longe que colocaram uma espécie de "detonado" dentro do jogo, que felizmente pode ser totalmente ignorado. Mesmo assim o jogador é sempre levado pela mão, e mecânicas como o rastreador de itens através da espada mataram muito de um dos pontos mais fortes da série que é a exploração, mas para agradar o pessoal que gosta de passar aperto, saibam que existem alguns desafios no jogo que deixam qualquer um trancando, momentos dignos de Metroid Prime 2, os guardiões do Silent Realm só faltam dizer para você: corre muleke!

Fugindo dos Guardiões

Enfim

No fim das contas Skyward Sword é um ótimo jogo, mas que ficou aquém das expectativas, afinal estamos falando de Zelda, e a expectativa sempre é grande. Eu diria que ele tem excelentes ideias que na maioria das vezes não são muito bem implementadas, além de repetir as mesmas coisas a exaustão, tanto de outros jogos da série quanto dele mesmo, e isto se sobressai assustadoramente nos momentos únicos, que são poucos e marcantes, fazendo a jogatina valer a pena.

Eu poderia falar mais um monte de coisas, mas eu quero apenas dar uma ideia de como ele é, jogar ou não fica a critério de vocês. Pra ajudar um pouco mais a visualizar toda a parada, eu gravei um pequeno vídeo mostrando a jogabilidade, acompanhem aê:


Então estão esperando o que até agora? Vão Jogar!

* Revisado em 20/04/2017 às 11:35:05

The Legend of Zelda: Skyward Sword
The Legend of Zelda: Skyward Sword

* * * * .  Skyward Sword possuí alguns problemas bem críticos para um jogo da série Zelda, em especial em como o jogo insiste em te levar pela mão, matando toda a parte de exploração. No entanto, o esmero dado à direção de arte e trilha sonora, o carisma dos personagens e as divertidas mecânicas com o Wiimote, o sustentam como um bom jogo da série.
Avaliado no Wii
(entenda o nosso sistema de notas)


Série: The Legend of Zelda
Estúdio: 
Plataformas: Wii e Wii U
4

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  • avatar de Reginaldo
    Reginaldo
    27/03/2012 às 13:52:42
    Estou jogando,e realmente é um excelente jogo,principalmente a luta contra os chefes que eu achei fantástico..

    • avatar de Rafael "Tchulanguero" Paes
      Rafael "Tchulanguero" Paes
      28/03/2012 às 10:56:06   localizacao Vespasiano - MG
      Não sei se você já chegou na parte do Boss Rush Mode, mas creio que você vai curtir, e no Hero Mode o pau quebra.

    Responda!
  • avatar de João Roberto
    João Roberto
    28/03/2012 às 11:14:49   localizacao Apucarana
    FAla Tchulanguero!!!
    Parabéns pelo 100º escrito!! E para fechá-lo com chave de ouro, achei interessante ser Skyward Sword (por conta do kit dourado, hum... tah, pra mim fez sentido, rsrs).

    Olha eu não vou falar do aspecto técnico, que não cabe à mim, e sim da sensação que tive ao jogar um pouco o game. É lindo. Aliás, eu devo estar muito bonzinho ou a Nintendo se superou, não sei, mas ultimamente tenho jogado jogos muito bonitos no Wii, como o próprio Skyward Sword, Mario Galaxy e até, pode zoar, Mario Party ou Donkey Kong. Mas enfim...

    Eu nunca fui muto bom em jogos Zelda, sou meio sem paciência e quando a coisa fica muito complicada eu dixo de lado, volto pra ele meses depois e até desisto, mas este parece diferente. Tah certo, ainda não joguei muito, mas parece mais "amigável" com seres impacientes como eu. a coisa flui com tanta facilidade que eu cheguei até a perguntar à você mesmo, que jogou toda a série, para saber se ficou mais fácil... Não que seja problema, mesmo por que a cada cena eu fico mais maravilhado, como a cena que a Zelda aparece pela primeira vez, ou quando parece que a Zelda vai beijar o Link (eu pelo menos esperei por isso) e ela jogar ele lá de cima.

    Voar nos céus é muito divertido, mas já faz um tempinho que eu não preciso fazer isso, e os cenários, os gráficos do jogo,para mim parece que tudo foi feito pra gente dizer "caramba!". Bem, pelo menos pra mim que não conheço toda a série.

    Quanto ao remote, eu achei incrível o lance de segurar o controle, ai giro só o pulso para direita e esquerda e na tela o Link faz o mesmo. É uma imersão muito legal. Mas tem um revés. Quando eu estava no treinamento e tinha que cortar aqueles tocos que estavam em volta do Link eu girei o corpo em 360º no meio da sala e minha esposa ficou rindo, tirando o maior sarro!! rsrs.

    Gostei do vídeo, ficou bom, e no mais, parabéns de novo pelo 100º escrito e deixa eu aproveitar para ir jogar. FLW!!! T+

    • avatar de João Roberto
      João Roberto
      28/03/2012 às 11:17:57   localizacao Apucarana
      Ah, esqueci de falar!!

      A Fi pode ser um pé no saco quando a gente tah andando e ela vem falar com o Link, mas eu adorei a voz dela. sei lá, parece besteira, mas eu gosto de ouvir a voz dela, aquele lance de vozes sobrepostas, sei lá. Gostei bastante...
    • avatar de Rafael "Tchulanguero" Paes
      Rafael "Tchulanguero" Paes
      28/03/2012 às 12:26:24   localizacao Vespasiano - MG
      Eu escolhi Skyward Sword como tema do centésimo escrito por dois motivos: eu gosto de Zelda e é um jogo bem recente, e eu acho que nunca tinha falado de algo tão novo assim por aqui, o que mais chegou perto disto foi Fallout 3 se não me engano.

      Sobre a dificuldade é como eu disse no escrito, está um pouco mais difícil na parte da porrada, mas está muito fácil na parte de exploração. Sim, isso foi de propósito para agradar pessoas como você que não são muito fãs da série e tem pouca paciência e novatos, o problema é que para os "veteranos" como eu ficou muito fácil neste sentido, faltou encontrar um meio termo ae.

      E como assim você girou o seu corpo 360 graus para fazer o ataque giratório? o.O Hwa hwa hwa, precisa de tudo isso não, é só movimentar o Wiimote e o Nunchuck horizontalmente ao mesmo tempo, rzs.

      Sobre a Fi, o conceito dela ficou bacana, a voz, visual e tudo mais, mas como personagem não dá, depois que se joga Twilight Princess em que você tem Midina, uma ajudante que acaba tendo mais importância na história do jogo do que o personagem principal a paciência diminui para este tipo de coisa.
    • avatar de João Roberto
      João Roberto
      29/03/2012 às 17:52:14   localizacao Apucarana-Pr
      HAHA! Eu sei, aprendi isso depois... (girar o corpo).

      O lance é que o wii é o primeiro console que me faz viajar no jogo, sei lá. Até jogo de dança eu já joguei (Zumba Fitness 2), e não consigo jogar de outra maneira. Claro que ninguém vê, e falar por falar não dá nada. rsrs. É mais ou menos assim: Eu não consigo jogar F1 2009 se não segurar o controle como se fosse volante, entende? Ou Wii Sports sentado...
      É coisa de doido mesmo...
    • avatar de Rafael "Tchulanguero" Paes
      Rafael "Tchulanguero" Paes
      31/03/2012 às 11:35:55   localizacao Vespasiano - MG
      Hwa hwa hwa, tá certo. Eu pra ser sincero costumo jogar mais largadão no sofá mesmo, e apesar de ter achado muito bacana o volante que vem com o Mario Kart não curti muito jogar com ele. Mas nesse Zelda nos combates mais fodas não tem jeito, eu já sento na beira do sofá porque na empolgação eu não consigo fazer movimentos curtos.

    Responda!
  • avatar de Gamer Caduco
    Gamer Caduco
    28/03/2012 às 21:50:40   localizacao SP
    Ah, eu esperava que o post sobre o jogo chegaria logo! Lembro bem de vc comemorando a compra dele e aguardando o momento para comprar o console. Agora que pode jogar, emoção completa! :)
    Fica difícil eu comentar sobre o jogo, a franquia Zelda nunca chamou muito minha atenção. Tentei jogar outro título que existe para o Wii e não tive muita paciência. Mesma coisa com o primeiro, do Nintendinho. Mas não sou hater da franquia, não me odeie por não ligar... huauhauhauha. Leve em consideração que eu não cheguei a jogar e nem ver os de N64, que são os mais aclamados. Se eu estiver falando asneira, me corrija.
    De qualquer forma pelo que vi no video e pelo que vc descreveu, parece interessante o título. Não entendo pq a galera reclamou de ver coisas borradas quando estão distantes, na vida é assim também, pô! hehehe.
    Só uma pergunta: vc JÁ terminou o jogo? Pô, faz pouco tempo que comprou o Wii e talz, se terminou foi bem rápido! Ainda mais um jogo que se entendi direito é sem atalhos entre os mapas. E jogos com "Capitão Óbvio" sempre irritam um pouco, haja paciência. Odeio o Omochao por causa disso... huahauahua.
    Parabéns por chegar ao centésimo post! Não é uma marca fácil de se atingir e o blog está ultrapassando dando a impressão de que chega fácil em muito mais que o dobro disso!
    Agora vou atender a recomendação de sempre e vou jogar.

    • avatar de Rafael "Tchulanguero" Paes
      Rafael "Tchulanguero" Paes
      28/03/2012 às 22:42:05   localizacao Vespasiano - MG
      Hwa hwa hwa, que isso fi, a idade está tão avançada assim que está esquecendo o restante do nome?

      Eu sempre falo uma coisa sobre qualquer jogo, inclusive Zelda: se você não gostou, não jogue. Não tem porque ser forçar a jogar, acaba sendo uma experiência ruim. Eu por exemplo não consigo encarar um Resident Evil por nada, acho um jogo chato e depressivo, tanto que na época eu preferia mil vezes Dino Crisis. Agora o primeiro Zelda é foda, nem eu tive paciência pra ele até hoje, mais pra frente vou ver se arrumo a versão de GBA dele pra ver se consigo encarar.

      Esse negócio de borrar no vídeo não aparece muito, mas realmente é um treco um pouco diferente, embora não afete em nada o jogo ou visual.

      Então, eu já terminei o jogo sim e agora estou jogando ele novamente no Hero Mode, que é o mesmo jogo só que você leva o dobro do dano e não tem coração pra recuperar a energia, somente poções, ao todo estou chegando praticamente em 100 horas. Confesso que eu engoli o jogo, aproveitei que quando o Wii chegou eu não tinha nenhum trampo pra fazer em casa e joguei feito louco, rzs.

      No mais valeu pelos parabéns cara, pode ter certeza que apesar de toda a dificuldade de manter e fazer tudo aqui sozinho e na unha, esse buteco não fecha tão cedo. E aguarde, apesar de eu já estar meses atrasado, a qualquer momento pode sair a tão aguardada (por mim pelo menos) nova versão do site.

      @João Roberto

      Putz, agora que vi que eu esqueci de agradecer o seu parabéns também, valeu cara.

    Responda!
  • avatar de Daniel Santos
    Daniel Santos
    29/03/2012 às 15:53:47   localizacao Pelotas
    Parabéns pelo escrito de numero 100!!!
    Afinal, como ja nos falamos a algum tempo, ainda estou com a fita de zelda ocarina of time para o nintendo 64, se tiver interesse podemos negociar!!
    Abraços

    • avatar de Rafael "Tchulanguero" Paes
      Rafael "Tchulanguero" Paes
      29/03/2012 às 16:51:36   localizacao Vespasiano - MG
      Cara, você ficou de me mandar as fotos e depois sumiu, rzs. Mas ainda estou interessado sim, me manda e-mail para a gente continuar negociando.

    Responda!
  • avatar de leandro (leon belmont) alves the devil summoner
    leandro (leon belmont) alves the devil summoner
    06/04/2012 às 15:41:29   localizacao Recife-PE
    parabéns pelo centésimo post. e logo sobre Zelda? mais do que merecido.

    tenho ouvido maravilhas do Skyward Sword, e pelos gráficos, lembram o Twinlight Princess que estou jogando, mas não tem o clima soturno dele.

    e sobre o "vai ou não vai" entre Link e Zelda...ele merecia uma namorada, nós sabemos o quanto ele merece, mas logo ela? eu sempre a via como uma irmã ou a amiga feia que a gente apoia. mas se o jogo quer assim, sinceramente.

    e esse tal vilão Ghirahim...já ouvi falar que ele não é grande coisa...mas deve ser melhor do que o Zant mesmo.

    juro que se tivesse grana para comprar um WII, esse seria o primeiro que compraria. mas por enquanto, o Twilight Princess no meu empoeirado Gamecube já está bom, por enquanto...

    • avatar de Rafael "Tchulanguero" Paes
      Rafael "Tchulanguero" Paes
      06/04/2012 às 19:13:40   localizacao Vespasiano - MG
      Twilight Princess tem uma ambientação bem mais sombria mesmo, acho que só perde para Majora’s Mask. É o meu Zelda preferido, só perde pro Skyward Sword na jogabilidade, o que é até covardia comparar, rzs. Sobre o possível romance de Link e Zelda em SS, na história do jogo é algo que faz muito sentido.

      E valeu pelo comentário... Hey! Ho! :P

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