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 <title>Escritos completos do Vão Jogar!</title>

 <subtitle>A temática videogame abordada com seriedade e bom humor</subtitle>

 <rights>Vão Jogar!</rights>

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 <name>Vão Jogar!</name>

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 <title>O que eu joguei em 2025 - Tchulanguero</title>

 <category term="Asura’s Wrath" /><category term="Doom Eternal" /><category term="Doom Eternal: The Ancient Gods - Part 1 &amp;#38; 2 (DLC)" /><category term="Especiais" /><category term="Hades" /><category term="Hollow Knight" /><category term="Hollow Knight: Silksong" /><category term="Journey" /><category term="Kentucky Route Zero" /><category term="Marvel vs. Capcom Fighting Collection: Arcade Classics" /><category term="Metroid Prime 4: Beyond" /><category term="O que nós jogamos em 2025" /><category term="Red Dead Redemption" /><category term="Red Dead Redemption 2" /><category term="Street Fighter Alpha 3" /><category term="The Last of Us" /><category term="The Last of Us Part II" /><category term="Tony Hawk’s Pro Skater 1+2" /><category term="Xenoblade Chronicles X" /><content type="html">&lt;p&gt;O ano em que eu joguei poucos jogos, porém por muito, muito, mas muito tempo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2025-tchulanguero&quot; title=&quot;O que eu joguei em 2025 - Tchulanguero&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/b22c9a66807f0f4a691db6f1f55977977136146ea08991c50103b3847ab3f9293a0a451e2df20fcdd583cd426ec6af48638de0f77eb6a66330adc6319e8d5989/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: O que eu joguei em 2025 - Tchulanguero&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como eu disse no texto de &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/18-anos-de-vao-jogar&quot; title=&quot;18 anos de Vão Jogar!&quot;&gt;18 anos do site&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;2025&lt;/strong&gt; não foi muito gentil comigo. Aí vocês dão uma olhada na lista e pensam, &lt;em&gt;&quot;tem menos jogo dessa vez, com certeza foi por isso então&quot;&lt;/em&gt;, mas a resposta é não, eu não joguei menos, muito pelo contrário, até por conta do caos da minha vida, eu me afundei muito em videogames, em um escapismo completamente desprovido de culpa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2024-tchulanguero&quot; title=&quot;O que eu joguei em 2024 - Tchulanguero&quot;&gt;Relembre o que eu joguei em &lt;strong&gt;2024&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E o mistério do &lt;em&gt;&quot;menos é mais&quot;&lt;/em&gt; não é nada muito fora da curva não, a real é que obviamente tiveram alguns períodos em que eu de fato não joguei tanto, mas quando joguei, eu joguei muito, tipo, o mesmo jogo. Entre os que estão na lista, provavelmente um pelo menos bateu umas &lt;strong&gt;300 horas&lt;/strong&gt; e outros ficaram ali na média das &lt;strong&gt;100&lt;/strong&gt; tranquilamente. Comedimento é para os fracos, &lt;em&gt;hwa hwa hwa&lt;/em&gt;... brincadeira, às vezes a gente só não tem tempo mesmo, tá tudo bem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então vamos enfim para a minha &lt;strong&gt;retrospectiva&lt;/strong&gt; anual, com os &lt;strong&gt;jogos que eu joguei em 2025&lt;/strong&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;lista-jogos&quot; name=&quot;lista-jogos&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#journey&quot;&gt;Journey&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#marvel-vs-capcom&quot;&gt;Marvel vs. Capcom Fighting Collection: Arcade Classics&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#street-fighter-alpha-3&quot;&gt;Capcom Arcade 2nd Stadium: Street Fighter Alpha 3&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#red-dead-redemption-2&quot;&gt;Red Dead Redemption II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#red-dead-redemption&quot;&gt;Red Dead Redemption&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#xenoblade-x&quot;&gt;Xenoblade Chronicles X: Definitive Edition&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#tony-hawks-pro-skater-1-2&quot;&gt;Tony Hawk’s Pro Skater 1+2&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#kentucky-route-zero&quot;&gt;Kentucky Route Zero: TV Edition&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#asuras-wrath&quot;&gt;Asura’s Wrath&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#the-last-of-us&quot;&gt;The Last of Us Remastered&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#the-last-of-us-parte-ii&quot;&gt;The Last of Us: Parte II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#hollow-knight&quot;&gt;Hollow Knight&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#silksong&quot;&gt;Hollow Knight: Silksong&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#doom-eternal&quot;&gt;Doom Eternal + The Ancient Gods - Partes 1 e 2&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#metroid-prime-4&quot;&gt;Metroid Prime 4: Beyond&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#hades&quot;&gt;Hades&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#finalmentes&quot;&gt;Menções honrosas e considerações finais&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;---&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;journey&quot; name=&quot;journey&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Journey (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Imagem de uma figura humanóide coberta por roupas vermelhas para se proteger do calor do deserto. O ambiente é arenoso e composto por algumas ruinas antigas.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/aa1c5f909b4ae416844325369f37611b7afa1917a6c2ae30a608d30094302e23b31eabff584abc6540b862fed96f9caa5e68af1c9836f2edbceb6141cd3a76f8/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Pois é, se eu falar para vocês que até então eu nunca tinha jogado &lt;strong&gt;Journey&lt;/strong&gt;, vocês acreditam? Ele estava parado no meu &lt;em&gt;Play 4&lt;/em&gt;, depois de eu o ter pego de graça lá no meio da pandemia, antes mesmo de eu ter o videogame inclusive e finalmente eu venci a inércia parar tirá-lo da fila. Enfim, obviamente a essa altura do campeonato é muito difícil entrar no jogo de maneira pura, ou seja, sem saber das surpresas que ele traz, mas isso não tirou o brilho desse belíssimo jogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para quem não conhece, &lt;strong&gt;Journey&lt;/strong&gt; é sobre andar e de vez em quando flutuar pelo cenário. Como o nome sugere, o foco aqui é na jornada que fazemos com o nosso personagem, inicialmente em paisagens desérticas, mas eventualmente em cenários mais diversos, ora sozinho, ora acompanhado por outros personagens semelhantes ao nosso. As mecânicas são bem simples e raramente o jogo exige alguma habilidade muito elevada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar de não ter uma única linha de diálogo e depender muito das interpretações do jogador, a história dele é muito bonita em sua simplicidade, se utilizando muito bem do videogame enquanto mídia. Aliás, se tem um adjetivo que podemos dar a &lt;strong&gt;Journey&lt;/strong&gt; constantemente é bonito. Os cenários são simples, mas muito bem trabalhados e há sequências tão maravilhosas que dão aquela emocionada gostosa, quando você admira algo simplesmente pelo quão bem feito é.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por ser um jogo simples não há muito pelo que me estender aqui, mas se tem algo que eu posso dizer é que independente do quanto você saiba dele hoje em dia, &lt;strong&gt;Journey&lt;/strong&gt; é um título que vale muito ainda ser jogado, te garanto que serão umas duas ou três horas muito agradáveis de videogame.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;marvel-vs-capcom&quot; name=&quot;marvel-vs-capcom&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Marvel vs. Capcom Fighting Collection: Arcade Classics (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Tela do jogo &amp;amp;quot;Marvel Vs Street Fighter&amp;amp;quot; com os personagens Ken e Ryu executando a sua finalização &amp;amp;quot;Double Shinkuu Hadou-ken&amp;amp;quot;, onde ambos os personagens soltam uma grande energia azul pelas mãos&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/103911f6b392bf3a9c52daa55793438b1038b6cf7cf525edbcfe4bb404b8caf69b55ec01a896666db32111afe99b14b8a9a987fe9356f8b9b430f601d719e13d/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Eu sei, eu fiz toda aquela reflexão sobre jogos de luta no ano passado, ou antepassado, não me lembro bem, mas cá estou eu novamente falando de mais um jogo do gênero que eu comprei para jogar por um curto período de tempo e depois largar. A desculpa da vez é que foi difícil resistir a essa coletânea com os &lt;strong&gt;jogos Vs. da Capcom&lt;/strong&gt;, já que foram jogos que fizeram parte da minha juventude, mas além da nostalgia, também são títulos excelentes que ainda valem muito a pena serem jogados... ou pelo menos a maioria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma das coisas legais dessas coletâneas é poder ver a evolução dos jogos e como eles vão melhorando ao longo do tempo, ou piorando em alguns outros casos. Mas aqui vale o primeiro exemplo, o que começou meio estranho e truncado, eventualmente se tornou uma das séries mais legais do gênero.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu sei, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;X-men: Children of the Atom&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Marvel Super Heroes&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; em suas respectivas épocas eram jogos bem chamativos e diferentes do que havia no mercado, não só pelo uso de personagens icônicos dos quadrinhos, ainda que de uma época em que a Marvel estava em uma outra situação financeira, mas também pelas mecânicas diferentes que os jogos apresentavam. Mesmo quando você pensa em uma &lt;em&gt;Street Fighter&lt;/em&gt; mais antiga ou &lt;em&gt;Fatal Fury&lt;/em&gt;, em que os personagens tem ataques especiais, magias e tudo mais, ainda há um pezinho no chão ali ditando o ritmo da batalha. E o que esses dois jogos fazem, ainda que aos trancos e barrancos, é tentar trazer uma outra dinâmica, condizente com o poder dos personagens que estavam sendo trazidos ali para os fliperamas e consoles. Acho horrível de jogar? Acho, mas respeito demais pelo o que estavam fazendo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Porém para mim a sequência é onde a coisa deslancha de vez e se transforma, inclusive, em um dos meus jogos de luta preferidos: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;X-men Vs. Street Fighter&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; não é só um título excelente, como o percursor de todo um subgênero dos jogos de luta &lt;em&gt;&quot;tag team&quot;&lt;/em&gt;, em que você pode trocar de personagens durante o combate, mas também onde toda essas mecânicas que estavam sendo construídas chegam a sua verdadeira fruição. E dali para frente foi só aprimoramento em cima de aprimoramento, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Marvel Vs. Street Fighter&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; embora não tenha tantas inovações, amplia o leque de lutadores e faz alguns refinamentos, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Marvel Vs. Capcom&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; eleva ainda mais o nível da qualidade e começa a ensaiar um terceiro personagem através do sistema de &quot;parceiros&quot;, que podem ser chamados para ajudar pontualmente no meio da luta, culminando em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Marvel Vs. Capcom 2&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que é uma loucura deliciosa, completamente desbalanceada, é verdade, em que você joga com &lt;strong&gt;três personagens&lt;/strong&gt;... &lt;strong&gt;TRÊS&lt;/strong&gt;!!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É um trecho da história dos jogos de luta que, como eu já disse, gosto bastante e que fizeram muito parte da minha história, de uma Capcom que trazia muitas de suas máquinas para o Brasil, inclusive com versões traduzidas já naquela época e que eu acho que ainda funcionam muito bem hoje em dia... ah, sim, e tem o jogo do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Justiceiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, mas ele só tá ali né, então deixa para uma próxima, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;street-fighter-alpha-3&quot; name=&quot;street-fighter-alpha-3&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capcom Arcade 2nd Stadium: Street Fighter Alpha 3 (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Tela do jogo de uma luta entre Sagat e Rolento, em um cenário de estação de metrô. Ambos os personagens estão abaixados e parados.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/9712ed0a7908427399ea322fe2b067554a4d4fa3de7d8c0a46df544fdcb04ce32b531b521e91c74221e4343a3246befd7f5a71d7d0c5f33d039f243903870127/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;EU SEI, EU SEI, JOGOS DE LUTA, BLÁ, BLÁ, BLÁ&lt;/em&gt;... mas era a &lt;strong&gt;Street Alpha 3&lt;/strong&gt; por cinco conto no Switch, para poder jogar em qualquer lugar, não deu para resistir né, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;. Além do mais, eu não falei ali em cima, mas a real é que eu já queria um jogo do tipo para deixar no portátil, inicialmente a minha ideia era pegar a coletânea do &lt;em&gt;Marvel Vs. Capcom&lt;/em&gt;, mas os preços me fizeram mudar os planos da plataforma, então esse veio a calhar para cumprir o papel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lá atrás nos meus tempos de fliperama, a &lt;em&gt;Alpha 2&lt;/em&gt; era a minha preferida da série e de certa forma ainda é, mas &lt;strong&gt;Alpha 3&lt;/strong&gt; reinava na casa de amigos com a ótima versão do &lt;em&gt;Play 1&lt;/em&gt;, embora eu eventualmente jogasse nos fliperamas também. E rejogando agora, fica claro o motivo do jogo ter feito tanto sucesso na época, ele é divertido, muito divertido. Ainda que essa seja a versão base, existem muitos personagens para se escolher e mecanicamente é quase um &lt;em&gt;X-men Vs. Street Fighter&lt;/em&gt;, porém sem os saltos gigantes... e sem os &lt;em&gt;X-men&lt;/em&gt;... mas enfim, o sentimento está lá.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os controles são ótimos como sempre, a sensação de cada golpe encaixando no combo é perfeita e não por menos é um dos símbolos do ápice da Capcom em sua era de ouro dos jogos de luta 2D. Talvez a única coisa que eu não seja tão fã, mais por gosto mesmo, é o esquema das barras de especial, em que você tem que escolher o seu estilo. Talvez por isso eu tenho uma preferência pela &lt;em&gt;Alpha 2&lt;/em&gt;, onde os estilos eram mesclados em uma única barra, mas nada demais também, até dá uma profundidade interessante para o combate.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por estar em um console mais portátil, esse foi o jogo que mais chegou perto daquela minha ideia de jogar partidas curtas esporadicamente em períodos em que eu estou mais sem tempo. Funcionou por uma época, mas aí outras coisas atropelaram o caminho e depois confesso que larguei ele um pouco, mas tá lá, só esperando para mais uma partidinha rápida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;red-dead-redemption-2&quot; name=&quot;red-dead-redemption-2&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Red Dead Redemption II (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo onde dois personagens, um homem e uma mulher, ambos vestidos com roupas de cowboy, conversam ao ar livre sobre uma carruagem.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/e27e83c58fcf3397bdf7a142daedaf4483282e88af8a05774a9952f80786d403eb95a598343a8ca25baed69bda7e692aeda94e8075f803561b287678684ae93f/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Eu nunca fui lá muito fã dos jogos da Rockstar, nem mesmo do tão famoso &lt;em&gt;GTA&lt;/em&gt;, que não me pegava muito, ainda que no geral eu adore jogos de mundo aberto, mesmo aqueles de qualidade duvidosa. O estúdio também não é o mais adorável de todos, com problemas de lideranças tóxicas e funcionários sendo obrigados a fazer muitas horas extras para cumprir prazos absurdos, o famoso &lt;em&gt;&quot;crunch&quot;&lt;/em&gt;. Mais ainda, eu não sou nenhum grande fã da &lt;em&gt;&quot;versão faroeste de GTA&quot;&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Red Dead Redemption&lt;/em&gt;, ainda que eu não chegue nem perto do &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/red-dead-deception&quot; title=&quot;Red Dead Deception&quot;&gt;nível de desgosto que a Angela tem para com o jogo&lt;/a&gt;. Mas sei lá, &lt;strong&gt;Red Dead Redemption 2&lt;/strong&gt; foi um fenômeno tão grande em sua época de lançamento, seguido de tantos elogios, que a curiosidade bateu, a promoção apareceu e eu resolvi experimentar e ver se esse jogo feito com tanto suor e lágrimas de trabalhadores realmente era isso tudo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A introdução dele foi um misto de sentimentos. Se por um lado ele apresenta logo de cara uma narrativa interessante, personagens marcantes, diálogos bem escritos e cenários bonitos, por outro a minha briga com os controles foi constante. Primeiro por um &lt;em&gt;bug&lt;/em&gt; que impedia eu de fazer corretamente alguns tutoriais iniciais, coisa que só foi resolvida quando eu troquei o controle depois de achar isso como solução em algum fórum da vida. E não, o meu controle não estava com problema, pelo menos não em qualquer outro jogo que eu tenha jogado no meu &lt;em&gt;Play 4&lt;/em&gt;. Mas a outra parte da briga foi com os controles do jogo em si, algo que permaneceu durante todo o meu tempo com ele, o layout de botões é estranho, as mecânicas são ruins, sendo sempre tudo muito confuso. Existe um botão contextual em que você pode focar em pessoas, animais e objetos, que é uma ideia muito legal, mas que comete o erro de ser literalmente o mesmo botão de mirar e sacar a arma, então nem preciso dizer quantas vezes eu fui tentar interagir com alguém e sem querer saquei minha pistola, ameacei um cidadão, a polícia veio atrás de mim e aí todo uma confusão se instaurou. Ou quando descia do meu cavalo para uma missão, ia mais para frente equipar a minha espingarda para descobrir que ela tinha ficado lá na sela do bicho, porque o personagem a guardou sozinho e eu esqueci de conferir. Ou pior, quando o meu cavalo bateu com toda a força em uma árvore, porque o &lt;em&gt;puto&lt;/em&gt; não é capaz de desviar de nada sozinho e eu estava ocupado tentando mirar em algum outro bandido no meu caminho. Enfim, eu poderia escrever um texto imenso sobre todos os problemas mecânicos que eu tive com esse jogo, mas vou me ater a dizer que jogar, no sentido literal, &lt;strong&gt;Red Dead Redemption 2&lt;/strong&gt;, na maior parte do tempo não foi muito divertido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E a essa altura vocês devem estar pensando que eu odiei o jogo, mas a grande verdade é que apesar de todos os pesares que ele carrega, seja em seu desenvolvimento, seja em toda a sua parte mecânica, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Red Dead 2&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; foi um dos melhores jogos que eu já joguei. Um de seus grandes trunfos é como ele constrói um mundo bem feito, em seus mínimos detalhes, em um nível até mesmo desnecessário. Porque sim, tecnicamente é impressionante, desde você pegar a sua arma e poder observar cada mínimo detalhe dela, ou entrar em uma mercearia, pedir o catálogo de itens e folhear página por página sobre o que comprar, além de vários tantos outros aspectos, que chega em um nível que você pensa que, legal, mas não faria diferença nenhuma também se não tivesse. Você entende que tudo aquilo só foi possível com muito sacrifício humano e de tempo, que tecnicamente é impressionante, mas que no final das contas não vale, ainda que o deslumbramento que ele cause seja inegável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso tudo leva ele a ser um jogo não só muito bonito, mas também com uma ambientação impecável. Se passando em uma versão própria dos Estados Unidos no finzinho do século XIX, marcando o fim da época em que nós associamos as histórias do velho oeste estadunidense, cada vila ou cidade é construída de forma única, parecendo viva, com sua própria rotina, independente do que o jogador faça. Claro que o fator videogame está lá e certas coisas vão existir para atender a ele, mas é tudo sempre muito bem integrado e bem feito. Andar pelo mundo de &lt;strong&gt;Red Dead Redemption 2&lt;/strong&gt; por si só já é algo extremamente interessante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas a grande coisa desse jogo mesmo, a que me pegou realmente e me fez de fato colocá-lo no topo da minha lista é a sua história e personagens. Se passando antes dos acontecimentos do título anterior, dessa vez deixamos de acompanhar &lt;strong&gt;John Marston&lt;/strong&gt;, que está no jogo, mas como um personagem secundário, e acompanhamos &lt;strong&gt;Arthur Morgan&lt;/strong&gt;, o braço direito de &lt;strong&gt;Dutch&lt;/strong&gt;, o líder de um famoso grupo de bandidos que está fugindo das autoridades, recentemente por conta de uma grande confusão em um navio durante um golpe que deu errado. E não somente Arthur é um personagem excelente, com uma clara evolução ao longo do jogo, com também possuí várias nuances e muito carisma, assim como toda a sua dinâmica com o bando, que alguns ousariam dizer até mesmo família, sendo o grande destaque.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como um jogo de mundo aberto, a ideia ainda é a de cumprir missões pelo mapa, sejam as principais, focadas em fazer com que o bando consiga aplicar o seu próximo grande golpe que os irá deixar ricos o suficiente para que possam abandonar a vida do crime, sejam pelas diversas missões secundarias que irão passar por momentos dramáticos, pessoais e até mesmo fantásticos. É uma variedade de atividades que se tem para fazer que torna esse mundo praticamente infinito, com direito a caça, pesca, corridas de cavalos e muitas outras coisas mais, embora eu confesse que não tenha me empolgado com necessariamente todas. Mas no final, toda a dinâmica do jogo passa por você voltar ao acampamento do seu bando para descansar e repor as energias, e é lá que a magia acontece. Uma das coisas mais legais é você poder conversar com os seus companheiros, festejar, jogar algum jogo, além de diversas outras atividades e com tudo isso ir conhecendo cada um deles um pouco melhor, com suas histórias de vida, medos e anseios, além do próprio Arthur eventualmente se abrir com alguns deles e contar a sua própria história. E como um jogo muito focado em narrativa, eu acho muito bem vindo ele funcionar dessa maneira dinâmica, sem se esquecer que é um videogame, muitas vezes até mesmo reagindo a maneira como você se comporta diante do mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De maneira completamente inesperada, &lt;strong&gt;Read Dead Redemption 2&lt;/strong&gt; me cativou e emocionou de tal maneira, com eu me afeiçoando tanto aquele mundo e personagens, que até mesmo o anúncio de &lt;em&gt;GTA VI&lt;/em&gt; me deixou curioso, não por eu gostar da série, mas por querer ver o que é narrativamente uma Rockstar pós &lt;strong&gt;&lt;em&gt;RDR2&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, dessa vez, espero, tratando melhor os seus funcionários.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;red-dead-redemption&quot; name=&quot;red-dead-redemption&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Red Dead Redemption (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Close no rosto do personagem John Marston, ao ar livre no final do dia. Ele usa um chapé de cowboy, tem uma cicatriz no rosto e barba por fazer. Ao fundo uma vegetação rasteira e seca compõe o cenário.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/e636bbdca6305b746fdc2932afec3ef2fea50ca00d9d72fe33fd75a53d60b4bd7201c37afafe299f733a9538462e43624e9340ba41a1f3076ef79ee173250447/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Eu disse que não era muito fã do primeiro &lt;strong&gt;Red Dead Redemption&lt;/strong&gt;, mas me pareceu a coisa mais lógica a se fazer depois de terminar o segundo jogo, visto que em termos de história essa é a sequencia direta e eu já estava muito envolvido com toda a trama. Também me bateu a curiosidade de tentar entender o que exatamente me incomodou nele da primeira vez que joguei, algo que eu não tinha muito certo na minha cabeça.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para começo de conversa, uma das primeiras coisas que eu percebi é que em termos mecânicos, para o bem e para o mal, tudo já estava ali desde o começo. O grupo de ações que você executa ao longo do jogo não é muito diferente e todos os problemas com os controles também já existiam. A diferença é que aqui eles incomodam menos, porque esse é um jogo muito mais simples, então as coisas tendem a serem menos exigentes e não entrarem tanto na frente. Isso posto, continua sendo um jogo meio ruim de se jogar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Algo que eu lembrava, era que &lt;strong&gt;John Marston&lt;/strong&gt; é um personagem que não me cativava em nada. Não por menos em &lt;em&gt;RDR2&lt;/em&gt; ele é meio que um pé no saco também, mas lá eu acho que ele é melhor trabalhado, enquanto aqui ainda que como protagonista, eu sinto que o seu desenvolvimento é quase que uma linha reta, sem muitas nuances. Ele é um bandido aposentado, que forçadamente trabalha para o governo para capturar antigos membros do seu bando em troca da segurança de sua família, em um mundo em que figuras como ele pertencem cada vez mais ao passado, e o problema que eu sinto que o peso disso acaba ficando concentrado em trechos muito específicos da narrativa. Na maior parte do tempo, John é só um cara turrão, eventualmente bom samaritano, matando uma galera no meio do caminho para cumprir os seus objetivos. Mas isso por si só não é suficiente para eu não gostar de uma história, havia algo mais e finalmente me caiu a ficha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Red Dead Redemption&lt;/strong&gt; tem uma tendência muito grande ao cinismo em seu texto, daquele que diz que tudo no mundo é uma merda e que você não pode confiar em ninguém, algo infelizmente inclusive muito difundido pelas &lt;em&gt;internets&lt;/em&gt; afora. Isso fica muito claro em um trecho do jogo em que você se vê envolvido em um conflito entre um governo ditatorial e um grupo de revolucionários opositores, mas fazendo questão de pintar ambos como extremamente problemáticos enquanto pessoas, quase como que em um discurso de &lt;em&gt;&quot;teoria da ferradura&quot;&lt;/em&gt;, de que direita e esquerda no final das contas são todas farinhas do mesmo saco, ou algo assim. E aí tudo fez sentido, porque toda a construção de mundo do jogo segue mais ou menos nessa linha, esse cinismo disfarçado de tragédia, uma visão tacanha de tudo. E eu sei que muitos vão defender isso, dizendo que assim é que as coisas eram naquela época, mas a própria sequencia prova que tal aspecto pode ser mostrado de uma forma muito melhor escrita, ensinando que as coisas são compostas por nuances muito menos simplistas do que dizer que &lt;em&gt;&quot;tudo é uma merda e por isso nada presta&quot;&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto o jogo tem os seus momentos e tendo jogado ele na sequencia, levando em consideração certas coisas que aconteceram antes, ainda que você perceba que tiveram algumas adaptações na história do segundo jogo, dá uma perspectiva diferente que torna tudo um pouco mais palatável para mim. Ainda sim, muito longe de figurar na minha lista de preferidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/red-dead-deception&quot; title=&quot;Red Dead Deception&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;Red Dead Redemption&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;xenoblade-x&quot; name=&quot;xenoblade-x&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Xenoblade Chronicles X: Definitive Edition (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Close no rosto de uma personagem personalizada do jogo. Ela possui cabelos vermelhos com mechas brancas, presos com um penteado trançado, usa uma espécie de armadura e carrega uma grande arma nas costas.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/0a23209a183b74162b62d6e720dfaac773060b3ebaebf5234e6f4bf13af5f70b0a7d8041e922c423b783da6ec34124305f02c0bae958f45a65801c5c8128788b/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Outra grande epopeia jogada em &lt;strong&gt;2025&lt;/strong&gt; foi a tão esperada &lt;strong&gt;edição definitiva&lt;/strong&gt; de &lt;strong&gt;Xenoblade Chronicles X&lt;/strong&gt;, um dos meus jogos preferidos do Wii U e que agora conta com uma edição completamente revisada para o Switch, incluindo extras de história.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A primeira coisa a se dizer para quem não conhece a série &lt;strong&gt;Xenoblade&lt;/strong&gt;, é que se os títulos numerados são fracamente interligados, sendo o &lt;strong&gt;X&lt;/strong&gt; uma história ainda mais a parte. Resumidamente, ele se passa em uma versão do nosso mundo, em que um conflito entre duas raças alienígenas acabou destruindo a Terra e uma grande nave fugitiva cai em um planeta semelhante ao nosso e que forçadamente se torna o lar desse grupo de refugiados. É um &lt;em&gt;JRPG&lt;/em&gt; com um clima de ficção científica, que em certa medida me lembra o mundo da série &lt;em&gt;Mass Effect&lt;/em&gt;. Para tudo há uma explicação da ciência, ainda que não seja uma ciência real e sim a daquele mundo, mas dentro do aceitável com alguma suspensão de descrença. Tudo o que eu &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/a-humanidade-sem-o-seu-palido-ponto-azul&quot; title=&quot;A humanidade sem o seu pálido ponto azul&quot;&gt;escrevi na minha análise lá de 2016&lt;/a&gt; continua valendo, o que se resume a, não é um jogo perfeito, mas eu adoro o que ele tentou fazer, sem contar que foi um proto &lt;em&gt;Breath of the Wild&lt;/em&gt; no quesito de exploração, com a diferença de que aqui você pode voar por toda o mapa com uns &lt;em&gt;mechas&lt;/em&gt; maneiríssimos, ao menos depois de algum tempo de jogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E essa edição não se trata só de melhorias técnicas e de deixar um dos jogos mais bonitos do Wii U ainda mais bonitos do que já era, ele também acrescenta algumas coisas de história, além de personagens extras, com diversas melhorias mecânicas e novos balanceamentos. Por exemplo, alguns sistemas de evolução de personagem foram completamente removidos, deixando tudo mais direto ao ponto, embora isso não necessariamente deixe o jogo mais curto, mas talvez mais dinâmico. A interface também foi toda reformulada e embora ainda siga não sendo perfeita, está de fato melhor organizada. Novos membros para o seu grupo foram acrescentados ao já inflado grupo do jogo original e embora não sejam personagens muito bem integradas a trama principal, eu gostei das adições de &lt;em&gt;Neilnail&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Liesel&lt;/em&gt;, além de uma bem vinda correção de uma grande injustiça feita a um personagem do jogo original, que eu não comentarei para não estragar a surpresa de quem ainda não jogou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas apesar de tudo, essas coisas por si só não trazem um grande diferencial para o jogo, são melhorias técnicas salpicadas com alguns personagens e missões extras, mas com o jogo sendo exatamente o mesmo. E para quem não sabe, o título original termina com um grande gancho para uma continuação, que nunca se realizou... até agora. Sendo o jogo dividido em 12 capítulos, a edição definitiva trouxe a adição de um &lt;strong&gt;13º dividido em três atos&lt;/strong&gt;, o que é praticamente como se fossem &lt;strong&gt;três novos capítulos&lt;/strong&gt; inteiros comparando com os do jogo original.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse capítulo não só traz mais um novo personagem para a sua equipe, exclusivo dessa edição, como também finalmente um desfecho para a história, ou pelo menos quase isso, quem está acostumado com &lt;strong&gt;Xenoblade&lt;/strong&gt; sabe que sempre ficam pontas soltas em suas narrativas. E sem entrar em muitos detalhes, eu pessoalmente gostei bastante do que fizeram nesse capítulo extra, embora ele claramente seja um enorme condensado do que seria uma provável continuação do título, que por algum motivo nunca aconteceu, eu achei a forma como essa nova história é contada muito boa, marcando bem os temas pertinentes a narrativa extra. Eu vi muita gente descontente com a forma com as novas missões são conduzidas, parecendo muitas vezes uma mera missão secundária ao invés de algo puramente épico, mas prestando atenção você percebe a história que está sendo contada ali. Claro que todo um novo jogo teria muito mais espaço para desenvolver essas ideias, sem depender de uma abstração do jogador, mas dadas as possibilidades, eu achei válido, além do que é preferível isso do que ficar o resto da vida sem saber como as coisas terminam.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E para ser justo, a sequencia final é sim bem emocionante e grandiosa, os desenvolvedores souberam muito bem dosar uma reverência a toda a obra original, enquanto nos entregou uma tonelada de novas explicações e trechos de ação bem legais. Ainda que no final das contas o novo encerramento dê margem para continuações e gere dezenas de interrogações sobre nossas cabeças, ao menos dessa vez há um final de fato com o qual se despedir, mesmo que talvez apenas por um tempo, desse mundo tão fascinante que é o de &lt;strong&gt;Xenoblade X&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/a-humanidade-sem-o-seu-palido-ponto-azul&quot; title=&quot;A humanidade sem o seu pálido ponto azul&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;Xenoblade Chronicles X&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;tony-hawks-pro-skater-1-2&quot; name=&quot;tony-hawks-pro-skater-1-2&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tony Hawk’s Pro Skater 1+2 (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo em um skatista andando dentre de um grande armazém que abriga uma pista de skate, com divesos graffitis espalhados.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/efbe0f041a3f5fd4959f37dab092f0b6720630dc8ed601dc1893d3634aca65439f36b809fb8cdbd9297ed3c154c79056424aee8b69339dba29371df6d17740fa/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tony Hawk’s Pro Skater&lt;/strong&gt; é uma das minhas séries de jogo preferidas, que fez parte da minha juventude nas mais diversas plataformas, e apesar de eu ter demorado um pouco, foi bem legal voltar aos &lt;strong&gt;dois primeiros jogos&lt;/strong&gt; através dessa nova versão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não há muito o que dizer aqui, embora tenham sido feitos esforços bem vindos para dar um pouco mais de dinâmica ao jogo, ele ainda continua no clima de jogos de fliperama, com sessões de dois minutos onde você guia o seu skatista por um cenário aberto fazendo o maior número de pontos possíveis com suas manobras e ao mesmo tempo cumprindo os objetivos mais aleatórios possíveis. E essa nova versão faz muito bem em manter todo o clima dos jogos originais, com tudo o mais intacto possível, mas sem perder a chance de incluir mecânicas da série que só foram introduzidas mais tarde, mas que ainda sim são muito bem vindas aqui.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Graficamente ele está bonito e a trilha sonora está fantástica como sempre, ainda que com algumas alterações em relação ao obra original. Grande destaque para a música &lt;em&gt;&quot;Confisco&quot;&lt;/em&gt; da banda &lt;strong&gt;Charlie Brown Jr.&lt;/strong&gt;, inserida após os brasileiros terem enchido o saco do pessoal do estúdio para colocar, ainda que tenham bizarramente retirado a palavra &quot;orgia&quot; da letra dela, vai entender.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O único porém é que dada essa natureza mais simples do jogo, ele acabou caindo no mesmo limbo que os jogos de luta, em que eu jogo por um tempo, gosto, mas acabo não encontrando muito espaço para jogar com grande frequência. Até mesmo por isso, eu ainda nem fui atrás de &lt;em&gt;Tony Hawk’s Pro Skater 3+4&lt;/em&gt;, embora também sejam dois jogos que eu gosto bastante dos originais. Enfim, um dia vai, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/uma-sessao-pela-serie-tony-hawks-pro-skater-thps1&quot; title=&quot;Uma sessão pela série Tony Hawk’s Pro Skater: THPS1&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;Tony Hawk’s Pro Skater 1&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/uma-sessao-pela-serie-tony-hawks-pro-skater-thps2&quot; title=&quot;Uma sessão pela série Tony Hawk’s Pro Skater: THPS2&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;Tony Hawk’s Pro Skater 2&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;kentucky-route-zero&quot; name=&quot;kentucky-route-zero&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Kentucky Route Zero: TV Edition (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena vista de longe de uma posto de gasolina de beira de estrada, com um grande letreiro neon escrito &amp;amp;quot;Equus Oils&amp;amp;quot; e uma enorme cabeça de cavalo decorativa.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/c8de39d1528268d7d5f4dd660a77532f0245f2d721f8da399ded0e95e787ce9ff3c75ad7758b6e3da0e1bfcabfcc940e39277fb36fd4b6b67a271dddfddbd7f9/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Eu não quero parecer estar romantizando as coisas e nem repetindo um bordão qualquer de gente que quer parecer descolada, mas quando eu penso nas melhores histórias que os videogames podem oferecer, normalmente eu penso em jogos independentes e &lt;strong&gt;Kentucky Route Zero&lt;/strong&gt; corrobora esse meu pensamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para quem não conhece, esse jogo foi desenvolvido por uma grupo de artistas que não eram da área de jogos e que demorou &lt;strong&gt;sete anos&lt;/strong&gt; para ter todos os seus capítulos lançados, hoje felizmente todos disponíveis através da versão &lt;strong&gt;TV Edition&lt;/strong&gt;. No jogo nós começamos acompanhando a história de &lt;strong&gt;Conway&lt;/strong&gt;, um motorista de caminhão que precisa fazer uma entrega em um endereço que ele não sabe onde fica, parando para pedir orientações em um posto de gasolina conhecido. E o que parece ser algo simples, acaba se tornando uma grande jornada idílica e de autoconhecimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma coisa a se dizer sobre &lt;strong&gt;Kentuchy Route Zero&lt;/strong&gt; é que ele quase não é um jogo. Ainda que no começo ele possua algumas mecânicas simples, ao longo do tempo você percebe que os desenvolvedores dão cada vez menos importância para isso em prol de sua narrativa e diálogos. Mas claro, por mais simples que seja, ainda existe a interação do jogador a todo momento, nem que seja andar e conversar com os personagens ao longo de todo o caminho, cada um mais memorável que o outro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E como todo jogo desse tipo, é muito difícil descrevê-lo ou até mesmo dizer porque ele é especial, porque tudo nele gira em torno da história e não faz muito sentido eu simplesmente ficar descrevendo as coisas que acontecem aqui para vocês. O que eu posso dizer é que o texto dele é memorável, contando hoje em dia com uma tradução oficial para o português, com diálogos e personagens muito bem construídos, em um mundo mágico com toques de cultura &lt;em&gt;folk&lt;/em&gt; estadunidense, muito interessante e bem distante da patriotada as quais somos expostos em outros jogos que abordam o país em questão. É um título que claramente se coloca como crítico a diversas coisas em nossa sociedade, mas contando tudo isso de forma única, oferecendo momentos tão maravilhosos e emocionantes, que é impossível não guardá-los carinhosamente na memória.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;asuras-wrath&quot; name=&quot;asuras-wrath&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Asura’s Wrath (Xbox 360 ~ Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Close no rosto do personagem Asura, que possuí cabelos brancos, diversas marcas pelo rosto e feições sérias. Ao fundo, o céu do espaço e algumas naves.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/0800da769e645f58f7d5731ef2725991153d9b4c1e69bea91fb2ce77a3ab5dce54181950159c6392009bcc01fd861502c21a722b85d83c89102acb9abd15de9d/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Saindo do jogo arte e indo para o que de longe foi o jogo mais anime que eu joguei no ano passado, temos &lt;strong&gt;Asura’s Wrath&lt;/strong&gt;, um título lá de trás do PlayStation 3 e Xbox 360, que felizmente ainda está disponível na plataforma da Microsoft através da retrocompatibilidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu lembro que na época em que ele saiu muitos comparavam o personagem &lt;strong&gt;Asura&lt;/strong&gt; ao Kratos de &lt;em&gt;God of War&lt;/em&gt;, que eu entendo a intenção, uma vez que de fato ele é um personagem que está muito puto com a vida o tempo inteiro, mas ao contrário do &lt;em&gt;God of War&lt;/em&gt; clássico, em que Kratos era somente um avatar de um tipo específico de masculinidade completamente estúpida, Asura mesmo na simplicidade do seu roteiro me parece muito mais aceitável enquanto personagem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E não me entendam mal, &lt;strong&gt;Asura’s Wrath&lt;/strong&gt; está muito longe de ter uma história incrível, com uma milhão de nuances, ele é um jogo de ação e porrada, mesclando elementos e conceitos diversos de povos asiáticos, com essa pegada anime onde as coisas vão escalando da maneira mais exagerada e divertida possível, onde quando você acha que chegou no ápice, ele vai lá e dobra a aposta. É uma história super simples de um ser poderoso que pode ser considerado um deus, se rebelando contra seres mais poderosos ainda, em busca de salvar a sua família e... ah sim, é por isso também que o pessoal compara ele com &lt;em&gt;God of War&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas é engraçado que apesar da premissa, enquanto jogo ele nem é muito bom, as mecânicas são esquisitas, tem &lt;em&gt;&quot;quick time event&quot;&lt;/em&gt; o tempo inteiro e o ritmo é completamente quebrado pela sucessão de cenas de história no meio das batalhas, mas uma vez que você entra no clima do jogo é tudo tão exageradamente divertido, que eu pessoalmente acabei gostando muito dele. É um desses jogos malucos que eventualmente acabam surgindo no meio do caminho e que por algum motivo dão certo, mesmo não parecendo uma ideia muito boa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;the-last-of-us&quot; name=&quot;the-last-of-us&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Last of Us Remasterizado (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;A personagem Tess, mulher branca, olhar triste, lenço na cabeça, em um cenário interno.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/900794a81e7b9bb3e322e673c4b653e21598e0feecf6571d9fdbda7d1c546679f4090b67e4cb9f28108d0e8e3df4d651ce5db2d00a6d77e8647e8b232558a336/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Não vou mentir, &lt;strong&gt;The Last of Us&lt;/strong&gt; nunca foi um jogo que me inspirava muita vontade de conhecer, já que história de zumbi com essa pegada cinematográfica definitivamente não é o que me atraí. Mas eu e a Letícia assistimos a primeira temporada da série que adapta a história na HBO, gostamos e eu achei que independente de qualquer coisa, era hora de eu jogar com ela ao lado, ao menos para conhecer o jogo, até porque hoje em dia a versão física é relativamente barata.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bom, definitivamente esse é um jogo que você vai pela história, porque mecanicamente ele é no máximo ok. Embora tenham momentos em que eu passei muita raiva e ficava puto com o quanto os inimigos eram meio desnecessariamente resistentes enquanto Joel era mole que nem maria-mole, afinal &lt;em&gt;&quot;foi só um tiro cara, não precisa ficar no chão por meia hora&quot;&lt;/em&gt;, ou questionei seriamente algumas decisões dos desenvolvedores em trechos específicos, no geral as coisas meio que funcionam, até porque ele não tenta fazer muita coisa, é um jogo de tiro em terceira pessoa bem segmentado e linear, com algumas partes que envolvem furtividade bem simples. Talvez poderia ter menos combate? Poderia, mas né, fazer o que, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sobre a história ela é de fato muito boa, ainda que distante das minhas preferidas em videogames, &lt;strong&gt;Joel&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Ellie&lt;/strong&gt; são personagens muito interessantes e com profundidade o suficiente para que eu ficasse investido com o que vinha a seguir, com diálogos bem escritos e atuações excelentes, mesmo na dublagem em português, sendo os pontos altos do jogo. Só que, embora não esteja no centro das coisas, me incomoda um pouco a visão de mundo um pouco cínica que o jogo tem, parecido com o que eu senti em &lt;em&gt;Red Dead Redemption&lt;/em&gt;, porém em uma escala menor, essa coisa de que quando o mundo dá merda é cada um por si como única opção me quebra um pouco.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto da história que eu não gosto é como muitas vezes ela é contada. Como eu disse antes, jogos que utilizam a linguagem de cinema de uma forma muito literal não me pegam. Porque o que eu mais amo em boas histórias de videogame é em como a agência do jogador faz a diferença em como elas são contadas, mesmo que muitas vezes de forma mecanicamente simples. Andar de um ponto ao outro, entregar um item a um personagem, ter uma conversa aleatória com um companheiro, são coisas únicas que só são possíveis em videogames. E não é que &lt;strong&gt;The Last of Us&lt;/strong&gt; seja completamente desprovido disso, muito pelo contrário, ele tem bons momentos como jogo, eu adoro o lance de você encontrar cartas de outras pessoas aleatórias contando trechos de suas vidas, por exemplo, mas o grosso de sua trama principal está muito concentrado em cenas puramente narrativas e mesmo algumas dessas boas partes como videogame que eu comentei antes, acontecem de maneira tão dirigida e específica, que não me parecem extrair o máximo potencial que esse jogo poderia ter. Apesar das diferenças, eu sinto que ver a série ou jogar o jogo não vão mudar muito a percepção que você possa ter sobre esse mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como produção, é inegável a qualidade que o jogo possuí, desde os seus cenários belíssimos, que constroem um mundo tão desgraçadamente fodido de um modo tão contemplativo, passando pela trilha sonora incidental perfeita, até as animações na expressão dos personagens, minuciosamente detalhadas de modo a conseguir passar toda a carga dramática que o título requer. Não é o meu jogo preferido da vida como é para muitos, mas é inegável o seu valor apesar de seus pesares.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/it-is-over-tess&quot; title=&quot;It Is Over, Tess!&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;The Last of Us&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;the-last-of-us-parte-ii&quot; name=&quot;the-last-of-us-parte-ii&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Last of Us: Parte II (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;A personagem Ellie em um trecho de um bairro abandonado, com alguns carros largados e vegetação tomando conta das construções.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/7783813a0687aabd06bd5b057dca4d62a2fd72fc40b6723c4b99986b78d82e227399feaa4667df1f68f0d1b1fb7d875264740215f3d3a77fef3df8ae42333593/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Ah sim, eu comecei, agora eu termino né, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;. Da &lt;strong&gt;segunda parte&lt;/strong&gt; de &lt;strong&gt;The Last of Us&lt;/strong&gt; eu não vou me alongar muito, porque esse aqui eu ainda estou jogando no momento em que escrevo esse texto. Sim, nós já assistimos a segunda temporada da série e eu meio que já sei de boa parte do que acontece, apesar de que minha memória, ou melhor, falta de, aqui me ajude a esquecer de muita coisa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De modo geral essa sequencia pega tudo que eu gosto e não gosto no primeiro jogo, e maximiza. É um jogo lindo, com uma boa história, bons personagens, ainda que eu não consiga me afeiçoar muito a maioria deles, diálogos bem escritos, mecanicamente ele é melhor, ainda que continue com umas decisões que parecem estar ali só para me fazer passar raiva, mas segue parecendo ter medo de se afirmar como um jogo de videogame de maneira mais plena fora dos combates.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu já estou na segunda parte dele e confesso que não está sendo o meu ponto alto com a história, mas tem os seus momentos. Aliás, falando de história, achei curioso como em comparação com a série, algumas pequenas mudanças entre as duas narrativas alteram bastante a perspectiva que temos de alguns personagens.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enfim, esse aqui ano que vem eu volto para falar mais, mas acredito que eu vou continuar com uma opinião geral muito parecida com a atual. Eu ainda estou esperando a história alcançar o seu ápice, mas sinceramente eu acho que aproveitaria ele melhor se conseguisse fazer as pazes com alguns pontos de suas mecânicas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;hollow-knight&quot; name=&quot;hollow-knight&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hollow Knight (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;O personagem Knight, um pequeno inseto vestindo uma capa e portando uma espada, sentado em um banquinho de praça ao lado de um outro inseto, aparentemente mais velho. O cenário é escuro e fracamente iluminado por um poste de luz baixo.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/e0dc4834e4495e2b63934411eb74148b8d233191e4bd41fc21507474d3700f3f6b34e2ed5dcb9303c1b9b2b9eb9bec978074f759912d885aaa71370dcb465eb0/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Eu gosto muito de &lt;em&gt;Metroid&lt;/em&gt; né, essa série tão clássica e que infelizmente parece ser tão odiada pela sua própria criadora, mas é dela que felizmente nasceu todo um gênero de jogos de exploração, com um expoente que há anos eu ouvia falar, mas até então nunca jogado. &lt;strong&gt;Hollow Knight&lt;/strong&gt; estava lá na minha prateleira de jogos e na iminência de sua continuação ser lançada eu pensei, &lt;em&gt;&quot;porque não agora?&quot;&lt;/em&gt;. E sabe aquele sentimento de &lt;em&gt;&quot;porque eu demorei tanto para jogar isso?&quot;&lt;/em&gt;, pois é, ele bateu forte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hollow Knight&lt;/strong&gt; não somente é um jogo de exploração 2D excelente, com um &lt;em&gt;level design&lt;/em&gt; que conecta tão bem os seus mapas e caminhos, como também extremamente bem feito em seus menores detalhes. A forma como ele conta sua história, muitas vezes de maneiras sutis e soltas em pequenos fragmentos espalhados pelo mundo, a direção de arte, as músicas, uma melhor do que a outra, suas mecânicas, tudo é tão bom e feito com tanto carinho, que não tem como não entender como esse jogo se tornou o fenômeno que se tornou. É meio estranho, porque não existe muito sobre o que falar dessa base dele, porque no final das contas ele não é um jogo muito complexo, mas é isso, ele é bom, tipo, muito bom mesmo no que ele se propõe e isso é muito mais do que nós temos em tantos outros títulos, não raramente de maior orçamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E sim, como sua fama diz, ele é um jogo desafiador muitas das vezes, seja em suas batalhas ou desafios de plataforma, algumas de uma maneira até mesmo desnecessária, mas a filosofia do estúdio, de que nem todo jogador precisa ver 100% de um jogo é algo que gostando ou não eu tendo a respeitar. Mas talvez o único ponto dele que eu acho um pouco mais fraco e acabe interferindo nessa questão é o seu sistema de combate. Quer dizer, ele é desafiador, tem umas pitadas da série &lt;em&gt;Souls&lt;/em&gt; e te dá um monte de habilidades interessantes para explorar, mas no geral eu não acho que ele tenha sustança o suficiente, é tudo meio lento e truncado, o que em algumas batalhas acaba sendo um problema. Ainda sim, existem chefes que estão entre os meus momentos preferidos do jogo, mesmo que a apresentação deles faça boa parte do trabalho de empolgação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Definitivamente &lt;strong&gt;Hollow Knight&lt;/strong&gt; é merecedor da sua fama e influência nos videogames pelos últimos nove anos e eu só larguei ele quando algo começou a bater a minha porta...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;silksong&quot; name=&quot;silksong&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hollow Knight: Silksong (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;A personagem Hornet, uma aracnídea de forma humanóide e esguia, vestindo uma túnica vermelha e portando uma agulha como espada, em um cenário verde, porém interno.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/1bdeb2cdd8c65cf45b0dccb2082d28402845270fa318632c6d08e2a846a2437b935a50da07519ab49a9d0a9b84b49c2abe6f04bfdde9e607604774e036254b99/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Sabe, &lt;em&gt;Hollow Knight&lt;/em&gt; foi muito bom, mesmo anos atrasado para mim foi uma baita novidade, mas o que dizer de &lt;strong&gt;Hollow Knight: Silksong&lt;/strong&gt;, esse jogo que já chegou espetando o meu coração com uma grande agulha e mesmo assim eu adoro?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É impressionante como o pessoal da Team Cherry conseguiu evoluir a sua própria fórmula, tão idolatrada e replicada nos últimos anos, para algo assim tão familiar para quem jogou o jogo anterior, ao mesmo tempo que completamente fresco e ainda melhor. Infelizmente muito se perdeu tempo em discussões acerca de sua dificuldade durante a janela de lançamento, mas a verdade é que esse jogo oferece tanto a mais para os jogadores, que chega a ser triste que para muitos ele tenha ficado marcado por isso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tirando a aranha da sala, sim, &lt;strong&gt;Silksong&lt;/strong&gt; é um jogo bem difícil e eu entendo que muitos se frustrem por não conseguirem desfrutar do grande jogo do momento do qual todos estão falando, mas lembrem-se da filosofia do estúdio de quem nem todo jogador precisa ver o jogo por inteiro e ela segue firme aqui. Porém para ser muito justo, eu acho &lt;strong&gt;Silksong&lt;/strong&gt; um jogo muito mais equilibrado que o primeiro &lt;em&gt;Hollow Knight&lt;/em&gt;, com uma curva de dificuldade que sim, se mantém alta na maior parte do tempo, porém com picos muito menos íngremes do que em seu antecessor, que muitos parecem ter esquecido ou simplesmente não jogaram mesmo, por estarem em conteúdos opcionais. Além do mais, mecanicamente esse jogo evoluiu de uma maneira absurda, enquanto o primeiro era meio lento e truncado, aqui as coisas são bem mais rápidas, dinâmicas, responsivas e com ferramentas o suficiente para que qualquer dificuldade possa ser superada, desde que você se dedique a domina-las. Isso fica muito claro nas batalhas contra chefes, agora muito mais marcantes, simplesmente porque é gostoso de jogar, mesmo quando a sua cara é esfregada no chão. É uma filosofia de jogo super válida, da qual eu obviamente gosto, mas que não agrada a todo mundo e tá tudo bem. É claro que ele não é perfeito e tem os seus defeitinhos aqui ou acolá, mas o que não dá é para reclamar do jogo pelo o que ele se propõe a ser, ainda mais quando tão bem claramente conduzido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dessa vez jogar com a &lt;strong&gt;Hornet&lt;/strong&gt;, personagem do primeiro jogo e agora protagonista, também muda muito a dinâmica das coisas. Enquanto o Knight no primeiro jogo era literalmente silencioso e reservado, aqui a &lt;strong&gt;aranha ninja&lt;/strong&gt; não só conversa diretamente com os outros personagens, como se expõe muito mais e é dona de uma personalidade marcante. Você chega ao final do jogo e é claro quais são os seus objetivos, seus medos, anseios, códigos pessoais, além da vasta gama de interações super interessantes que ela terá com outros personagens pelo caminho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na parte artística esse jogo é uma sacanagem de tão bom, não somente pela questão técnica, mas pela composição de tudo, com cenários agora tão mais vivos e complexos, com níveis de detalhes tão grandes, embalados por uma trilha sonora absurda de boa e extremamente envolvente. E assim como &lt;em&gt;Hollow Knight&lt;/em&gt;, cada coisinha ali está te contando um pouco mais da história daquele mundo, para muito além dos diálogos e cenas. O design do mapa agora é um pouco mais guiado, ao menos no começo, mas ele faz umas conexões tão malucas e inesperadas depois, que eu fico de boa de abrir um pouco a mão de algo completamente solto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No geral é um jogo que engrandece tanto o que já tinha de bom no primeiro que não é de se admirar que levou quase dez anos para ficar pronto. Como eu disse antes, ele não é somente a ideia de pegar o que havia antes e tornar maior e melhor, mas de aprimorar-se ao mesmo tempo que experimenta coisas diferentes no meio do caminho, o que as vezes fica melhor, outras nem tanto, mas tendo o seu próprio charme. Esse nível de diferenciação é tamanho, que eu compreendo perfeitamente pessoas que gostem mais de seu antecessor do que ele, mesmo reconhecendo as suas melhorias. Aguardando ansioso pela &lt;em&gt;DLC&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sea of Sorrow&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; para ter uma desculpa para voltar ao jogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;doom-eternal&quot; name=&quot;doom-eternal&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doom Eternal + The Ancient Gods - Partes 1 e 2 (Windows ~ Xbox)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Visão em primeira pessoa, em um cenário interno e tecnológico com alguns demônios espreitando, o personagem porta uma espingarda de cano serrado.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/bc4b677198c7fd1b68be7d0de0bc7a2a73513b69305b2689b5151d635428c0a2e02ecbc9069da399e9faaf77a433f4cdc6b55410f10ed4c08127687d5ec2037e/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Depois de muito tempo após ter jogado o &lt;em&gt;Doom de 2016&lt;/em&gt;, foi a hora de finalmente colocar as mãos em &lt;strong&gt;Doom Eternal&lt;/strong&gt;, até porque o &lt;em&gt;Dark Ages&lt;/em&gt; já foi lançado, o que significa que eu estou muito atrasado com a nova trilogia. Mas para quem se lembra, eu cheguei a experimentar ele um pouco em uma &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-011-saindo-na-porrada-com-streets-of-rage-4-parte-3-doom-eternal&quot; title=&quot;Vão Assistir! #011 - Saindo na porrada com Streets of Rage 4 - Parte 3 + Doom Eternal&quot;&gt;transmissão que fiz uns anos atrás&lt;/a&gt;, mas além do ambiente de transmissão ser péssimo para jogar algo direito, eu lembro que daquela vez tinha tanto &lt;em&gt;lag&lt;/em&gt; que tudo ficou mais difícil ainda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas dessa vez não é como se as coisas tivessem ficado muito mais fáceis, &lt;strong&gt;Doom Eternal&lt;/strong&gt; de fato deixa a régua da dificuldade bem elevada. E não somente isso, ainda é um jogo sobre se movimentar o tempo inteiro, sob a pena de morrer rapidamente se ficar parado, mas a forma como eles mexeram nas mecânicas deixaram as coisas mais burocráticas. Agora o tempo inteiro é preciso trocar de arma, porque cada demônio exige um jeito específico de ser morto e embora isso pareça interessante por forçar o jogador a experimentar uma variedade maior de seus equipamentos, acaba tirando muito da expressão de como cada um joga, algo que eu admirava bastante no jogo anterior. Para cada dificuldade encontrada, há uma resposta específica e ir contra isso pode deixar tudo muito pior do que deveria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há também o problema das fases desnecessariamente longas e as partes de plataforma, já que estamos falando de uma série que em seus jogos modernos possuí muita inspiração em &lt;em&gt;Metroid Prime&lt;/em&gt;. Porém enquanto nos jogos da Samus a parte da plataforma funciona de maneira precisa, aqui é tudo estranho e mal encaixado, sendo que mais para o final do jogo o que acontece não é que as coisas melhoram, mas é que você simplesmente se acostuma. Também é impressionante o quanto o pessoal se perde nesse tipo de jogo na hora de colocar chefes, principalmente quando falamos dos principais, é um jogo de tiro em primeira pessoa de arenas e na hora que você coloca um inimigo específico que tem muita vida, a coisa não flui muito bem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas apesar dessas problemáticas que eu expus, ainda sim é um jogo bem divertido e que expande de maneira interessante o universo de &lt;strong&gt;Doom&lt;/strong&gt;, amarrando inclusive a série clássica com a nova. Assim como o que eu disse em &lt;em&gt;Asura’s Wrath&lt;/em&gt;, o &lt;strong&gt;Doom Slayer&lt;/strong&gt;, protagonista do jogo, é completamente &lt;em&gt;&quot;foda-se das ideia&quot;&lt;/em&gt; e a ação vai escalando cada vez mais de uma maneira tão estúpida, que risadas satisfatórias foram dadas em diversos momentos. O meu único problema é que uma parte considerável da construção do mundo se dá através de fragmentos de texto espalhados pelas fases, que embora sejam bem interessantes, traziam tantos nomes de seres e raças diferentes, que em dado momento eu me perdia completamente sobre quem era quem, desejando que os seres fossem simplesmente chamados de anjos, demônios, Deus, Satanás, etc.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Infelizmente esse jogo tem uma pegadinha, já que o final real da história está em suas &lt;em&gt;DLCs&lt;/em&gt;, que por sua vez também são um pouco problemáticas enquanto jogo. Em especial na primeira parte, a dificuldade foi tão elevada, com arenas ainda mais desnecessariamente longas, que no final eu perdi a paciência e só coloquei na dificuldade menor para conseguir passar e seguir em frente. Felizmente a segunda parte é mais equilibrada e até mesmo tem uma batalha final com um chefe mais bem feito do que os anteriores do jogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda que eu tenha reclamado muito sobre, considerei ele uma experiência divertida e me deixou bem curioso em como o estúdio levou em consideração as críticas para o &lt;em&gt;Dark Ages&lt;/em&gt;, que pretendo jogar com certeza em algum momento no futuro. E só a título de curiosidade, esse foi o último jogo que eu joguei no &lt;em&gt;Windows&lt;/em&gt;, já que depois do fim do suporte ao Windows 10 e minha completa falta de vontade com o grande &lt;em&gt;spyware&lt;/em&gt; chamado Windows 11, eu resolvi ficar agora exclusivamente com o &lt;strong&gt;Linux&lt;/strong&gt; mesmo, que em termos de jogos hoje em dia já conta com um suporte bem razoável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-011-saindo-na-porrada-com-streets-of-rage-4-parte-3-doom-eternal&quot; title=&quot;Vão Assistir! #011 - Saindo na porrada com Streets of Rage 4 - Parte 3 + Doom Eternal&quot;&gt;Assista a nossa transmissão com o início de &lt;strong&gt;Doom Eternal&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;metroid-prime-4&quot; name=&quot;metroid-prime-4&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Metroid Prime 4: Beyond (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;A visão em primeira pessoa do braço canhão de Samus apontando para o céu, em uma espécie de instalação militar, onde uma guerra está ocorrendo, com algumas naves e tiros ao fundo aparecendo.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/a75420fee8b2feab38b427a478e80b07b839f6b5e1b45eaa22deb1188bef7abe5189c0f9a476793ec0d655c4f33669cf52e632df8234a82cd1abff620db853d8/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Eu nunca escondi ser um grande fã de &lt;strong&gt;Metroid&lt;/strong&gt; e ainda mais de &lt;strong&gt;Metroid Prime&lt;/strong&gt;. A trilogia que começou ali no GameCube e fechou no Wii está entre as minhas coisas preferidas dos videogames. Então é claro que eu fiquei super empolgado quando lá em &lt;strong&gt;2017&lt;/strong&gt; a Nintendo anunciou depois de muitos anos a tão esperada continuação, ainda que pelas mãos de outro estúdio. O tempo passou, nada aconteceu e aí veio a notícia: a Nintendo estava passando o projeto para as mãos da &lt;strong&gt;Retro Studios&lt;/strong&gt;, que fez a trilogia original, começando tudo do zero após a insatisfação com o estúdio anterior. Nesse momento eu internamente alinhei minhas expectativas, pensei que a essa altura eles iriam focar no feijão com arroz, fazer um bom jogo, mas nos moldes dos antigos, sem muita invenção de moda: não era o ideal, mas eu estava em paz com essa ideia, o suficiente para me permitir empolgar com o lançamento dele. Mas quem diria que mesmo assim a decepção viria, de uma maneira que eu realmente não esperava.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Metroid Prime 4&lt;/strong&gt; não é um jogo ruim, ele é pior que isso: ele é um jogo medíocre, qualquer coisa. Tecnicamente ele é impressionante, mesmo no primeiro Switch ele tem de longe um dos melhores gráficos da plataforma, rodando a sessenta quadros, as músicas são excelentes e os controles perfeitos, com o mesmo esquema moderno introduzido em &lt;em&gt;Metroid Prime Remastered&lt;/em&gt;. E o começo dele até que engana, com uma sequência de ação que apesar de não remeter muito ao gênero, lembra muito a de &lt;em&gt;Metroid Prime 3&lt;/em&gt;, que eu considero bem legal. Mas ao ir para o jogo de fato, que se passa em um outro planeta com uma grande área desértica ao centro, o jogo mostra realmente os seus problemas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Primeiro com essa tal área, grande e aberta, que funciona como um ponto de conexão entre as várias outras regiões. O problema é que não há nada de muito interessante para se fazer nessa área e mesmo depois quando você consegue uma moto estilosa para &lt;strong&gt;Samus&lt;/strong&gt;, ir de um ponto a outro segue sendo muito enfadonho. E aí você também percebe que na verdade os desenvolvedores quiseram meio que fazer um &lt;em&gt;Zelda&lt;/em&gt;, porque existem umas espécies de santuários, tal qual como em &lt;em&gt;Breath of the Wild&lt;/em&gt;, espalhados para você explorar. A ideia nem seria de todo ruim, se esses pequenos santuários não fossem completamente sem graça, com quebra-cabeças muito simples e desprovidos de qualquer desafio, eles estão lá só para falar que existe algo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E essa sensação de &lt;em&gt;&quot;quero ser Zelda, mas não sei como que se faz&quot;&lt;/em&gt; segue ainda pior nas partes onde realmente o jogo acontece, já que todo o conceito de exploração, tão clássico da série &lt;strong&gt;Metroid&lt;/strong&gt;, criador de todo um gênero, é completamente abandonado para sequências completamente lineares, quase como se fossem os templos de... &lt;em&gt;Zelda&lt;/em&gt;. Veja bem, eu adoro &lt;em&gt;Zelda&lt;/em&gt;, tanto os novos como os clássicos, mas quando eu vou jogar um &lt;strong&gt;Metroid&lt;/strong&gt;, eu quero um &lt;strong&gt;Metroid&lt;/strong&gt;. Em tempos em que nós temos jogos como &lt;em&gt;Silksong&lt;/em&gt;, que eleva e expande o que se convencionou a se chamar de &lt;em&gt;&quot;metroidvania&quot;&lt;/em&gt; a outro patamar, é triste ver que a série está completamente estagnada e não consegue entregar nem algo razoável em um de seus títulos principais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E mesmo na parte de história e personagens, a coisa é completamente esquecível. Apesar de toda a comoção durante a época do lançamento com um dos personagens do jogo, a verdade é que ele é o menor dos problemas, todos os outros apresentados são tão chatos quanto, não somente pelo quão são mal escritos, mas pelas interações mecânicas que você é obrigado a ter com eles. Nem vou comentar da história principal ser qualquer coisa e o grande vilão mal fazer diferença na grande escala das coisas. Enfim, só decepção e tristeza por essa série que eu gosto tanto, mas que se perdeu muito nos últimos vinte e tantos anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;hades&quot; name=&quot;hades&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hades (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;O personagem Zagreus em um cenário interno visto de maneira isométrica, composto por construções de pedra, velas e um rio cor de sangue correndo por debaixo. Ele está em frente a duas alternativas de caminho, cada um com um símbolo na porta, uma moeda com o símbolo de Hades e uma romã.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/0ffe626a79d74db6fed0f215cf089984f20514b9ef8dee55dfb45453a3f8aa7cbce9a072966f58110e322d1b4516b1a7413d8dc13f26d1696e2eb6985f190058/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Deixando as coisas ruins de lado, vamos falar de coisa boa, coisa muito boa. &lt;em&gt;Putz&lt;/em&gt;, como &lt;strong&gt;Hades&lt;/strong&gt; é um jogo foda, né?! &lt;em&gt;Roguelike&lt;/em&gt; não é um gênero como o qual eu tenho muito familiaridade, mal consigo lembrar de outros títulos com os quais eu tive contato, mas a forma como &lt;strong&gt;Hades&lt;/strong&gt; consegue fazer a sua mecânica de repetição se encaixar em uma história com uma progressão clara é impressionante. É o tipo de coisa que eu admiro em como videogames conseguem contar as suas histórias através de suas mecânicas e da qual eu reclamei da falta lá em cima em &lt;em&gt;The Last of Us&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A premissa básica é bem simples, você é &lt;strong&gt;Zagreu&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;filho de Hades&lt;/strong&gt;, deus do submundo na mitologia grega, que por motivos de história quer justamente fugir de lá, algo considerado impossível. Acontece que os outros deuses do Olimpo acabaram de ficar sabendo da sua existência e resolvem ajudar, mandando poderes de luta para facilitar a sua fuga. A cada tentativa frustrada, que ao menos inicialmente serão várias, você sempre retorna a casa de seu pai, onde você interage com outros personagens, vai se inteirando de suas histórias pessoais, desenvolvendo relacionamentos e até mesmo fazendo melhorias permanentes em suas habilidades de combate.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E como se não bastasse o quão foda é a direção de arte, o tanto que &lt;strong&gt;Darren Korb&lt;/strong&gt; acertou mais uma vez em sua trilha sonora, o quão gostoso é esse jogo mecanicamente, toda a parte narrativa, com diálogos e personagens muito bem escritos, ele nos surpreende a cada momento. &lt;strong&gt;Zagreu&lt;/strong&gt; é um protagonista extremamente carismático, mas que claramente ainda está se desenvolvendo enquanto pessoa e tem que lidar com algumas consequências de comportamentos passados. Os outros vários personagens que você encontra pelo caminho também são muito bem escritos, obviamente alguns melhores do que os outros, mas ainda assim é incrível como a SuperGiant, estúdio que fez o jogo, soube pegar figuras já existentes da mitologia grega e dar a cada uma delas a sua própria personalidade, obviamente adaptando uma coisa aqui e outra acolá para favorecer a narrativa. E apesar de estar lidando com histórias de uma mitologia tão permeada de tragédias, tudo nesse jogo tem um clima bem leve, ainda que com alguns momentos de conflito ocasionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hades&lt;/strong&gt; me pegou de tal forma, que não somente eu fiz questão de explorá-lo o máximo possível, entendendo cada mecânica de arma, poderes dos deuses, fazendo todas as histórias secundárias e aumentando a minha afinidade com cada personagem ao máximo, passando fácil das &lt;strong&gt;100 horas&lt;/strong&gt; jogadas, que imediatamente eu fiz questão de na sequência iniciar &lt;em&gt;Hades II&lt;/em&gt;, mas essa é uma história que vai ficar para o ano que vem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#lista-jogos&quot;&gt;voltar para a lista de jogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;__cssHtmlAncora&quot; id=&quot;finalmentes&quot; name=&quot;finalmentes&quot;&gt;&lt;/a&gt;Ficam aqui as minhas menções honrosas para aqueles jogos que já apareceram por aqui antes, ou não, que eu joguei um pouco, mas não tenho muito o que falar: o sempre divertido &lt;strong&gt;Mario Kart 8 (Switch)&lt;/strong&gt;, meu adorado &lt;strong&gt;Street Fighter 6 (PlayStation 4)&lt;/strong&gt; que eu nunca encontro tempo para jogar, o interessante &lt;strong&gt;Rocket League: Side Swap (Android)&lt;/strong&gt; que acabou não vingando muito no meu celular, o ok &lt;strong&gt;Microsoft Jewel (Android ~ Xbox App)&lt;/strong&gt; que eu só jogo para pegar os pontos da Microsoft, além de &lt;strong&gt;Super Mario Run (Android)&lt;/strong&gt;, que também eu só jogo para ganhar moedinhas de prata da Nintendo para pegar avatares novos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então é isso pessoas, essa foi a minha lista de &lt;strong&gt;2025&lt;/strong&gt; e se você chegou até aqui, parabéns, porque eu tenho plena noção do tanto que eu escrevo e o quão esses textos são longos, não por menos só ficam prontos nessa época do ano, mas é assim que eu gosto, então paciência, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;. Para o ano que vem eu já tenho pelo menos uma pedrada na lista e no finalzinho do ano passado eu acabei comprando um &lt;strong&gt;Switch 2&lt;/strong&gt;, então esperem por alguma coisa da plataforma, embora não é como se no momento houvessem tantos exclusivos para ela assim, fora o preço proibitivo que os jogos estão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Reitero mais uma vez os meus votos de um excelente ano para todos nós, com muitos jogos para quem é de jogos e outras coisas que gostem para quem não é, e eu sei que a gente vive em um mundo muito maluco, aí ainda vai ter eleição em outubro e tudo mais, mas otimismo e coragem frente as adversidades são as melhores armas que a gente tem contra esse monte de rico arrombado que quer nos matar. Beijos pessoal e até a próxima!!! &lt;img alt=&quot;=***&quot; class=&quot;emoticons&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__arpd/web/layout/imagens/emoticons/kiss.svg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2025-tchulanguero&quot; title=&quot;O que eu joguei em 2025 - Tchulanguero&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>O ano em que eu joguei poucos jogos, porém por muito, muito, mas muito tempo.</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2025-tchulanguero" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2025-tchulanguero</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2026-01-08T18:55:09-03:00</published>

 <updated>2026-01-08T18:55:09-03:00</updated>

 <title>18 anos de Vão Jogar!</title>

 <category term="Vão Jogar!" /><content type="html">&lt;p&gt;Aquela idade em que a gente deixa o site jogar &lt;em&gt;Wolfenstein&lt;/em&gt;, fingindo que ele nunca viu isso na vida dele.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/18-anos-de-vao-jogar&quot; title=&quot;18 anos de Vão Jogar!&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/f1c54100c019791867eca24d8d6948db09ec72c8983ca6e8ff5aab169a046bb55cf6376bd3f54be588ad1688d8f48d51def23475916b2e50ff3d3063bb03d59f/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: 18 anos de Vão Jogar!&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Finalmente chegamos em &lt;strong&gt;2026&lt;/strong&gt; e dessa vez trazendo a idade tão icônica dos &lt;strong&gt;18 anos&lt;/strong&gt; para o &lt;strong&gt;Vão Jogar!&lt;/strong&gt;! Sim, finalmente alcançamos a nossa maioridade, seja lá o que isso signifique para um site, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ano passado não foi muito tranquilo para mim, logo de cara eu tive que lidar com o falecimento do meu pai, o que por si só já me afetou bastante, além de um nível de sobrecarga no trabalho bem grande. Nem preciso dizer que isso tudo não deixou muito espaço para tocar qualquer projeto pessoal, incluindo esse. Claro que eu joguei bastante coisa, até como forma de relaxar, mas daí fazer qualquer coisa com isso é outra história.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Porém não é como se eu tivesse esquecido completamente das coisas por aqui, mais para o final do ano eu cheguei a fazer alguns ajustes mais urgentes, como arrancar de vez os restos de código que faziam referências ao &lt;em&gt;Google&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Facebook&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Twitter&lt;/em&gt;, assim como também eliminar de vez aquele &lt;em&gt;banner&lt;/em&gt; pavoroso do &lt;em&gt;PicPay&lt;/em&gt;, afinal, quem usa isso em 2026 e quem é que vai doar dinheiro para um site que posta duas vezes no ano? &lt;em&gt;Rzs&lt;/em&gt;. E a real é que eu nem preciso disso hoje em dia, a grana que eu gasto aqui, felizmente, não me faz falta no momento, fico contente só daqui existir. Também dei uma ajustada nas redes sociais exibidas, ainda que eu mal as alimente com algum conteúdo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Falando nisso, sim, eu ainda continuo quase que exclusivamente no &lt;strong&gt;Mastodon&lt;/strong&gt;, se bem que até lá eu ando meio calado, mesmo da &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://mstdn.social/tags/segundaficha&quot; title=&quot;Tag #segundaFicha pela mstdn.social&quot;&gt;#segundaFicha&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; eu tenho participado pouquíssimas vezes, mas ainda é o lugar onde é mais fácil me encontrar e no qual eu recomendo a todos a passarem a usar. Eu entendo para algumas pessoas ainda ser importante marcar presença em redes como o &lt;em&gt;Instagram&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Bluesky&lt;/em&gt;, apesar que outras como &lt;em&gt;Twitter&lt;/em&gt; a galera só podia desistir de vez mesmo, mas pensem com carinho em uma alternativa realmente saudável de rede social, mesmo que imperfeita.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse ano eu espero, mais uma vez, que as coisas sejam mais tranquilas para quem sabe eu volte a ter ânimo de aparecer por aqui mais vezes. Tudo bem, eu já perdi as contas de quantas vezes eu falei isso por aqui, mas vai que uma hora dá certo, não é?! &lt;em&gt;Rzs&lt;/em&gt;. No mais, obrigado a quem ainda dá uma passadinha por aqui para ver como as coisas estão, um &lt;strong&gt;feliz ano novo&lt;/strong&gt; e até breve, durante a minha retrospectiva de jogos que vai acontecer em algum momento antes ou durante o carnaval. Beijos para vocês! &lt;img alt=&quot;=***&quot; class=&quot;emoticons&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__arpd/web/layout/imagens/emoticons/kiss.svg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/18-anos-de-vao-jogar&quot; title=&quot;18 anos de Vão Jogar!&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>Aquela idade em que a gente deixa o site jogar <em>Wolfenstein</em>, fingindo que ele nunca viu isso na vida dele.</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/18-anos-de-vao-jogar" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/18-anos-de-vao-jogar</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2025-03-22T16:33:22-03:00</published>

 <updated>2025-03-22T16:33:22-03:00</updated>

 <title>O que eu joguei em 2024 - Tchulanguero</title>

 <category term="Astral Chain" /><category term="Bem Feito" /><category term="Bomb Rush Cyberfunk" /><category term="Disco Elysium" /><category term="Especiais" /><category term="Forza Horizon 5" /><category term="Mario Kart 8" /><category term="Melon Drop: Fruit Merge Master" /><category term="Metroid Prime" /><category term="O que nós jogamos em 2024" /><category term="Outer Wilds" /><category term="Outer Wilds: Echoes of the Eye (DLC)" /><category term="Pocket Fighter" /><category term="Street Fighter 6" /><category term="Super Mario Bros. 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Sim, porque não sei se vocês notaram, mas eu já coloquei como meta esse texto sair nessa época mesmo, sem chance de lidar com isso na virada de ano, fora que eu passei por umas situações complicadas nesse início de 2025 que não me permitiram muita coisa. Mas enfim, videogames né?!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2023-tchulanguero&quot;&gt;Relembre o que eu joguei em &lt;strong&gt;2023&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em &lt;strong&gt;2024&lt;/strong&gt; eu comecei a colocar em prática uma maluquice que eu inventei que é a de jogar séries inteiras de uma lapada só. Não foram muitas na verdade, mas é definitivamente uma experiência ficar em um mesmo universo por alguns meses, porém não me arrependo, acabou sendo bem divertido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E contando aqui agora foi um ano em que eu joguei bem mais coisas também, aliás, assustadoramente bem mais do que no ano anterior, embora tenham títulos que entraram na lista, que eu quero falar sobre, mas que no final das contas foram bem pontuais e não tomaram tanto do meu tempo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então sem mais enrolação, vamos a lista &lt;strong&gt;do que eu joguei em 2024&lt;/strong&gt;!!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mario Kart 8 Deluxe (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena de Mario Kart 8, com a personagem Rosalina comemorando em cima da moto &amp;amp;quot;Motorcycle Zero&amp;amp;quot; de &amp;amp;quot;The Legend of Zelda: Breath of the Wild&amp;amp;quot;. Na parte inferior da tela, os escritos &amp;amp;quot;1º&amp;amp;quot;, &amp;amp;quot;Tchula&amp;amp;quot; e a bandeira do Brasil.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/82050e9f0800afa1c4e810a6c746b92e39f1891c5b5bd81bf231b6b999adcf98e08c0ce18ea577f73e6b3bac9df8eec48c6e16a810311df54923fa4798606a37/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Eu amo &lt;strong&gt;Mario Kart 8&lt;/strong&gt;! Ele é de longe o meu jogo favorito da série desde &lt;em&gt;Double Dash!!&lt;/em&gt;, com um refinamento da fórmula da série que o deixou beirando a perfeição. Mas eu sempre me recusava a comprar a versão de Switch por motivos de &lt;em&gt;&quot;eu já tenho esse jogo no Wii U&quot;&lt;/em&gt;, ainda que as 48 pistas extras que foram lançadas posteriormente em uma &lt;em&gt;DLC&lt;/em&gt; sempre tenham sido bem tentadoras. E sabendo disso a &lt;strong&gt;Letícia&lt;/strong&gt; foi lá e me deu o jogo de aniversário, dizendo que fez isso justamente por saber que eu gosto, mas não iria comprar. Dá para notar que ela me conhece bem, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E ele como sempre continua incrível. Mesmo após 11 anos de seu lançamento, é um jogo que segue atual e divertido, como poucos do seu gênero conseguem ser, não é por menos que é um dos jogos mais vendidos da Nintendo nos últimos anos. E a versão do Switch além de trazer o conteúdo completo lançado para o Wii U, incluindo as &lt;em&gt;DLCs&lt;/em&gt;, faz algumas correções que tiravam um pouco do brilho do original, em especial no modo multijogador, já que os modos de batalha, bem sem graça, foram reformulados para passar a vibe dos títulos mais antigos da série e junto trazendo diversas adições bem interessantes para aquela partida &quot;amistosa&quot; com os amigos em casa. Também há algumas novas opções de acessibilidade para aqueles que tem um pouco de dificuldade com os controles do jogo, o que é uma adição sempre muito bem vinda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas nem tudo são flores e eu confesso que existe um porém na versão do Switch que me tira um pouco a graça: a possibilidade de cada personagem ter dois itens ao invés de apenas um. Eu sei que quando jogando sozinho contra o computador o jogo não segue necessariamente as mesmas regras de quando há pessoas jogando, mas a impressão que fiquei é que o jogo foi todo rebalanceado para ser muito mais agressivo em termos de itens, me lembrando muito &lt;em&gt;Mario Kart Wii&lt;/em&gt;, que por mais que fosse um jogo que eu tenha jogado e gostado por anos, me fazia passar raiva muitas vezes nesse quesito. Quando &lt;strong&gt;Mario Kart 8&lt;/strong&gt; foi lançado para o Wii U, eu achava que ele havia conseguido um equilíbrio muito bom entre a mecânica meio aleatória dos itens e a habilidade de quem está jogando, sem pender demais para um dos lados. Nessa versão a impressão que eu tenho é que muitas vezes você é punido por jogar bem, mais do que a média, então por vezes a diversão se transforma em frustração rapidamente e isso para mim foi um deslize que eu espero que volte a ser melhor ajustado no próximo Mario Kart para o Switch 2.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De qualquer forma, eu sinto que essa minha crítica não é algo que vai afetar todo mundo e de fato como eu disse antes, o jogo segue excelente. O pacote com as pistas novas vale muito a pena de ser jogado, incluindo algumas com novas músicas espetaculares, como a de &lt;em&gt;Yoshi’s Island&lt;/em&gt;, seguindo a já ótima trilha sonora do jogo, mas tem alguns pontos baixos com as pistas vindas de &lt;em&gt;Mario Kart Tour&lt;/em&gt;, o jogo mobile da série que é até divertido, mas bem menos inspirado do que os da série principal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda sim, mais uma vez, um jogão!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/a-nova-dorga-da-nintendo&quot; title=&quot;A nova &amp;amp;quot;dorga&amp;amp;quot; da Nintendo&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;Mario Kart 8&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-escutar-004-os-melhores-jogos-que-jogamos-em-2015&quot; title=&quot;Vão Escutar! #004 - Os melhores jogos que jogamos em 2015&quot;&gt;Ouça o nosso podcast de &lt;strong&gt;melhores do ano de 2015&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Super Mario Bros. Wonder (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Super Mario Bros. Wonder, com a personagem Daisy saltando em uma área de floresta, onde só é possível ver a silhueta da personagem e das árvores.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/267df3801ae71b89e2fed1912ddb98295af4f222e018bc459b30290cdcf3ce0b5646f20c8b96181e35e7a7b2d36f95247a4759c61e1473770d772560f5783b75/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;Letícia&lt;/strong&gt; não contente em me dar &lt;em&gt;Mario Kart 8&lt;/em&gt;, também me presenteou com o então recém lançado &lt;strong&gt;Super Mario Bros. Wonder&lt;/strong&gt;, o primeiro jogo 2D da série Mario com um grande orçamento desde... sei lá, &lt;em&gt;Yoshi’s Island&lt;/em&gt; no Super Nintendo? Sim, existem os jogos da série &lt;em&gt;New Super Mario Bros.&lt;/em&gt; e eu adoro eles, mesmo os menos inspirados como o de Wii U, mas a real é que eles eram jogos bem menos ambiciosos do que os clássicos da série foram em suas respectivas épocas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E esse jogo é uma das melhores coisas de Mario lançado nos últimos anos, ainda que ele se baseie nas mecânicas clássicas as quais nós já estamos mais do que acostumados, aqui além do refino dos controles, nós também temos um design de fases estupidamente bem feito, em que cada uma irá apresentar uma nova mecânica através das &lt;strong&gt;sementes fenomenais&lt;/strong&gt;, um novo item que pode ser encontrado e que sempre irá causar um efeito bizarro, engraçado e inesperado nas fases, mas que também irão torná-las únicas e especiais. E não somente isso, embora as fases em si sejam curtas, elas possuem diversos segredinhos para aqueles complecionistas, como eu, que irão estender bastante as horas de jogo para aqueles que assim quiserem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra coisa que tem que ser falada é o esmero que a equipe de desenvolvimento teve com cada detalhe, desde a direção de arte, que apesar de ser construída com gráficos em 3D, remete diretamente aos jogos antigos, passando pela trilha sonora incrível, até aquele humor bobo característico da série, mas que segue extremamente charmoso até hoje. E o melhor, é um jogo totalmente em &lt;strong&gt;português brasileiro&lt;/strong&gt;, inclusive em pequenas falas que algumas flores de dicas espalhadas pelo cenário dão, embora nesse ponto para mim o melhor de tudo foram os nomes das fases, que muitas vezes são uma piadoca por si só, mas sempre com referências muito bem localizadas para nós brasileiros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas uma das coisas que mais me surpreendeu nesse jogo foi o seu modo online: sim, um modo online em um jogo do Mario. Diferente do que se poderia imaginar, aqui não é sobre alguém a distância entrar com você na fase, na verdade funciona assim: você pode jogar o seu jogo de boa, sozinho, sem ninguém incomodando, mas de maneira razoavelmente discreta aparecem algumas sombras de outros jogadores passando pelo cenário, que podem ser uma reprodução de alguém que jogou ou de fato alguém que esteja jogando online naquele momento. E embora não haja uma interação direta com essas sombras, quando você morre o seu personagem se torna um fantasma e se dentro de um curto período de tempo você encostar em algum desses jogadores, você volta a partida imediatamente, sem perder a vida. Esses jogadores também podem deixar placas espalhadas pelas fases quem também terão a mesma função e o melhor de tudo, você também pode ajudar essas sombras quando elas estiverem em perigo, simplesmente encostando nelas. É uma ideia simples, mas ela criou um senso de interação com outros jogadores de uma maneira que eu não esperava, principalmente por ser algo que não interfere diretamente no meu jogo. Aliás, obrigado a pessoa que me ajudou a passar a fase mais difícil do jogo, essa alma caridosa literalmente ficava me esperando em cada trecho para me salvar quando eu falhava naqueles desafios insanos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enfim, mais um jogo da série Mario, mais um jogo excelente, daqueles que fazem a gente ficar em contradição entre odiar a Nintendo pelas babaquices dela e amá-la pelos seus jogos... mas a gente abraça a contradição e faz os dois ao mesmo tempo sim, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bem Feito (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Bem Feito, em que o personagem principal está sorrindo no meio da casa, composta por ambiente único de quarto e cozinha. A interface do jogo se apresenta como se fosse um jogo de emulador rodando em uma interface de um sistema operacional fictício.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/41034b74e503da037729020d524e6f5638074efcd1eb5aba007157676831fbc91cb0abeb8dab0aa8f3c67b135d672087c7c063cc9fd75bfdd0eb20267d34a6e4/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bem Feito&lt;/strong&gt; é um jogo brasileiro desenvolvido pela &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://www.oicabie.com/&quot; title=&quot;site da oiCabie&quot;&gt;oiCabie&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; já há algum tempo, mas que eu finalmente pude jogar na versão lançada para consoles, já que originalmente ele saiu apenas para computadores pela plataforma &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://oicabie.itch.io/bemfeito&quot; title=&quot;Página do Bem Feito no itch.io&quot;&gt;itch.io&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. E apesar do visual inicialmente fofinho, esse jogo acaba sendo bem macabro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sem entregar muito, já que ele é bem curtinho e a graça é justamente em ir acompanhando a história e entender as lógicas dele, a ideia é que existiu um console portátil chamado &lt;strong&gt;JOGAROTO&lt;/strong&gt; que teve como único lançamento um título chamado &lt;strong&gt;&quot;Bem Feito&quot;&lt;/strong&gt;. Então depois de muito investigar, uma empresa, a &lt;strong&gt;MEGASOFT&lt;/strong&gt;, conseguiu desenvolver um emulador para este console com o objetivo de rodar esse único jogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ideia básica é que você alterne entre uma interface que simula um sistema operacional, onde pode acessar alguns arquivos e coisas básicas, além de claro, o emulador onde o jogo de fato vai ocorrer. Só que além das coisas estranhas que vão acontecendo com o jogo, há também documentos que vão ficando disponíveis na interface do computador, novas informações sobre a história desse jogo e porque ele ficou perdido por anos sem ninguém ter contato com ele. Tudo em um clima de suspense, mas de um modo meio caricato, onde apesar da temática o clima acabe sendo bem de boa, com umas sacadas muito inteligentes no processo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dá para jogar ele em qualquer plataforma hoje em dia e o preço é sempre bem em conta, ainda mais quando em promoção, então recomendo muito para que todes joguem e ajudem &lt;strong&gt;Reginaldo&lt;/strong&gt;, o garoto protagonista do jogo, a fazer novas amizades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vampire Survivors: Legado dos Moonspell &amp;amp; Ondas de Foscari (Android)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Vampire Survivors, com um cenário gramado repleto de inimigos, gemas azuis, brilhos e sombras diversos, completamente caótico.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/2c8d1a6519a8b9d6835cc867eb135e306ad054b5de229f63cfa61ed1e26a8545546c2075f8d085391aa7d66fdee8ebd13ceaeb6c198a5ac56c9c0cb7b65b09d7/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vampire Survivors&lt;/strong&gt; continua sendo o meu jogo para celular preferido, ainda que eu tenha dado algumas pausas ao longo do ano e até mesmo experimentado as versões de PC e console, que mudam um pouco a forma como eu jogo, já que no celular eu uso o aparelho no modo retrato e nas outras versões o padrão, obviamente, é o modo paisagem. Mas agora eu elevei a minha relação com o jogo para outro nível: eu comprei todas as &lt;em&gt;DLCs&lt;/em&gt; lançadas para ele e agora eu tenho mais personagens, mais armas e mais fases para jogar, o que já foi feito com o &lt;strong&gt;Legado dos Moonspell&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Ondas de Foscari&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para manter uma lógica mais sequencial, eu estou jogando as expansões uma a uma, usando os sistema de conquistas do jogo como orientação, desbloqueando cada nova coisa que vai aparecendo e isso tem sido bem legal de fazer. Ainda que a mecânica básica siga a mesma e o clima caótico do jogo tenha ficado mais caótico ainda, é impressionante como a criatividade com que essas adições foram feitas funcionam bem. Inclusive eu tenho evitado usar alguns recursos que depois de adquiridos deixam o jogo um pouco mais fácil, só para curtir melhor cada uma dessas adições e entender as suas lógicas, ao invés de simplesmente abraçar a minha tela piscando freneticamente com inimigos morrendo aos montes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda faltam mais três expansões para eu jogar, uma baseada em &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Among Us&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, que eu já terminei esse ano, outra em &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Contra&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e a última em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Castlevania&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, então com certeza é um jogo que estará novamente na lista do ano que vem, mas com muitas novidades para eu contar de como foram as jogatinas pelos ônibus e metrôs de Belo Horizonte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Xenoblade Chronicles 2 (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Xenoblade Chronicles 2, em que o personagem Rex, um jovem asiático de cabelos curtos escuros, com uma espécie de roupa de mergulho estilizada e azul, está deitado no colo da personagem Pyra, uma jovem asiática ruiva de cabelos e roupas curtas, com alguns detalhes verde brilhantes. Na parte inferior da tela a legenda &amp;amp;quot;No... Me encuentro bien... creo.&amp;amp;quot;&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/e760e0bfd6d1987e599ca4c2e3ca0415f3527500e15309108287a72855a524584d6cd2a70103de97203fe1974b6abbb5d6167e34f13a65927d961f216d6c54b9/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Quando &lt;strong&gt;Xenoblade 2&lt;/strong&gt; foi anunciado lá no lançamento do Switch eu fui um dos que apesar de estar na empolgação depois de &lt;em&gt;Xenoblade X&lt;/em&gt;, torceu o nariz para o visual &lt;em&gt;&quot;anime cheio de garotas adolescentes absurdamente peitudas&quot;&lt;/em&gt; e acabou não se interessando muito pelo jogo. O problema é que depois de terminar &lt;em&gt;Xenoblade 3&lt;/em&gt; eu voltei a ficar muito pilhado com o universo da série, então respirei fundo e resolvi encarar o tão infame título.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A história do jogo se passa no mundo de &lt;strong&gt;Alrest&lt;/strong&gt;, onde as pessoas vivem sobre um literal mar de nuvens, tão denso quanto água e seguem suas vidas sobre criaturas chamadas &lt;strong&gt;Titãs&lt;/strong&gt;, que podem ser do tamanho de um barco ou tão grandes quanto continentes. Para completar, existem algumas pessoas chamadas &lt;strong&gt;Drivers&lt;/strong&gt;, que são capazes de utilizar uns cristais especiais para invocar criaturas humanóides chamadas &lt;strong&gt;Blades&lt;/strong&gt;, que compartilham habilidades de combate diversas e que no geral vão ser compostas pelas tão infames &lt;em&gt;&quot;meninas de pouca roupa&quot;&lt;/em&gt; que citei anteriormente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tirando o elefante da sala, de fato o visual das personagens femininas desse jogo é pavoroso. Salvo raríssimas exceções, elas são extremamente sexualizadas de uma maneira despropositada e muitas vezes nem um pouco inspiradas. Simplesmente não há nenhuma defesa para esse aspecto e tudo que for dito sobre esse jogo vai inerentemente ser acompanhado de um &lt;em&gt;&quot;apesar de&quot;&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas os problemas não param por aí, não bastassem os aspectos visuais, &lt;strong&gt;Xenoblade 2&lt;/strong&gt; também não é um jogo que tenha personagens e diálogos lá muito bem escritos. É tudo insosso, genérico e superficial, todos os personagens, e aí independente do gênero, são no máximo conceitos de pessoas e mesmo em suas missões pessoais não são muito aprofundados, ainda que alguns possuam algum carisma. Sim, existem histórias, muitos personagens são intrinsecamente ligados a trama principal, mas nada disso vem de uma forma realmente bem escrita, não é terrível, mas é sem graça. &lt;strong&gt;Rex&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Pyra&lt;/strong&gt;, os personagens na imagem acima, são o típico casal demasiadamente tímido e acidental, mas nunca conseguem trazer muitas coisas realmente interessantes ao seu relacionamento. As histórias secundárias também não conseguem fazer muito por eles, de todas as que o jogo me trouxe, e não são poucas, somente uma me agradou um pouco mais, mas ainda sim era tão óbvia que eu já saquei como ela terminaria no primeiro ato. Não por menos, a impressão que eu tenho é que toda pessoa que diz amar esse jogo por esses aspectos parecer tê-lo jogado na adolescência e são pegas pelo clima excessivamente melodramático do jogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro problema dele é que de uma maneira geral, esse jogo foi feito com um escopo muito grande, tão grande que o estúdio não deu conta de fazer tudo funcionar da melhor maneira possível. Entre &lt;em&gt;Xenoblade X&lt;/em&gt; e &lt;strong&gt;Xenoblade 2&lt;/strong&gt; foram apenas 2 anos de desenvolvimento e a impressão que eu tenho é que quiseram espremer todas as ideias aqui de uma vez, mas não tiveram tempo de refiná-las. O sistema de combate, por exemplo, tem uma ideia muito interessante de você montar combos elementais que culminam em ataques especiais muito legais, dignos de um anime de lutinha, mas está preso em um processo tão longo e burocrático que ao longo da jornada, que na maioria das vezes se dará com inimigos mais fracos, você dificilmente terá chance de ver. Fora das batalhas também existem sistemas e mais sistemas sobrepostos, que embora não sejam difíceis de entender, vão ser penosamente burocráticos, mas que de alguma forma você vai precisar adentrar para extrair o máximo da capacidade dos personagens. Por último, eu não sou de reclamar muito disso, ainda mais no Switch, mas a performance desse jogo é terrível, principalmente no modo portátil em que a resolução cai de tal forma que tudo vira um grande borrão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas apesar disso esse jogo está muito longe de ser uma grande bomba da qual você deve passar longe. Digo, se você só quer um &lt;em&gt;JRPG&lt;/em&gt; para jogar, definitivamente há opções melhores e não há porque vir para esse, mas para quem como eu está querendo o máximo possível de Xenoblade, então sim, esse título vale muito a pena. Ele expande muitos conceitos da série, que apesar de ter jogos com histórias individuais, estão sim conectados de alguma forma em um grande universo. Apesar de funcionar em um horrendo sistema de &lt;em&gt;gatcha&lt;/em&gt;, a ideia dos &lt;strong&gt;Blades&lt;/strong&gt; é bem interessante e nesse aspecto a história explora muito bem as suas características e suas lógicas de funcionamento dentro daquele mundo. A coisa de que cada mapa do jogo é uma nação diferente, com seus próprios regentes, regras e biomas, assim como se situarem em grandes gigantes vivos, também é algo muito interessante, expandindo bastante a ideia de seres que moram nos corpos de deuses mortos que o primeiro &lt;em&gt;Xenoblade&lt;/em&gt; já trouxe.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Jogar ele inclusive me fez ver &lt;em&gt;Xenoblade 3&lt;/em&gt; de outra forma, já que parece que tudo o que foi feito lá foi uma resposta aos problemas que esse jogo apresenta e talvez por isso tenha sido tão bom, uma vez que &lt;strong&gt;Xenoblade 2&lt;/strong&gt; apesar de todos os problemas está longe de não ter ideias interessantes ou coisas que não valham a pena. Ainda sim, até onde eu sei, foi um título muito bem sucedido da &lt;strong&gt;Monolithsoft&lt;/strong&gt; que ajudou a estabelecer a série como uma das principais da Nintendo nos últimos anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Xenoblade Chronicles 2: Torna - The Golden Country (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Xenoblade Chronicles 2: Torna - The Golden Country, onde a personagem Lora, uma jovem asiática ruiva, vestindo uma roupa de batalha leve branca, com detalhes vermelhos, está acompanhada de seu parceiro Jin, um jovem asiático forte de cabelos brancos, trajando uma armadura mediana, em um cenário com algumas plantas, árvores e pedras.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/ec69c87ad5457f7f5208aaeec7a3e28aa812cdf0f7c4b69de548cbb32e5600565bf93a785e1eedb34843320e3cf49017321e4b8ae97390c62728c3a126fb610b/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Xenoblade Chronicles 2: Torna - The Golden Country&lt;/strong&gt;, ou somente &lt;strong&gt;Torna&lt;/strong&gt;, como eu irei me referir daqui para frente, é uma expansão de história de &lt;strong&gt;Xenoblade 2&lt;/strong&gt;, que em formato físico é oferecido de maneira separada do jogo base, enquanto no digital é o último lançamento do passe de temporada do jogo. Nele nós acompanhamos a personagem &lt;strong&gt;Lora&lt;/strong&gt; e seu &lt;strong&gt;Blade&lt;/strong&gt; companheiro &lt;strong&gt;Jin&lt;/strong&gt;, em uma história que se passa 494 anos antes dos acontecimentos de &lt;strong&gt;Xenoblade 2&lt;/strong&gt;, trazendo em maiores detalhes alguns fatos que foram contados mais para o fim da história do jogo base. Os personagens vão acabar se unindo a um grupo que busca combater o terrível &lt;strong&gt;Malos&lt;/strong&gt;, que basicamente está no modo de &quot;tocar o terror&quot; pelo mundo de &lt;strong&gt;Alrest&lt;/strong&gt;, o que é algo que está deixando a galera um pouco chateada, digamos assim.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bom, lembra que eu falei logo acima que &lt;em&gt;Xenoblade 3&lt;/em&gt; parece ter sido feito como uma resposta a todos os problemas de &lt;strong&gt;Xenoblade 2&lt;/strong&gt;? Bom, &lt;strong&gt;Torna&lt;/strong&gt; também segue um pouco essa lógica, só que de maneira muito mais direta, ao ponto que dá para considerar de certa forma que esse é o &lt;strong&gt;Xenoblade 2.5&lt;/strong&gt;. Tudo está muito melhor que no jogo base, mas ainda assim não alcança o nível de maestria que foi apresentado no terceiro título.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O motor gráfico foi trocado trazendo uma performance muito melhor, os diálogos são melhor escritos, os personagens também mais desenvolvidos e interessantes, os sistemas simplificados, inclusive o de batalha, que perdeu etapas para se tornar mais dinâmico e de quebra ganhou uma das melhores músicas de batalha dos &lt;em&gt;JRPGs&lt;/em&gt;. Aliás, eu não falei antes, mas tanto o jogo base quanto essa expansão mantém o alto nível das músicas, como já é tradicional da série.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como também já era de se esperar de uma expansão, a duração da jornada é bem mais curta que a do jogo principal, mas vale lembrar que Xenoblade é uma série de jogos gigantescos, o que aqui significa coisa de 30 ou 40 horas dependendo de como você joga. O meu único problema com o ritmo do jogo é que para avançar até a última batalha ele exige que você faça praticamente todas as missões secundárias, o que não chega a ser algo lá muito complicado, mas me soa como uma forma muito artificial de aumentar a duração do título e bem desnecessária ao meu ver.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pode parecer estranho, mas é uma expansão que funciona muito bem sozinha, sem obrigatoriamente a pessoa ter jogado o título principal, o que explica muito porque em versão física ele ser um jogo a parte. Assim como o jogo base, é um título que eu recomendo mais para quem quer se aprofundar no universo da série, ou mais especificamente no universo do segundo jogo, mas vai saber, quem quiser se aventurar por um mundo mais condensado, com um bom sistema de combate, boa história e bons personagens, talvez esse valha mais a pena.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Xenoblade Chronicles: Definitive Edition (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Xenoblade Chronicles: Definitive Edition, onde a personagem Fiora, uma jovem loira, de cabelos na altura do ombro, roupas leves, uma adaga a cintura, observa de noite e ao longe a Colônia 9, uma pequena cidade construída sobre uma ilha, cercada de baterias antiaéreas.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/1ccfd5c1d32e8a437dcd5a445e69b1c29825ae392779f42473a6b2c56d281c46f5535497c071ae47f4f075bce2a6250d8691a52a1b95d9c2a545d4d15a252d37/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Para quem nunca jogou, &lt;strong&gt;Xenoblade Chronicles&lt;/strong&gt; é um &lt;em&gt;JRPG&lt;/em&gt; de &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Tetsuya_Takahashi&quot; title=&quot;&quot;&gt;Tetsuya Takahashi&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, que também foi responsável por títulos como &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Xenogears&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Xenosaga&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, com um sistema de combate que se assemelha muito a um &lt;em&gt;MMORPG&lt;/em&gt; e conta a história de um mundo onde seres biológicos e mecânicos vivem sobre as carcaças de grandes deuses mortos, em uma guerra constante entre ambas as facções, tudo sob o ponto de vista de &lt;strong&gt;Shulk&lt;/strong&gt;, um jovem cientista que após adquirir uma poderosa espada chamada &lt;strong&gt;Monado&lt;/strong&gt;, que lhe dá visões do futuro, resolve finalizar o conflito de uma vez por todas. Ele foi lançado lá no Wii e precisou de &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Operation_Rainfall&quot; title=&quot;Artigo da Wikipedia da Operation Rainfall&quot;&gt;muito barulho por parte dos jogadores&lt;/a&gt; para que fosse trazido para o ocidente depois de seu lançamento no Japão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A essa altura alguém já deve estar completamente perdido em relação a ordem que eu escolhi para jogar os jogos dessa série, mas o primeiro &lt;strong&gt;Xenoblade&lt;/strong&gt; é um título que eu já conhecia desde o seu lançamento lá no Wii, então jogar essa nova versão foi muito mais um exercício de memória do que de novidade. Porém eu confesso ter ficado surpreso com a edição definitiva, que claro, traz gráficos melhores, personagens com visuais mais próximos aos do segundo jogo e até mesmo uma trilha sonora com novos arranjos para as músicas, mas também melhorias pontuais de interface que podem parecer bobagens, mas que tornam esse jogo muito mais palatável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar da história principal ser legal, as missões secundárias no original eram bem sem graça e normalmente envolviam vagar pelo mundo em busca de itens aleatórios bem chatos de achar. Embora em termos de narrativa nada tenha sido mudado aqui, agora os locais aos quais você precisa ir ou itens que são necessários ficam marcados no mapa, facilitando muito as coisas e permitindo que eu pela primeira vez tenha feito todas as missões secundárias desse jogo. O sistema de combate também agora tem as suas minúcias melhores indicadas, o que facilita muito a entender não somente qual o melhor ataque a se utilizar no momento adequado, mas também se a sua posição em relação ao inimigo está correta, algo que as vezes era um pouco difícil de entender no original.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No final das contas é o mesmo jogo de anos atrás, então nenhuma novidade para quem já jogou, salvo a história extra, que eu falarei mais a frente. &lt;strong&gt;Xenoblade&lt;/strong&gt; é um ótimo primeiro jogo de série, com personagens carismáticos, trama complexa e cheia de reviravoltas, as vezes até reviravoltas demais, que é bem desenvolvido o suficiente para prender a atenção do jogador. Eu sempre fui fascinado como eles conseguiram encaixar um aspecto da história, as visões do futuro que a &lt;strong&gt;Monado&lt;/strong&gt; fornece a &lt;strong&gt;Shulk&lt;/strong&gt;, dentro do sistema de batalha, que como eu disse é mais simples do que os seus sucessores, mas por conta desse aspecto acaba também sendo único dentro da série. Comparando com os títulos atuais ele é bem simples, mas isso não necessariamente é uma coisa ruim, é bom as vezes não ter que ficar preocupado com zilhões de sistemas sobrepostos, sufocando o jogador.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Xenoblade Chronicles: Future Connected (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Xenoblade Chronicles: Future Connected, com a personagem Melia, uma jovem asiática de cabelos brancos e asas na cabeça, ao lado de Shulk, um jovem loiro de cabelos médios, trajando uma jaqueta vermelha.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/3629909ba1ee0f9273b5f0f6aecad39b95087deedf16b27803d8510d7ff8d5118314f5ed188627c581255bd13fc25bfde977b6d19cf73b8092e27c5a6835e22d/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;A edição definitiva do primeiro &lt;strong&gt;Xenoblade&lt;/strong&gt; para o Switch traz uma expansão de história chamada &lt;strong&gt;Future Connected&lt;/strong&gt;, que acrescenta coisas ao universo da série que vão ser muito importantes lá em &lt;em&gt;Xenoblade 3&lt;/em&gt; e sua expansão de história. Ela se passa um ano após o final do primeiro jogo e é focada nos personagens &lt;strong&gt;Shulk&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Melia&lt;/strong&gt;, que irão explorar o &lt;strong&gt;Ombro de Bionis&lt;/strong&gt;, uma região que não é explorável no jogo base.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É uma aventura pequena, menor do que &lt;em&gt;Torna&lt;/em&gt;, e que apesar da ponte que eu citei para os outros jogos da série, para mim acabou funcionando muito mais como uma forma de explorar mais a personagem &lt;strong&gt;Melia&lt;/strong&gt;, que é a que tem mais destaque. Aqui é interessante ver ela lidando com as consequências dos acontecimentos anteriores e a sua relação o seu povo. Sem entrar em maiores detalhes, é um bom epílogo para &lt;strong&gt;Xenoblade&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O sistema de combate não traz mudanças muito significativas e a equipe reduzida ajuda a manter um foco maior em entender as mecânicas de cada um. &lt;strong&gt;Melia&lt;/strong&gt; segue a mesma lógica do jogo base, ela é uma personagem que tem foco em evocar elementos e só então usá-los para atacar, e se você ignorou ela antes, aqui é uma excelente oportunidade de entender como a personagem funciona.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por ser uma aventura já embutida na edição definitiva do primeiro jogo, não há porque não jogar um sem jogar o outro. Não acho que ela por si só justifica comprar o jogo para quem já o conhece de antes, mas para aqueles que querem revisitar &lt;strong&gt;Bionis&lt;/strong&gt; e seus habitantes e assim entender melhor sobre o universo da série, excelente pedida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Xenoblade Chronicles 3 (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Xenoblade Chronicles 3, com a personagem Ino, uma androide na forma de uma jovem asiática de cabelos verdes curtos, com um traje metálico vermelho, se apresentando com a frase &amp;amp;quot;Ino es Blade artificial creada para ser paladina de los nopon. ¡Yo no molesta por algo así!&amp;amp;quot;. Ao fundo as personagens Mia e Eunie.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/a6afa1cb1906a67fe26991aa5b4b989b4d466dd67d28631d9662955621f89c5633e084dd8e9682e347f4aebee9148423b8fef46ead3fe70ddf7d985ed402f3e3/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Então, assim... eu joguei &lt;strong&gt;Xenoblade 3&lt;/strong&gt; novamente! Mas calma, eu não joguei tudo novamente não, mas é que para finalizar toda essa grande saga, ficaram faltando as &lt;em&gt;DLCs&lt;/em&gt; do terceiro jogo e, além de novas roupas para os personagens, desafios e essas coisas, ela também acrescentou duas novas heroínas a história, &lt;strong&gt;Ino&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Masha&lt;/strong&gt;, cada uma com a sua própria trama e características.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não vou me estender muito aqui, porque de fato não há muito o que acrescentar, as duas novas personagens são interessantes, mas não trazem nenhum grande arco de história, até por não estarem tão bem integradas a trama principal como tantos outros personagens, mas talvez elas não tenham funcionado tão bem para mim por eu ter feito as missões delas com já tudo terminado, talvez para quem encontre elas mais organicamente ao longo do jogo as coisas fluam melhor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Xenoblade Chronicles 3: Future Redeemed (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Xenoblade Chronicles 3: Future Redeemed, com a personagem A, uma jovem asiática de longos cabelos brancos, trajando uma roupa de combate leve de cor predominantemente azul, toca um instrumento musical de cordas junto a Glimmer, uma jovem asiática de cabelos ruivos longos presos em um rabo de cavalo, vestindo roupas leves e curtas. Ambas estão em um acampamento em um local que se assemelha a uma savana.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/5482bbf61932924008a9cba4ebe3d2c3e6f3c4ff7b2ffbae0f6741ec88ca9fbc16972c4badbf9e034bb89a906b26268cc3e3ea7a5cfc9ab22e92d2cf5f4abfcf/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Enfim o &lt;em&gt;gran finale&lt;/em&gt; da saga &lt;strong&gt;numerada&lt;/strong&gt; de Xenoblade, pelo menos até agora, a história que une todas as outras. Sim, Xenoblade é uma série que apesar das suas ligações, você consegue jogar em qualquer ordem sem maiores problemas, por mais que seguir a numeração seja mais fácil, mas esta expansão de história de &lt;strong&gt;Xenoblade 3&lt;/strong&gt; não, ela definitivamente é a última coisa que você deve jogar da série, já que ela puxa os elementos de todos os outros jogos de uma maneira muito mais direta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim como &lt;em&gt;Torna&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;Future Redeemed&lt;/strong&gt; também se passa antes da história do jogo base, onde acompanhamos o personagem &lt;strong&gt;Mathew&lt;/strong&gt; e sua companheira de batalha &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;, em sua história de vingança contra os &lt;strong&gt;Moebius&lt;/strong&gt;, um grupo antagonista que foi responsável pela morte do seu avô, desaparecimento de sua irmã e destruição da sua cidade. No meio do caminho ele irá encontrar personagens novos, além de outros já conhecidos e irá amarrar pontos do universo de Xenoblade que você nem sabia que existiam, ao mesmo tempo que no processo irá gerar mais um milhão de dúvidas na sua cabeça. Embora seja uma história que encerra todo um grande arco, eu duvido muito que o universo de Xenoblade irá parar por aqui, e para quem segue mais de perto, muitas coisas já foram reveladas em entrevistas com os desenvolvedores que dão mais dicas nessa direção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora eu ainda prefira o jogo base, os diálogos e personagens seguem muito bem escritos aqui também, apesar de tudo que eu disse antes, &lt;strong&gt;Mathew&lt;/strong&gt; tem espaço o suficiente para ter a sua própria história desenvolvida e é carismático o bastante para um protagonista, além de mesmo mecanicamente, apesar de não ser o personagem mais forte de todos, ele com certeza foi desenvolvido para o ser o mais gostoso de se jogar, é impressionante como todos os golpes dele passam uma satisfação sem igual ao acertar o adversário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aqui outra lição também foi aprendida, já que diferente de &lt;em&gt;Torna&lt;/em&gt;, o jogo fluí de maneira muito mais orgânica, ao mesmo tempo que também é mais contido, mas sem deixar de trazer diversas coisas para quem quer se perder nas muitas e muitas horas que esse mundo tem a oferecer. A narrativa que ele traz não somente faz esse tão falado fechamento da história da série até aqui, mas também funciona muitas vezes como um passeio por tudo o que já aconteceu e por isso dificilmente funcionaria bem para quem resolva chegar diretamente nesse episódio sem passar pelos anteriores. É estranho falar dessa forma, já que o final de tudo mesmo se dá no &lt;strong&gt;Xenoblade 3&lt;/strong&gt; base, mas a compreensão do mundo que &lt;strong&gt;Future Redeemed&lt;/strong&gt; dá altera até mesmo como você viu tudo o que aconteceu anteriormente. Embora individualmente não seja o meu ponto mais alto da série, eu não poderia ter recebido melhor encerramento do que esse e estou ansioso mesmo com o que virá para Xenoblade, que hoje é de longe uma das minhas séries preferidas. Quem sabe a edição definitiva de &lt;strong&gt;Xenoblade X&lt;/strong&gt;, que já foi lançada, mas eu ainda não joguei e também traz uma história extra inédita, não junte aquele mundo a esse e deixe as coisas ainda mais confusas e bagunçadas, que no final das contas é o que a gente quer desses jogos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Street Fighter 6 (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Street Fighter 6, com a personagem Marisa, uma mulher branca, musculosa, de cabelos vermelhos em formato de capacete de gladiador, levemente ferida, porém sorrindo, em um coliseu.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/5f179ec896339bd29b3e1f77206f0d297ba3fac412af2605a1bd9b6a0a626b36c2511ede20a5fa0edc62c83afe7062af740679008158741fbc38c85ea3d3a1c4/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Eu continuo adorando &lt;strong&gt;Street Fighter 6&lt;/strong&gt;, a dinâmica do jogo, as mecânicas, o visual, o estilo e tudo mais. Mas a real é que eu joguei muito pouco dele, ao ponto de quase não colocá-lo na lista, porém quero usar esse espaço para uma reflexão pessoal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Jogos de luta são um gênero do qual eu gosto bastante, algo totalmente influenciado por como eu tinha acesso a videogames na infância, o que se resumia a ficar vendo os outros jogando em bares que tinham alguma máquina de jogo de luta, as quais eu raramente jogava, dependendo das vezes que o meu pai me pagava algumas fichas. Aliás, &lt;strong&gt;Street Fighter&lt;/strong&gt; sempre foi a minha série preferida do gênero, embora eu tenha vagado por outras diversas, principalmente as da SNK. Mas atualmente a minha relação com esse gênero tem ficado meio complicada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dos primeiros pontos é como esse tipo de jogo passou a ser comercializado, nesse formato em que você compra o título, mas para tê-lo completo é preciso comprar passes e mais passes de temporada, fazendo com que o valor final seja bem mais alto do que um jogo tradicional. Eu entendo que esse foi o modelo de negócio encontrado pelos estúdios para manter esse gênero que talvez de outra forma teria sumido, mas continua sendo algo bem estranho para mim... maldito capitalismo!!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra coisa é a questão de como eu não consigo encaixar muito bem os jogos de luta na minha fila de jogos. Claro que eles são perfeitos para aquela jogada rápida, sem exigir muito de mim, mas dado todo o contexto que eu já disse, ainda vale a pena comprar um jogo que só vai servir para esses momentos pontuais, sendo que eu já tenho tantas outras opções disponíveis para isso? Alie isso ao fato de que eu não sou muito de jogar online e mal tenha assinaturas nas plataformas para isso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para me dar um direcionamento melhor, eu comecei a colocar como meta terminar o modo &lt;em&gt;arcade&lt;/em&gt; de &lt;strong&gt;Street Fighter 6&lt;/strong&gt; pelo menos uma vez com cada personagem disponível do jogo base, fora que eu ainda não voltei para o modo &lt;strong&gt;&lt;em&gt;World Tour&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que é legal, mas não me pegou tanto assim. Talvez ver ele como outros tipos de jogos, em que eu tenho um caminho determinado até o final funcione melhor para mim, não é muito diferente de como eu jogo um &lt;em&gt;Mario Kart&lt;/em&gt;, por exemplo, em que meu objetivo sempre é vencer todas as copas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;The Witness (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo The Witness, mostrando um cenário de floresta com árvores de folhas secas e amareladas, com uma parte de construção abandonada, com um portão com um desenho de uma árvore.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/f53b231a024ff4f826d123452334cc44d58406465be66c002056b0db8bc07a266f3441702bc9386057712c6a2b550f0f9ed89c55837e7eec76b1ff4ca3d0878b/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Witness&lt;/strong&gt; é um jogo que há tempos estava instalado no meu PlayStation 4, só esperando a oportunidade de ser jogado e finalmente a sua hora chegou. É um curioso jogo de quebra-cabeças, onde os desafios estão espalhados em uma grande ilha, com cada área tendo um tipo de desafio com suas próprias lógicas e onde eventualmente você vai se deparar com umas gravações de pessoas reais falando sobre conceitos filosóficos diversos da vida: sim, é bem viajado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os desafios se desenrolam de maneira simples, normalmente é um painel em que você tem que traçar um caminho de um ponto A ao B, porém seguindo regras específicas, ao resolver você habilita o próximo, então o próximo e assim por diante, muitas vezes também envolvendo o ambiente ao redor do personagem. Embora no começo as coisas sejam razoavelmente simples, tem alguns desafios que me faziam querer jogar o controle na parede e me sentir o ser humano mais burro da face da Terra, em especial na área final do jogo. Felizmente muitos dos maiores desafios são opcionais e você não é obrigado a terminar todas as áreas para chegar ao fim do jogo, bastando uma quantidade mínima, então se algo está te frustrando muito, o que aconteceu comigo várias vezes, é só sair caminhando, explorando o cenário e achando outros quebra-cabeças. Por outro lado, a sensação de conseguir finalmente entender uma lógica e resolver um desafio depois de horas matutando sobre aquilo, muitas vezes é extremamente satisfatória, removendo todo o sentimento negativo citado anteriormente e fazendo você se sentir a pessoa mais inteligente do planeta, seja lá o que isso signifique.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora ele tenha essa estrutura aberta, com você controlando um personagem, não há uma narrativa muito bem definida em &lt;strong&gt;The Witness&lt;/strong&gt;. A todo momento a ilha parece querer te contar alguma história com o seu cenário, existem estátuas, construções e instalações que parecem significar algo, mas nada é muito explícito, inclusive o final. Eu sinto que esse é um daqueles jogos em que você vai lá, monta as peças na sua cabeça e tira as suas próprias conclusões sobre o grande significado das coisas. Mas de qualquer forma, esse também é um dos grandes charmes desse jogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu sei que hoje em dia sabemos que Jonathan Blow, diretor e escritor do jogo, é um grandessíssimo arrombado, mas &lt;strong&gt;The Witness&lt;/strong&gt; ainda sim é um jogo difícil de ignorar, ele é muito criativo, variado, extremamente bem feito, com uma direção de arte lindíssima e o conceito de desafios espalhados em um mundo aberto é algo que não tem muitos pares por aí. Vai de cada um querer jogar ou não, eu confesso só ficar sabendo das coisas que o desenvolvedor fez depois, mas enquanto jogo foi de longe uma das melhores experiências que eu já tive com videogames.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Astral Chain (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Astral Chain, com a personagem principal (versão feminina), uma policial futurista, em meio a uma grande cidade de estética cyberpunk.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/d8c554b554f62338a86eacdbfafa28aaba6bad79437bcdefeb695531ebebedb7d9701af308c5c070b51677ae3bc7ec16958e6be2c59f41b6242c337273a77959/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Astral Chain&lt;/strong&gt; é um jogo da Platinum mais do começo do Switch que eu sinto que ficou um pouco esquecido ao longo do tempo, mas que definitivamente é um dos jogos mais legais do console. Se trata de um jogo de ação, exploração e investigação dividido em fases lineares, em que você controla um(a) policial futurista, que luta para proteger uma cidade meio &lt;em&gt;cyberpunk&lt;/em&gt; de ataques de monstros interdimensionais, ao mesmo tempo em que você utiliza um desses monstros como arma, através de uma tecnologia recentemente desenvolvida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A lógica geral dele é bem simples, normalmente rola um trecho da história, você vai para uma fase com um mapa aberto não muito grande, cumpre algumas missões, coleta algumas pistas, interroga algumas pessoas e então vai para a parte da porrada propriamente dita. Mecanicamente ele não chega a ser um &lt;em&gt;Bayonetta&lt;/em&gt;, tendo um ritmo mais cadenciado, mas a dinâmica do seu personagem com os &lt;strong&gt;Legions&lt;/strong&gt;, os bichos que te ajudam no combate, é bem divertida e diferente de outros jogos do gênero, apesar de ser estiloso no combate também ajudar a obter notas altas, saber utilizar o seu companheiro de forma mais eficiente também é de suma importância.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tecnicamente é um jogo muito impressionante, os visuais dele, muito estilizados, são muito bonitos e aqui o erro cometido em &lt;em&gt;Bayonetta 3&lt;/em&gt;, de tentar alcançar os 60 quadros e falhando praticamente o jogo inteiro, não foi cometido, se limitando a estáveis 30 quadros e mantendo a jogabilidade mais fluída. Aliás, falando no jogo da bruxa da umbra, foi impressionante ver como &lt;strong&gt;Astral Chain&lt;/strong&gt; influenciou muito &lt;em&gt;Bayonetta 3&lt;/em&gt; em seus segmentos de exploração, embora eu ache que aqui, pelo jogo realmente ser focado nessa estrutura, as coisas fluam muito melhor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É um jogo ótimo para quem gosta do gênero, mas sente falta de um algo a mais do que simplesmente socar hordas de inimigos, ele não é necessariamente genial em sua história e exploração, mas tudo é muito variado e interessante, com sequências exageradas, músicas empolgantes, temas cantados e toda aquela vibe anime que são comuns de jogos japoneses desse tipo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Disco Elysium - The Final Cut (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Disco Elysium, mostrando em destaque o personagem principal, um homem branco de meia idade, com bigode ligado a grandes costeletas, nariz vermelho, dando um sorriso malicioso. Na lateral direita, uma faixa preta com trechos de diálogos do jogo e uma opção de &amp;amp;quot;continuar&amp;amp;quot; disponível.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/25c787ce75fe064f8af8723cdde71a55f279ac1e0ce999a8a353439398e7d0d4701cc3e690c0b4ad6566c59dd620e29f0e20546fac13ad5ae4daaa112d59a982/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Finalmente eu joguei &lt;strong&gt;Disco Elysium&lt;/strong&gt; e olha, que jogo! Definitivamente é um título que merece todos os elogios que teve e os lamentos sobre o destino horrível do estúdio, com a maioria dos envolvidos no jogo se demitindo após diversas brigas com a empresa mãe.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ele é um &lt;em&gt;RPG&lt;/em&gt; em um sentindo bem tradicional, com direito a rolagem de dados em situações críticas e fortemente focado em diálogo, em que você é um policial alcoólatra, deprimido, com amnésia, mas que ainda sim está em uma pequena cidade junto a seu parceiro recém designado, &lt;strong&gt;Kim&lt;/strong&gt;, para descobrir quem foi o responsável por um assassinato que aconteceu há poucos dias. Você no começo do jogo decide quais serão as suas habilidades e elas farão parte da sua jornada junto com você, já que o personagem principal literalmente interage mentalmente com aspectos de sua consciência e isso influência diretamente no jogo, nos proporcionando diálogos extremamente bem escritos e momentos verdadeiramente tocantes. Aliás, tudo o que diz respeito a texto nesse jogo é absurdamente bem escrito. Como é de se esperar de um jogo desse tipo, as suas ações normalmente tem consequências e muitas coisas podem ser resolvidas, ou não, de maneiras bem diferentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro aspecto muito interessante de &lt;strong&gt;Disco Elysium&lt;/strong&gt; é a sua construção de mundo. Embora em um primeiro momento pareça que o mundo do jogo seja o nosso, na verdade se trata de outra realidade, parecida com a nossa, mas que possuí aspectos muito particulares, como linguagem, tecnologia e principalmente, sua história. É um mundo que passou por uma grande guerra em anos passados, mas que ainda sim ecoa por toda a sociedade ali presente. Como consequência, há um forte teor político pelo jogo com claros paralelos com a nossa sociedade, que embora seja muito interessante e ponto muito exaltado do jogo, eu ache que nunca chegue a uma profundidade desejada e por vezes seja maniqueísta por demais. Fica inclusive a minha nota de descontentamento pelo jogo focar muito em &lt;strong&gt;comunismo&lt;/strong&gt;, mas só ter citado o &lt;strong&gt;anarquismo&lt;/strong&gt; em uma única fala, pelo menos que eu tenha visto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por ser um jogo completamente focado em história é difícil falar muito sobre ele sem entregar tudo, mas foi com certeza uma das melhores narrativas que já joguei com momentos inesquecíveis e emocionantes. Só é uma pena que a versão de Switch tenha um problema muito sério, que depois de um certo ponto começa a travar periodicamente, tipo a cada meia hora, obrigando você a reiniciar o console e perder todo o progresso desde o último ponto de salvamento. Mas ainda que isso tenha sido extremamente inconveniente, não me impediu de chegar até o fim dessa história, na qual eu fiquei totalmente investido e ver o belíssimo final que esse jogo tem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Forza Horizon 5 (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Forza Horizon 5, com um carro preto parado em frente a um grande palco com uma placa escrito &amp;amp;quot;Horizon Pulse&amp;amp;quot; no topo, e vários banners nas laterais com avatares e nomes de jogadores reais do jogo, dentre eles o meu, Tchulanguero.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/c00342d833c0635eb4414792c50abe6aae032daf053281aca46c0613500cf824beb04bd91b25811bf52c9d0dd64f72bcd85700b1302865994fc408b4a3c1eaaa/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Em uma vibe parecida com a forma como eu decidi encarar jogos de luta, eu resolvi também voltar para &lt;strong&gt;Forza Horizon 5&lt;/strong&gt;, mas com um foco específico que eu considerei a minha forma de zerar o jogo: terminar todas as missões principais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não que eu tenha feito tudo o que esse jogo tem a oferecer, de certo modo &lt;strong&gt;FH5&lt;/strong&gt; é quase que um &lt;em&gt;RPG&lt;/em&gt; de mundo aberto cheio de missões, só que ao invés de guerreiros e lutas, aqui você usa carros e corridas. E se eu quiser voltar para ele ainda tem infinitas coisas para fazer, inúmeras missões secundárias que vão contar um pouquinho a mais da história automobilística do México e até mesmo de sua cultura em certa medida, mas como eu disse antes, eu precisava de foco.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E foi bem divertido esse meu retorno ao jogo, embora ele ainda seja menos &lt;em&gt;arcade&lt;/em&gt; do que eu gosto para um jogo de corrida, confesso que dessa vez eu consegui me dedicar um pouco mais a entender as minúcias dos controles e me saí satisfatoriamente bem na maioria das corridas que eu precisava para terminar as missões e até mesmo me arrisquei em algumas extras. Não que eu não tenha tido que abusar várias vezes da função de &quot;rebobinar&quot; os trechos das corridas para conseguir acertar uma curva ou outra, mas faz parte da mecânica do jogo, certo?!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No mais ele segue sendo um jogo de corrida com uma vibe muito gostosa, em um mundo onde todo mundo é de boa e só quer saber de corrida, tipo um &lt;em&gt;Velozes e Furiosos&lt;/em&gt;, mas sem o excesso de testosterona... ainda que eu goste genuinamente de &lt;em&gt;Velozes e Furiosos&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;. A forma como ele retrata o México é absurdamente detalhada e te faz se sentir lá, embora obviamente seja somente um recorte muito específico do país norte americano, mas é de longe para mim uma das partes mais legais desse jogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Melon Drop: Fruit Merge Master (Android)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure&gt;&lt;img alt=&quot;Tela do jogo Melon Drop, mostrando uma caixa transparente e várias frutas dentro, como laranja, abacaxi, coco, maçã, uva, cereja, limão e pitaya.&quot; class=&quot;imagemEscritoEsquerda&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/973f800d9fb05cd46f9325e31eeb2f91edf1ce0f8175a5189225194002654feb6acd6b0e75b71ed4390e75581f21509538d0e026882eb8b27a64759b43e040f8/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;No ano passado eu tinha falado de &lt;em&gt;Suika Game&lt;/em&gt;, que eu joguei por uma semana quando ficou de graça para assinantes do Nintendo Switch Online, então ao invés de comprar a versão para o console da Nintendo, eu resolvi apelar para um clone do jogo para celular mesmo, que é a plataforma perfeita para esse gênero.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Só que como todo jogo gratuito para celular, o grande problema é o excesso de propaganda, que sempre aparecem da maneira mais irritante possível. O que eu fiz? Usei um aplicativo que já uso para outras coisas e que tem como função bloquear a internet de outros aplicativos. Sem internet para o jogo, sem propagandas... eu sou um gênio!!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No mais o jogo é um clone idêntico a &lt;em&gt;Suika Game&lt;/em&gt;, você vai jogando as frutas dentro de um pote, fazendo combinações que vão gerar outras frutas, tudo de forma que elas não saiam do pote e torcendo para fazer uma grande combinação que consiga eliminar as frutas do pote para que caibam mais frutas ainda, nesse ciclo infinito de frustração e dopamina. Para um clone genérico até que o jogo é bem feitinho e raramente eu tive alguma problema técnico com ele.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para dar um senso de progressão o jogo é cheio de coisinhas para fazer, itens para desbloquear e até mesmo uma história bem bobinha sobre uma fazendeira que tem gatos meio plantas para acompanhar, mas nada com que seja necessário se preocupar, eu só queria mesmo um novo passatempo para alternar um pouco com &lt;em&gt;Vampire Survivors&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;The Legend of Zelda: Link’s Awakening (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo The Legend of Zelda: Link’s Awakening, com o personagem Link visto de cima, em uma praia, recebendo uma espada como item. Na legenda os dizeres: &amp;amp;quot;¡Recuperate tu espada! ¡Sabes que es tuya porque tiene tu nombre grabado!&amp;amp;quot;&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/9c9689077b616b9593df6c3894a8afff6d3a48f35f5cc423f955b8d3a125531b1ca65afe6629de036bb8a1f83b0814ce9b806cad37da7912122e2cb792b85959/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Na iminência de um novo Zelda 2D, pensei ser o momento exato de revisitar um dos melhores Zeldas já feitos, desta vez em sua versão refeita para o Switch. E tal qual um vinho, &lt;strong&gt;Link’s Awakening&lt;/strong&gt; é um jogo envelheceu absurdamente bem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Primeiro que apesar dos problemas de performance, o que não me entra muito na cabeça, já que é um jogo bem longe da ambição de um &lt;em&gt;Tears of the Kingdom&lt;/em&gt;, esse é um remake muito bem feito, com um capricho muito carinhoso por parte da &lt;strong&gt;Grezzo&lt;/strong&gt;, estúdio responsável por essa versão. Do visual fofinho, lembrando pequenos bonecos de brinquedo a trilha sonora completamente refeita, tudo parece ter sido feito com toda a dedicação possível e absurdamente bem conectado com a vibe do jogo, que vale lembrar, foi originalmente lançado para o primeiro Game Boy.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas apesar das mudanças mais estéticas, ainda é o mesmo excelente jogo de sempre, aliás sendo impressionante como os desenvolvedores conseguiram recriar a sensação de jogar aquele mesmo jogo do Game Boy, mesmo com algumas melhorias mecânicas que foram introduzidas. Tudo está ali da mesma forma que era antes, salvo as &lt;strong&gt;missões das fotos&lt;/strong&gt;, infelizmente substituídas pela adição do coveiro &lt;strong&gt;Dampé&lt;/strong&gt; e seu chatíssimo modo de &lt;strong&gt;construção de masmorras&lt;/strong&gt;, que não é nem de longe legal como possa parecer. Por outro lado, o &lt;strong&gt;labirinto colorido&lt;/strong&gt;, adição que foi feita na versão para Game Boy Color do jogo, aqui aparece mais uma vez para fornecer uma armadura extra para Link.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E como eu disse antes, esse é um jogo excelente até hoje, apesar de sua curta duração para um jogo da série e sua simplicidade. A narrativa onírica e totalmente não convencional, a liberdade que o jogo te dá para combinar os itens e achar a sua própria forma de jogar e o excelente design das masmorras, coloca ele fácil entre um dos meus Zeldas preferidos. Aliás, falando de masmorras, a &lt;strong&gt;Torre da Águia&lt;/strong&gt; é disparada uma das melhores de todos os jogos da série.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para quem nunca jogou e gosta desse tipo de jogo, eu o recomendo fortemente, seja no Switch ou emulador, vale até mesmo a versão do Game Boy Color, que você consegue rodar em qualquer celular hoje em dia. É um jogo completamente experimental da Nintendo, com um nível de criatividade absurdo e que para mim só foi ter par nesse aspecto com &lt;em&gt;Majora’s Mask&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/altas-confusoes-na-ilha-koholint&quot; title=&quot;Altas confusões na Ilha Koholint&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;The Legend of Zelda: Link’s Awakening&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bomb Rush Cyberfunk (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Bomb Rush Cyberpunk, com a personagem Bel, uma mulher loira de roupas azuis e botas laranja segurando uma lata de spray no ar, em frente a um painel com deselhos do sol e da lua.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/f716e3786c285d84895a6f40f49145ff7a3dbcedebde9d28fcf16bd7b56c161f397eeec39c34b06c559bc37449db1275c8975b224bf7341f7619d1c5e19e22a9/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Esse aqui é para todes aqueles que, como eu, são órfãos de um novo &lt;em&gt;Jet Set Radio&lt;/em&gt;, um dos melhores jogos do Dreamcast, ao menos até que a SEGA finalmente lance aquela continuação da qual eles fizeram um teaser há um tempo atrás. Enfim, o estúdio neerlandês &lt;strong&gt;Team Reptile&lt;/strong&gt; cansado de esperar, foi lá e fez a sua própria sequência espiritual e o resultado foi magnifico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aqui houve um foco muito grande em replicar exatamente o espírito dos jogos originais, &lt;em&gt;Jet Set Radio&lt;/em&gt; e sua continuação &lt;em&gt;Jet Set Radio Future&lt;/em&gt;, sem trazer mudanças muito significativas, e o jogo consegue ser extremamente competente nisso, jogar &lt;strong&gt;Bomb Rush Cyberfunk&lt;/strong&gt; é voltar para os anos 2000 e se sentir jogando um &lt;em&gt;Jet Set Radio Neo Future&lt;/em&gt; em um &lt;em&gt;Dreamcast 2&lt;/em&gt;. É um jogo sobre nostalgia, porém de algo que de fato há muito tempo não habita entre nós. Pode parecer pouco, mas também é preciso levar em consideração outra coisa: este é um jogo de um estúdio independente e é claro ao longo do jogo que eles tiveram que escolher muito bem as suas batalhas para não ampliar demais o escopo e tornar o jogo inviável de ser produzido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas nada disso significa que o jogo não tenha sido feito com um esmero e dedicação que ele merecia: os controles são muito mais precisos do que os dos jogos nos quais o título se baseia, as mecânicas são simples e funcionais, os gráficos são impecáveis e a trilha sonora um primor, com direito a faixas de &lt;strong&gt;Hideki Naganuma&lt;/strong&gt;, um dos compositores mais notáveis de &lt;em&gt;Jet Set Radio&lt;/em&gt;. Apesar da simplicidade, o jogo também é cheio de personalidade e ainda encontra espaço para originalidade, tanto em mecânicas, quanto em personagens e até mesmo em sua história, ainda que seja bem simples.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra coisa também é que aqui a polícia é um adversário que vai eventualmente trazer algum desafio ao jogador, mas bem longe da apelação que era em &lt;em&gt;Jet Set Radio&lt;/em&gt;, mesmo em níveis mais altos. Isso dá espaço para que navegar pelos cenários não seja só frustrante e sim divertido, ainda mais que é um jogo apinhado de desafios e colecionáveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Talvez não seja um jogo que terá um apelo para todos os jogadores, mas para aqueles carentes de um novo título da série na qual o jogo se baseia, &lt;strong&gt;Bomb Rush Cyberfunk&lt;/strong&gt; é de longe a melhor opção do gênero.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom, em que dois soldados de armadura conversam em um campo aberto com algumas plantas, flores e borboletas. Na legenda os dizeres &amp;amp;quot;Eu também não, mas ordens são ordens. Manda quem pode, obedece quem tem juízo.&amp;amp;quot;&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/3b21c25d56040929e8f92d6cf00c5676a8a5c075119e198540e775c98299e3624436d0edbf5f981c8a6b070222ff098f8d7a093487f629da2b6645f4bc8a893b/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Depois das minhas aventuras pela ilha de Koholint em &lt;em&gt;Link’s Awakening&lt;/em&gt;, foi a hora de colocar as mãos no mais recente lançamento da série Zelda, &lt;strong&gt;Echoes of Wisdom&lt;/strong&gt;. E esse jogo é especial não somente pelo retorno de um título em 2D da série depois de muito tempo, mais uma vez pela &lt;strong&gt;Grezzo&lt;/strong&gt;, como também o de vários marcos: é o primeiro Zelda feito pela Nintendo em que &lt;strong&gt;jogamos com a própria Zelda&lt;/strong&gt;, é o primeiro jogo da série a ser &lt;strong&gt;dirigido por uma mulher&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Tomomi Sano&lt;/strong&gt;, e o primeiro Zelda a ser lançado oficialmente em &lt;strong&gt;português brasileiro&lt;/strong&gt;!!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em uma clássica inversão de papéis, o jogo até começa com você controlando Link, mas as coisas rapidamente saem do roteiro e é Zelda quem terá que se desdobrar para salvar o herói calado. Mas ao invés de ser apenas um Link com visual diferente, as mecânicas de Zelda nesse jogo se baseiam em uma habilidade que a permite copiar objetos e inimigos para utiliza-los para explorar os cenários e até mesmo nos combates, como uma maga conjuradora, ou algo do tipo, com uma liberdade mecânica que em muito lembra a sensação que nos é dada em &lt;em&gt;Tears of the Kingdom&lt;/em&gt;, porém em uma escala proporcionalmente menor. Ainda sim, eu gostei muito das mecânicas, apesar das suas limitações, é bem divertido ficar encontrando maneiras criativas de resolver os problemas que o jogo traz ao jogador, ainda que existam soluções bem óbvias. O único porém fica para o combate que não consegue ser tão bem resolvido, ainda que funcional e que a batalha final seja uma das melhores partes do jogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O clima dele também é excelente, sendo tudo muito fofinho, tanto pelo visual quanto pela narrativa do jogo mesmo, e como eu disse antes, tudo em português em uma localização excelente, que consegue encaixar muito bem um humor e piadas bem típicas nossa. A forma como a Zelda é tratada, com a ideia de uma princesa se colocando a frente do problema e mostrando para todes de que também é capaz, combinou muito bem com a personagem. Também é bem legal como eles trazem os vários elementos mais modernos da série e até mesmo resgatam coisas que ficaram lá para trás, como os &lt;strong&gt;Zoras de água doce&lt;/strong&gt;, lá do Super Nintendo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É um jogo que não é tão bem resolvido quanto &lt;em&gt;Link’s Awakening&lt;/em&gt;, mas ainda sim uma grata surpresa para esse final de vida do Switch, feito com tanta dedicação quanto o &lt;em&gt;port&lt;/em&gt; do título anterior, ainda que ele tenha os seus problemas de performance mais acentuados e as mecânicas novas apesar de criativas, ainda carecem de refinamento. Por outro lado, eu gostei muito dessa nova direção que o jogo deu para os Zeldas 2D e espero de verdade que os desenvolvedores voltem a ter a chance de fazer algo novo nessa mesma linha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Wolfenstein: The New Order (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Wolfenstein: The New Order, com o personagem principal, em primeira pessoa, apontando uma arma para um grande robô não humanoide de quatro patas, em meio a uma guerra.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/6a99dffac041db4f3f04ffe278af4c160dcae30a0a61bc9f3556238c2b9696b130e14ad26158811a6266e742d22c6f27a8bae8971e4bde3137386ef9362ca06b/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente nós vivemos em tempos em que os neonazi perderam o medo de ficar sem os dentes na boca e, agora não fazem cerimônia em gritar por direitos (&lt;em&gt;sic&lt;/em&gt;) e até mesmo buscar por cargos políticos. Então embora não vá fazer absoluta diferença nenhuma no mundo real, não deixa de ser um pouco catártico se embrenhar em uma série sobre matar nazistas da forma mais sanguinária possível e foi isso que eu fiz começando por &lt;strong&gt;Wolfenstein: The New Order&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A essa altura esse já é um jogo bem antigo, lá da época do PlayStation 3 e Xbox 360, e mesmo para um &lt;strong&gt;&lt;em&gt;boomer shooter&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que são esses jogos de tiro em primeira pessoa mais parecido com os clássicos como &lt;em&gt;Doom&lt;/em&gt;, onde não existe uma busca por realismo e sim em ser o mais fodástico e exagerado possível, ele é bem simples. Mas nem por isso &lt;strong&gt;The New Order&lt;/strong&gt; é ruim, mesmo na sua simplicidade ele cumpre muito bem o que promete e &lt;strong&gt;matar nazistas, &lt;em&gt;hum&lt;/em&gt;, gostoso demais&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas por incrível que pareça, um dos pontos altos desse jogo está em sua narrativa, algo que a &lt;strong&gt;MachineGames&lt;/strong&gt;, desenvolvedora do jogo, manda muito bem. E só para deixar claro, o que eu estou falando aqui é sobre o modo de contar a história e não sobre a história em si, que eu resumiria basicamente em um &lt;em&gt;&quot;Rambo meio judeu que mata nazistas na segunda guerra&quot;&lt;/em&gt;, com o Rambo no caso sendo o protagonista, &lt;strong&gt;B.J. Blazkowicz&lt;/strong&gt;. Claro, &lt;strong&gt;The New Order&lt;/strong&gt; traz uma realidade paralela bem &quot;interessante&quot;, em que os nazistas subjugaram o mundo com tecnologias muito superiores às dos aliados e quais as consequências disso, mas como eu disse, o que é legal mesmo é a dinâmica de como essa história é contada, de um jeito que prende muito a nossa a atenção e faz com que tudo seja foda e grandioso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Porém tem uma ressalva que eu gostaria de fazer e que vai valer para todos os outros jogos da série que eu irei falar na sequência. Embora &lt;strong&gt;The New Order&lt;/strong&gt; traga como tema muito dos horrores que a Alemanha nazista de fato fez, as vezes fazendo comentários até bem conscientes sobre o assunto, ainda que de maneira um pouco torta e questionável, se posicionando politicamente de forma muito clara, esse não é nem de perto o foco do jogo, no máximo um fio condutor da narrativa. O objetivo aqui é o tiro, o sangue, o exagero, o humor, então toda a temática muitas vezes e mais estética do que qualquer outra coisa. E veja bem, isso não é uma crítica ao jogo, eu acho ele bem sincero no que se propõe e duvido muito que alguém entre nele de maneira enganada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No fim &lt;strong&gt;The New Order&lt;/strong&gt; é um jogo ótimo, com boa história, uma narrativa excelente e mecânicas simples e eficientes, embora eu confesse ter odiado as batalhas contra chefes que esse jogo tem, felizmente bem pontuais. A construção de mundo dele é muito criativa e consegue criar um distanciamento da realidade grande o suficiente para que certas coisas não soem desrespeitosas para com aqueles que de fato passaram pelos horrores da guerra, ainda que aconteça um deslize aqui ou ali nesse aspecto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Wolfenstein: The Old Blood (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Wolfenstein: The Old Blood, com uma grande placa preta dizendo &amp;amp;quot;Station Wolfenstein - Burg Wolfenstein&amp;amp;quot; em frente a uma fachada interna de um prédio militar, com estandartes vermelhos com suásticas nazistas.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/147ca3abce94c5d8f6cc9025cf0f0a7479056355f568b9480e020380d81d0e29ccfde48b8f97740f7336127943531234c5c54923ecf1b2ec56d1e4392498b4cc/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Old Blood&lt;/strong&gt; é quase que uma expansão de &lt;em&gt;The New Order&lt;/em&gt;, mas que funciona como um jogo a parte. Mecanicamente é a mesma coisa, mas a história aqui se passa antes dos acontecimentos do jogo base, com &lt;strong&gt;B.J. Blazkowicz&lt;/strong&gt; explorando o &lt;strong&gt;Castelo de Wolfenstein&lt;/strong&gt;, local que dá nome a série e que foi cenário do primeiro jogo lá em 1981, em busca de segredos nazistas que darão vantagens para os aliados durante a guerra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diferente do jogo base, aqui a narrativa é muito mais secundária, aparecendo bem menos, sendo que o grande foco ficam nas mecânicas mesmo, que pouco se diferenciam de &lt;strong&gt;The New Order&lt;/strong&gt;. Porém enquanto no jogo anterior a dificuldade era mais equilibrada, aqui tudo tem um tom de &quot;modo desafio&quot;, exigindo que você pense um pouco melhor antes de sair atirando para todos os lados de maneira desajeitada, ainda que nada absurdamente frustrante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu confesso que essa mudança de perspectiva de história para só ação não me pegou muito e em alguns momentos me cansou um pouco, mas por ser uma história extra e consequentemente menor, a curta duração não deu tempo o suficiente para que eu tenha de fato ficado frustrado. Não acrescenta muito a série, mas eu entendo que para a época foi um jogo que fez total sentido para aqueles que terminaram &lt;strong&gt;The New Order&lt;/strong&gt; e ainda queriam mais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Wolfenstein II: The New Colossus (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Wolfenstein II: The New Colossus, com a visão em primeira pessoa do personagem segurando duas armas, apontadas para um grande cachorro mecânico cuspindo fogo e um soldado de armadura pesada apontado uma arma.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/f00e6e89884802b7fadebc916746999055ca9041fd4566a0ece5573e7d5d5924656e499dcc354fa28297aac99288615987c11ed97240697cd6c554c82327241a/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Agora sim, uma continuação de fato, &lt;strong&gt;The New Colossus&lt;/strong&gt; segue a história de &lt;strong&gt;B.J. Blazkowicz&lt;/strong&gt; e seu grupo rebelde contra os nazistas, dessa vez com o foco em libertar um Estados Unidos ocupado, as vezes com um tom meio &lt;em&gt;&quot;liberdade para a America&quot;&lt;/em&gt; além da conta, mas ainda caricato o suficiente para não ser levado a sério demais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como um jogo que foi lançado para um geração posterior, na época de PlayStation 4 e Xbox One, &lt;strong&gt;The New Colossus&lt;/strong&gt; eleva o que &lt;em&gt;The New Order&lt;/em&gt; fazia a níveis muito mais frenéticos, a ação agora permite que você seja um pouco mais agressivo do que no jogo anterior e embora não chegue no mesmo nível de um &lt;em&gt;Doom (2016)&lt;/em&gt;, deixa tudo mais fluído e divertido. Os desenvolvedores deixaram a imaginação correr solta na hora de desenvolver novas armas e inimigos, de modo que tem coisas que parecem estar lá só porque alguém pensou que seria divertido, normalmente com razão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A princípio a ambientação do jogo me incomodou um pouco, pois há uma mudança sutil no tom das coisas. Enquanto &lt;em&gt;The New Order&lt;/em&gt; trazia uma tecnologia nazista retrofuturista, com uma vibe quase que &lt;em&gt;steampunk&lt;/em&gt;, na falta de uma palavra melhor, &lt;strong&gt;The New Colossus&lt;/strong&gt; acaba descambando para algo mais futurista mesmo, com diversos momentos em que parecia que eu estava jogando uma história que se passava em tempos mais atuais e não na década de 1940. Eventualmente essa estranheza passou e eu só aceitei que o jogo era daquele jeito mesmo, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas mais uma vez a &lt;strong&gt;MachineGames&lt;/strong&gt; brilhou em relação a narrativa. Como dessa vez os personagens já trazem toda uma carga de história do título anterior e o começo do jogo já introduz uma série de outras coisas, é claro que o tom começa bem mais sério e dramático. Porém por um bom tempo tudo parecia estranho, não que o jogo estivesse ruim, mas era um clima diferente do que eu esperava para um Wolfenstein. Porém sem entrar em maiores detalhes, eventualmente coisas acontecem na história e tudo faz sentido, você percebe que o sentimento estranho que o jogo proporciona é totalmente proposital e tudo faz sentido de uma maneira genial, influenciando até mesmo a parte mecânica de modo que você realmente sinta o impacto da história no personagem principal. E eu sinto que sem isso esse jogo não teria o impacto positivo que teve em mim ao terminá-lo, aliás, em um final que eu sei que muita gente não curte muito, mas eu pessoalmente achei narrativamente perfeito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao contrário do que acontece muitas vezes, aqui a lógica do melhor e maior fez bem a Wolfenstein, muito pelo talento da &lt;strong&gt;MachineGames&lt;/strong&gt; em como guiar as mecânicas do jogo através da narrativa. &lt;strong&gt;The New Colossus&lt;/strong&gt; é mais exagerado e divertido que seu antecessor, sem ter medo do quão ridícula a sua história possa ser, nos entregando o que para mim é o ponto alto da série, ao menos em sua fase moderna, até agora. Fica agora a esperança para talvez um dia haver uma continuação com um eventual &lt;em&gt;Wolfenstein III&lt;/em&gt;...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Wolfenstein II: The New Colossus - Crônicas de Liberdade (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Wolfenstein II: The New Colossus - Crônicas de Liberdade, com uma ilustração da personagem &amp;amp;quot;Agente Morte Silenciosa&amp;amp;quot;, uma mulher branca, de cabelos curtos e usando um tapa-olho, enforcando um soldado nazista enquanto sorri.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/2657395202e121dd5977e799ee3014c5feb3a8fbbd2c0948ce616fb5755f44bcda23114ce11fc2f795ded157e7d2549df0cd67359ab813b229aec9e31b73642f/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Crônicas de Liberdade&lt;/strong&gt; é uma expansão de &lt;strong&gt;The New Colossus&lt;/strong&gt;, mas diferente do que foi &lt;em&gt;The Old Blood&lt;/em&gt; para &lt;em&gt;The New Order&lt;/em&gt;, aqui ele funciona como uma &lt;em&gt;DLC&lt;/em&gt; mesmo dentro de &lt;strong&gt;Wolfenstein II&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A história é dividida entre três personagens, cada um com estilos de combate completamente diferentes, como se fosse aspectos de &lt;strong&gt;B.J. Blazkowicz&lt;/strong&gt;, mas que no fundo se resumem ao bom e velho matar nazistas (gostoso demais). Não são as narrativas mais inspiradas do mundo, as cenas de história são contadas através de ilustrações narradas, mas como já deu para perceber ser comum neste tipo de &lt;em&gt;DLC&lt;/em&gt;, a ideia aqui é ter mais Wolfenstein para quem já terminou o jogo base e ainda quer mais. De qualquer forma, é interessante ver perspectivas diferentes sobre esse mundo dominado pelos nazistas, saindo um pouco do núcleo principal, ainda que de maneira um pouco rasa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu pessoalmente peguei essa &lt;em&gt;DLC&lt;/em&gt; gastando os pontos que ganho com o programa de recompensas da Microsoft em um momento em que a expansão estava bem barata em promoção, o que sinceramente é o ideal para &lt;strong&gt;Crônicas da Liberdade&lt;/strong&gt;, já que ela não acrescenta muita coisa a série nem a experiência do jogo base.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Wolfenstein: Youngblood (Playstation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Wolfenstein: Youngblood, com a personagem em primeira pessoa segurando uma arma, enquanto a sua irmã e companheira de combate está a sua frente, trajando uma armadura de combate retro futurista, em meio a uma cidade destruída e incendiada, com símbolos nazistas espalhados.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/600ea0ba4244921531f4a56c73283ce110d271816921724d1e08ba50eeb1e9704222601de34acb0614aeaae371736fe76dd45e67ec5739d9fdb4437e528b9198/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Para fechar a minha jornada pela saga moderna de Wolfenstein, foi a vez de jogar &lt;strong&gt;Youngblood&lt;/strong&gt;, que se passa no futuro da série, pulando um grande trecho da história do que acontece depois de &lt;em&gt;The New Colossus&lt;/em&gt; e provavelmente do que um dia, talvez, será um terceiro jogo principal da série, sendo ambientado na Paris dos anos 1980. Só que ao contrário dos jogos anteriores, aqui as personagens principais são as &lt;strong&gt;filhas de B.J. Blazkowicz&lt;/strong&gt;, duas adolescentes altamente treinadas, mas que nunca estiveram em combate real e cresceram ouvindo as histórias de como os seus pais lutaram na guerra para livrar os Estados Unidos dos nazistas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Youngblood&lt;/strong&gt; é um jogo da série bem diferente e o quanto isso vai ser bom, neutro ou ruim, vai variar dos gostos e expectativas de cada um. Logo de cara é bom saber que ele nem de perto tenta ser um &lt;em&gt;Wolfenstein III&lt;/em&gt;, a decisão de fazer a história se passar muito mais no futuro com outros personagens já deixa isso bem claro. Outra coisa é que sim, ele é um jogo pensado para se jogar online com um amigo, ainda que isso não seja obrigatório, mas apesar de ele possuir uma estrutura de missões com um &lt;em&gt;hub&lt;/em&gt; principal e uma narrativa bem mais solta, lembrando muitas vezes algo mais próximo de um jogo como serviço, ele ainda sim é pensado para ser jogado em torno de uma história. É um meio termo estranho, mas que para mim pelo menos funcionou a contento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mecanicamente eu não achei ele tão refinado quanto &lt;em&gt;The New Colossus&lt;/em&gt;, talvez por ser um título que ficou a cargo da &lt;strong&gt;Arkane Lyon&lt;/strong&gt; (de &lt;em&gt;Dishonored&lt;/em&gt;) ao invés da &lt;strong&gt;MachineGames&lt;/strong&gt;, eu senti falta principalmente do peso que os ataques corpo a corpo que &lt;strong&gt;B.J. Blazkowicz&lt;/strong&gt; tinha nos títulos anteriores, mas ainda sim ele é bem divertido. É um pouco estranho porque agora todo o sistema de progressão é baseado em experiência e comprar habilidades com os dinheiros do jogo, mas depois que se acostuma a coisa fluiu bem. Embora ele agora tenha todo um sistema de que inimigos diferentes pedem tipos de armas diferentes para serem derrotados mais facilmente, eu confesso que joguei a maior parte do jogo com a escopeta, porque jogar com a escopeta é mais legal e também porque eu sou ruim de mira e o tiro dela &quot;espalha&quot; mais, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda que seja um jogo bem diferente dos outros da série, &lt;strong&gt;Youngblood&lt;/strong&gt; é sim bem divertido e imagino que seja um ótimo título para quem quer jogar algo com outro amigo a distância. A minha experiência jogando sozinho também fluiu bem, o computador ficou a cargo de uma das irmãs e por mais que se perca a dinâmica de jogar com outra pessoa, raramente ela me atrapalhou a ponto de eu ficar puto com isso. As duas personagens também são muito legais, elas o tempo todo alternam entre se zoar, lembrar de suas infâncias e compartilhar seus pensamentos, sendo uma ótima forma de construção de personagens sem ter que apelar para uma história muito rebuscada. Como ele tem essa estrutura parecida com a de jogo como serviço, também é um bom jogo para jogar despretensiosamente mesmo depois que terminar a parte de história, só para matar um tempo mesmo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outer Wilds: Archaeologist Edition (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Outer Wilds, com a visão em primeira pessoa de uma nave espacial semelhante aos módulos do projeto Apollo, pousada sobre uma superfície arenosa com um grande sol ao fundo.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/e3238d8ee6e3cd9bb748cec0a59aced2eb7a57e7a6b7cd8cc12441cae0b57261f5eb61e4d0f5ca6eb3152677b3436cc1aefb7f977ff9f2f3c2bb90d146d4a206/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outer Wilds&lt;/strong&gt; é um jogo que eu amo, está muito alto na minha lista de melhores jogos, mas que tem um problema muito sério: não existe uma progressão de jogo propriamente dita, o que você adquire e faz seguir em frente é o conhecimento das coisas, então uma vez que você jogou ele e entendeu tudo, meio que jogá-lo novamente acaba ficando sem graça... ou nem tanto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A verdade é quer jogar &lt;strong&gt;Outer Wilds&lt;/strong&gt; novamente acabou sendo uma experiência bem legal, mesmo eu já sabendo de todos os pontos principais do jogo. Só para explicar rápido, ele é um jogo de mundo aberto em que você é um astronauta alienígena que sai para explorar o seu sistema solar, que no passado longínquo foi habitado por uma outra civilização muito avançada tecnologicamente, mas que misteriosamente foi toda morta por motivos desconhecidos. Então não é um jogo em que você é um agente de qualquer coisa, você é um mero observador que coleta informações e vai entendendo o que aconteceu no passado. E como apesar de eu lembrar do principal da história, já havia um tempo em que eu o tinha jogado, foi legal rever todos os detalhes e coisas que mesmo você sabendo, ainda são muito interessantes de se ver. Para deixar as coisas mais ou menos equilibradas, eu tentei não me utilizar demais dos meus conhecimentos prévios, seguindo mais ou menos a linha de só usar os conhecimentos que o personagem já tinha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas não foi por isso que eu voltei para esse jogo e se você quiser saber realmente o que eu acho dele pode ler a minha &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/audaciosamente-indo-aonde-nenhum-nomai-jamais-esteve&quot; title=&quot;Audaciosamente indo aonde nenhum Nomai jamais esteve&quot;&gt;análise que escrevi na época&lt;/a&gt;. O que de fato me trouxe de volta a &lt;strong&gt;Outer Wilds&lt;/strong&gt; foi a sua &lt;em&gt;DLC&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;Echoes of the Eye&lt;/strong&gt;, que embora esteja integrada ao jogo base, acaba sendo praticamente um segundo jogo do estúdio, tão bom quanto o primeiro. De fato, para ficar mais fácil, irei tratar jogo base e &lt;em&gt;DLC&lt;/em&gt; como se fossem títulos separados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sem detalhar demais para não estragar a surpresa de ninguém, &lt;strong&gt;Echoes of the Eye&lt;/strong&gt; muda um pouco as coisas, primeiro por se passar em um único local, ainda que bem grande. Continua sendo sobre você ir descobrindo as coisas e entendendo certas lógicas para conseguir alcançar outros lugares, mas de um modo diferente de &lt;strong&gt;Outer Wilds&lt;/strong&gt;, do elemento textual aqui as coisas passam a acontecer de maneira mais visual, digamos assim. E se você achava a imensidão do espaço algo assustador e opressor, &lt;strong&gt;Echoes of the Eye&lt;/strong&gt; traz alguns momentos de muito suspense e quase terror, o que é algo que faz completo sentido para a história que ele está contando.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu confesso que ele demorou me pegar um pouco, no começo tudo era meio estranho e parecendo mal encaixado no jogo principal, mas eventualmente as coisas clicaram na minha cabeça, eu entendi as lógicas das mecânicas e a história me deixou investido daquele jeito em que só sossegamos quando chegamos no final. Assim como acontece em &lt;strong&gt;Outer Wilds&lt;/strong&gt;, existem momentos de epifania nesse jogo que são mágicos, cada grande descoberta que você faz cria pontos e mais pontos de conexão na sua cabeça, fazendo com que aos poucos o quebra-cabeças vá se montando. É impressionante como os desenvolvedores da &lt;strong&gt;Mobius&lt;/strong&gt; são habilidosos em montar esse tipo de narrativa e como eles conseguem trazer questões filosóficas tão profundas de uma maneira tão única.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No fim, &lt;strong&gt;Echoes of the Eye&lt;/strong&gt; complementa &lt;strong&gt;Outer Wilds&lt;/strong&gt; de maneira perfeita, sendo difícil não imaginar que ele sempre esteve nos planos dos desenvolvedores. Eu não sei se a &lt;strong&gt;Mobius&lt;/strong&gt; irá fazer algum outro jogo nesse nível novamente, não faço ideia no que e se eles estão trabalhando em outra coisa, mas são pessoas que fizeram um dos melhores e mais únicos jogos já feitos, deixando uma obra completa que eu me sinto mais do que satisfeito em ter jogado e que eu espero que influencie outros desenvolvedores de jogos independentes no futuro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/audaciosamente-indo-aonde-nenhum-nomai-jamais-esteve&quot; title=&quot;Audaciosamente indo aonde nenhum Nomai jamais esteve&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;Outer Wilds&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Metroid Prime Remastered (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Metroid Prime Remastered, com a personagem Samus vista de costas trajando a sua armadura espacial, vendo o vilão Meta Ridley se libertando de alguns cabos e estruturas que o mantinham preso, dentro de uma estação espacial.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/79ed24251cac3d3b3950c1740535ff4e6aaa8029b93a3684717888d70037f54f52431a82fa998d48ce28bca83bdbfd3b372c808df61fff16be63713e5c7bd569/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;A série &lt;strong&gt;Metroid Prime&lt;/strong&gt; foi responsável por boa parte dos meus jogos preferidos de Metroid, o que obviamente me coloca na expectativa para &lt;em&gt;Metroid Prime 4: Beyond&lt;/em&gt;. Então nada melhor do que jogar mais uma vez o primeiro &lt;strong&gt;Metroid Prime&lt;/strong&gt;, mas dessa vez nesse belíssimo &lt;em&gt;remaster&lt;/em&gt; lançado para o Nintendo Switch.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sim, essa é a terceira versão desse jogo que eu tenho, sendo a segunda em cópia física, mas essa é de longe a melhor forma de jogar esse jogo em tempos atuais. Os gráficos ficaram lindos, o sistema de controles foi totalmente reformulado para se assemelhar aos jogos de tiro modernos, ainda que mantenha emulações de outros controles da série, mesmo que infelizmente não muito precisas, além de algumas outras pequenas adições, como as narrações na introdução e final das versões japonesas e europeias do jogo original.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Metroid Prime&lt;/strong&gt; foi um jogo muito impactante em seu lançamento original no GameCube, além do choque de trazer a série para um ambiente 3D e em primeira pessoa, ele também influenciou vários jogos de tiro modernos a como fazer uma boa exploração de ambiente sob essa perspectiva. Lembro de quando eu joguei &lt;em&gt;Doom (2016)&lt;/em&gt; e via o tempo todo &lt;strong&gt;Metroid Prime&lt;/strong&gt; no design das fases e modo de exploração. E ainda que o seu foco não esteja no tiroteio, em especial as batalhas contra os chefes do jogo sempre dão um bocado de dor de cabeça para os jogadores mais incautos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda que ele não seja o meu preferido da série, cargo ocupado por &lt;em&gt;Metroid Prime 2: Echoes&lt;/em&gt;, é um jogo que eu gosto muito e é sempre ótimo revisitá-lo. É impressionante como a &lt;strong&gt;Retro Studios&lt;/strong&gt;, que aliás não é creditada corretamente no final do jogo, soube pegar todo o clima de &lt;em&gt;Super Metroid&lt;/em&gt; e trazer para essa sua versão 3D do mundo de Metroid, o que permanece intacto nessa versão. Fica aí agora a esperança de que eles tragam o segundo e o terceiro jogo da série com o mesmo tratamento, para que tenhamos a quadrilogia completa em consoles modernos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-070-metroid-prime-parte-1-ridley-volta-aqui&quot; title=&quot;Vão Assistir! #070 - Metroid Prime - Parte 1: Ridley, volta aqui!&quot;&gt;Veja as nossas transmissões de &lt;strong&gt;Metroid Prime&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Capcom Arcade 2nd Stadium: Pocket Fighter (Super Gem Fighter Mini Mix) (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Pocket Fighter, com uma luta entre os personagens Akuma e Ryu, com Akuma aplicando uma sequencia de golpes simulando movimentos de natação, trajando apenas uma sunga azul e óculos.&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/5754a318a72dfc00318a99c54b229590ed307aa86beae59da2547e8e230bec62c16e7b80e54f878b3aba618530fb8bb430d8c1318386f88b3d824890f4a85a93/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Bom, eu fiz todo aquele discurso sobre jogos de luta ali em cima no &lt;em&gt;Street Fighter 6&lt;/em&gt;, mas cá estou eu aqui novamente, sem nenhuma vergonha na cara, trazendo mais um jogo de luta, dessa vez em escala menor, com &lt;strong&gt;Pocket Fighter&lt;/strong&gt;. Eu sei, é o nome japonês, mas foi como eu conheci esse jogo lá no PlayStation 1.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aqui no caso a ideia era ter uma opção bem baratinha no Switch para aquela jogada rápida, e esses jogos do &lt;strong&gt;Capcom Arcade Stadium&lt;/strong&gt;, que já são baratos, volta e meia estão em promoção por coisa de cinco reais. E pela natureza portátil do Switch, aqui o lance de partidas rápidas faz mais sentido ainda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para quem não conhece esse é um jogo clássico da &lt;strong&gt;Capcom&lt;/strong&gt; em que vários de seus personagens de jogos de luta diversos, em especial &lt;em&gt;Street Fighter&lt;/em&gt;, se apresentam em formato &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Super_deformed&quot; title=&quot;Artigo da Wikipedia sobre &amp;amp;quot;super deformed&amp;amp;quot;&quot;&gt;super deformado&lt;/a&gt;, com versões bem mais bobas e divertidas de suas personalidades. As batalhas tem mecânicas bem simplificadas de golpes e combos, e trazem as dinâmicas das gemas, pedras coloridas que vão se espalhando pelos cenários e que conforme coletadas aumentam a potência dos golpes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não é um jogo para quem procura um desafio em jogos de lutas de maneira mais robusta, mas é um excelente título para matar o tempo ou jogar despretensiosamente com amigos. Como ele tem mecânicas bem simplificadas, mesmo quem não é lá o maior exímio jogador vai ter alguma chance, ou pelo menos se divertir muito no processo com as animações exageradas e engraçadas dos lutadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E finalmente chegamos ao fim de mais uma lista do que joguei ao longo do ano, ainda que um pouco atrasada mais uma vez, mas é o nosso lema de sempre de &lt;em&gt;&quot;publica quando der&quot;&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;&quot;antes tarde do que nunca&quot;&lt;/em&gt;, sei lá, alguma coisa assim, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No mais um feliz &lt;strong&gt;2025&lt;/strong&gt; para todes, que nosso ano seja mais tranquilo... não, sério, que seja mais tranquilo, porque por aqui já deu... que possamos ter tempo, saúde e disposição o suficiente para jogar os nossos jogos em paz. Beijos e abraços para vocês galera e até o ano que vem!!! &lt;img alt=&quot;=***&quot; class=&quot;emoticons&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__arpd/web/layout/imagens/emoticons/kiss.svg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta publicação faz parte do &lt;em&gt;meme gamer&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&quot;O que você jogou em 2024?&quot;&lt;/strong&gt;, que foi organizado mais uma vez pelo nosso grande parceiro &lt;strong&gt;Marvox&lt;/strong&gt;, segue a lista com os demais participantes desta edição:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Arquivos do Woo&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/01/22/o-que-eu-joguei-em-2024-diogo-batista/&quot; title=&quot;O que eu joguei em 2024 | Diogo Batista&quot;&gt;Diogo Batista (Site)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Marvox Brasil (Parte 1)&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/DES5FtUSg7G7LRV6XvrNI55Tk-xJ7uQF_wUAms0&quot; title=&quot;[1-2] O Que Você Jogou em 2024? Meme Gamer - 14ª Edição&quot;&gt;Marvox (Instagram)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Marvox Brasil (Parte 2)&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/marvoxbrasil/p/DES6ccGSuUCCswZvxRBE-HMYF7T4kQxp3w-VxE0&quot; title=&quot;[2-2] O Que Você Jogou em 2024? Meme Gamer (14ª Edição)&quot;&gt;Marvox (Instagram)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Videogames com Cerveja&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://www.vgscomcerveja.com.br/post/meme-oqvj-2024&quot; title=&quot;MeMe - O Que Você Jogou em 2024?&quot;&gt;Felipe Barbosa (Site)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2024-tchulanguero&quot; title=&quot;O que eu joguei em 2024 - Tchulanguero&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>Porque me ater a apenas um jogo se eu posso jogar uma série inteira?</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2024-tchulanguero" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2024-tchulanguero</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2025-01-08T07:45:28-03:00</published>

 <updated>2025-01-08T07:45:28-03:00</updated>

 <title>17 anos de Vão Jogar!</title>

 <category term="Vão Jogar!" /><content type="html">&lt;p&gt;Mais um aniversário para vocês lembrarem que ainda estamos aqui!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/17-anos-de-vao-jogar&quot; title=&quot;17 anos de Vão Jogar!&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/ee9c73464ec4304bf2aebf0ed6ed24a7ff49d81c520cbda06fc4737c6c6f8bbd5a5bba8be72336331f2fac2118513f26f1f684378182422dd32bba05de9598cc/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: 17 anos de Vão Jogar!&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vejam só, nosso site já chegou ao último ano do ensino médio, somente existindo, nesse vácuo imenso da internet fora das redes sociais. Tudo bem que ele tem hibernado nos últimos anos, eu até hoje não consegui pegar para reformular o visual e tudo mais, mas ei, &lt;strong&gt;17 anos&lt;/strong&gt;!!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E lembra que ano passado eu falei que ia tentar ser um pouco mais ativo, mas precisava que 2024 fosse um pouco mais gentil? &lt;em&gt;Hwa hwa hwa&lt;/em&gt;, que inocente eu fui, em determinados aspectos da minha vida o ano passado foi meio complicado e esse ano a coisa não deve melhorar muito. O que isso significa para o site? Eu também não sei, mas pelos menos seguimos com a nossa habitual programação de início de ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sim, porque problemas pessoais a parte, pelos menos quando se trata de videogames eu posso dizer que joguei muito, bastante, um bocado, jogo para um &lt;em&gt;kct&lt;/em&gt;! Sabe a minha &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2023-tchulanguero&quot; title=&quot;O que eu joguei em 2023 - Tchulanguero&quot;&gt;retrospectiva anual&lt;/a&gt; do que joguei no ano anterior, que ano passado veio um bocado encorpada? Vai rolar novamente esse ano da mesma forma, vou sentar para escrever com calma sobre cada coisa que joguei e publico isso em algum momento antes de... Março talvez? É em Março o Carnaval né, também conhecido como o início real do ano. Enfim, quando ficar pronto saí e aí vocês ficam sabendo o que eu joguei.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com relação a redes sociais segue a mesma coisa, sigo centrando minhas atenções no &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://kolektiva.social/@tchulanguero&quot; title=&quot;Mastodon Tchulanguero - Kolektiva.Social&quot;&gt;Mastodon&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; mesmo, inclusive lá tem uma brincadeira da comunidade brasileira de todo dia da semana falar de uma temática diferente e videogames aparecem as segundas sob a &lt;em&gt;hashtag&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://mastodon.social/tags/segundaficha&quot; title=&quot;Tag segundaFicha pela Mastodon.Social&quot;&gt;#segundaFicha&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, cada semana com um tema diferente sobre jogos em que as pessoas compartilham as suas experiências. Convido vocês a conhecerem lá e participarem, é um ambiente bem receptivo, desde que você não seja uma pessoa babaca, até porque esse tipo de tática de engajamento não funciona por lá.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então fiquemos assim, que &lt;strong&gt;2025&lt;/strong&gt; seja um excelente ano para todes, que possamos desfrutar da tranquilidade necessária para curtir nossos jogos e que nossas maiores dificuldades estejam dentro deles e não fora. Beijos e até mais!!! &lt;img alt=&quot;=***&quot; class=&quot;emoticons&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__arpd/web/layout/imagens/emoticons/kiss.svg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/17-anos-de-vao-jogar&quot; title=&quot;17 anos de Vão Jogar!&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>Mais um aniversário para vocês lembrarem que ainda estamos aqui!</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/17-anos-de-vao-jogar" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/17-anos-de-vao-jogar</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2024-03-16T14:46:37-03:00</published>

 <updated>2024-03-19T22:38:32-03:00</updated>

 <title>O que eu joguei em 2023 - Tchulanguero</title>

 <category term="Cuphead: The Delicious Last Course (DLC)" /><category term="Death Stranding" /><category term="Especiais" /><category term="Fallout 4" /><category term="God of War (2018)" /><category term="Marvel’s Spider-Man" /><category term="Marvel's Spider-Man: Miles Morales" /><category term="Mass Effect" /><category term="Mass Effect 2" /><category term="Mass Effect 3" /><category term="Mass Effect: Legendary Edition" /><category term="Metal Gear Solid V: Ground Zeroes" /><category term="Metal Gear Solid V: The Phantom Pain" /><category term="No More Heroes" /><category term="No More Heroes 2: Desperate Struggle" /><category term="No More Heroes 3" /><category term="O que nós jogamos em 2023" /><category term="Street Fighter 6" /><category term="Suika Game" /><category term="The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom" /><category term="Transistor" /><category term="Vampire Survivors" /><category term="Xenoblade Chronicles 3" /><content type="html">&lt;p&gt;As vezes nem eu sei de onde eu tiro tanto tempo para jogar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2023-tchulanguero&quot; title=&quot;O que eu joguei em 2023 - Tchulanguero&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/92f0a311d465d42851ed96d0b82ee20df7a1c54196d275d00aa5608c9fbaa412909d597fb1b724b2b38f24214d158d5f2e1b8eeeb67f50108332c93d74755743/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: O que eu joguei em 2023 - Tchulanguero&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pensaram que eu havia desistido deste escrito aqui por uma mera questão temporal? Pois ele demorou um pouco, mas chegou, &lt;del&gt;apesar da campanha oficial do meme este ano não ter rolado, acontece&lt;/del&gt;. Mas como eu &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/16-anos-de-vao-jogar&quot; title=&quot;16 anos de Vão Jogar!&quot;&gt;havia prometido no editorial de aniversário&lt;/a&gt;, desta vez eu quis escrever um pouco mais do que o de costume sobre cada jogo, então para não sair tudo corrido demais, apesar de eu ter escrito boa parte cansado depois do trabalho, preferi atrasar um pouco mesmo. Mas o resultado está aí, mais uma vez o listão de jogos do que joguei no ano anterior, agora cheio de detalhes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2022-tchulanguero&quot;&gt;Relembre o que eu joguei em &lt;strong&gt;2022&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como eu havia profetizado no ano passado, &lt;strong&gt;2023&lt;/strong&gt; foi um ano em que a quantidade de jogos foi menor, ou quase, mas em compensação foram muitos jogos gigantes, o que significa que eu joguei muito de qualquer forma, sabe-se lá como, considerando o pouco tempo livre que eu tenho. E já de antemão eu digo que 2024 provavelmente vai seguir nessa mesma linha, em parte também porque eu estou tentando conter aquele sentimento de &lt;em&gt;&quot;tenho que jogar imediatamente a próxima coisa&quot;&lt;/em&gt; e me permitindo ficar um pouco mais tempo com os jogos... as vezes muito mais tempo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então sem mais delongas, &lt;strong&gt;eis os jogos que eu joguei em 2023&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Xenoblade Chronicles 3 (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagens Noah e Mio, de Xenoblade Chronicles 3, tocando flauta&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/9feb7c7940ef5f78b101ea3779aee5c9ee2bb4363ba4bb0c666252f9aac927140a27fa579cd2f3b6c4a10cce889de96dee6dd4d65988f0ce090f9330e5f50505/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Eu já havia falado sobre &lt;strong&gt;Xenoblade 3&lt;/strong&gt; no ano passado, mas esse jogo vale a pena ser mencionado sempre que houver oportunidade. A terceira entrada numerada da já tradicional série de &lt;em&gt;JRPG&lt;/em&gt; da Nintendo é o ápice de tudo o que seus antecessores traziam de melhor, em um grande primor técnico visual, sonoro, musical e, principalmente, narrativo. Ainda que ele possua uma história própria que não dependa muito de você ter jogado os títulos anteriores, é muito interessante como sutilmente ele acrescenta novos elementos a esse universo que começou lá no Wii.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É um jogo que também soube olhar para as burocracias de títulos passados, sejam nas mecânicas de batalhas ou emaranhados de equipamentos dificílimos de entender, simplificando tudo de uma forma em que batalhar se torna muito mais dinâmico. Sim, ainda é o esquema meio &lt;em&gt;MMORPG&lt;/em&gt; em que o personagem tem ataques automáticos mesclados com ações disparadas pelo jogador, que eu sei não agradar todas as pessoas, mas dessa vez foi tudo na medida certa. Claro que existe uma mecânica aqui ou acolá que carecia de um melhor polimento, mas nada muito comprometedor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas de longe o que &lt;strong&gt;Xenoblade 3&lt;/strong&gt; traz de melhor é a construção de seus personagens principais. Muito longe de qualquer estereótipo comum do gênero, os protagonistas se apresentam como pessoas reais, que ainda que em um mundo de fantasia, se comportam como seres falíveis e cheios de dúvidas, com conversas sinceras sobre o que eles são ou almejam, que apesar de unidos por circunstâncias forçosas, constroem laços emocionantes de amor e amizade. Isso cria momentos em que mesmo quando a história principal caia em velhas e conhecidas narrativas de jogos, você realmente se importe com o que está acontecendo e com o destino daqueles personagens. E tudo isso com um esmero não só de escrita, mas também de direção de cenas e, especialmente, de dublagem, ao menos na versão em inglês, que foi com a qual eu joguei. Como todo &lt;em&gt;JRPG&lt;/em&gt;, é um drama um tanto quanto brega em diversos momentos, o que não é um demérito, mas definitivamente é um jogo emocionante e feito com um esmero ímpar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;God of War (2018) (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;O personagem Kratos, de God of War, de machado em punho de frente a um grande troll&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/7e1100e7c344a181c3965df8de5a83d7ca72cfab7019373e7fdd7f57345fc815a68da3cab2b5bfc24250557486a4b8153352802d4e7b18a9eb139f68c008d3d7/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Falando em jogo emocionante, eu, acompanhado da Letícia, finalmente cheguei ao final da jornada pessoal de &lt;em&gt;Cleiton&lt;/em&gt; e seu filho. E como foi bom ter uma boa história de &lt;strong&gt;God of War&lt;/strong&gt;, que ainda que tenha tido os seus momentos épicos, se preocupou muito mais em olhar para dentro de &lt;strong&gt;Kratos&lt;/strong&gt; e refletir sobre o que é o personagem. Em diversos momentos era quase como se os desenvolvedores não estivessem falando do deus caído e sim do que era God of War no passado e qual é o seu lugar nos tempos atuais. Isso tudo sem renegar o que Kratos foi e muito menos descaracteriza-lo. Dá para resumir boa parte do que é esse jogo como uma grande reflexão do protagonista sobre o seu passado, como isso o moldou e o que isso lhe trouxe, como um grande fantasma a ser exorcizado através de uma jornada de autoconhecimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mecanicamente eu gostei muito do ritmo mais cadenciado que o jogo ganhou, ainda que com lógicas de batalhas bem simples. Apesar de se distanciar bastante do &lt;em&gt;hack ’n’ slash&lt;/em&gt; do passado, com um Kratos bem mais lento e auxiliado por seu filho &lt;strong&gt;Atreus&lt;/strong&gt;, que atua como um elemento estratégico e narrativo, o tempo todo há um reforço sobre o quão forte o personagem é, você sente o peso de cada golpe e essa lentidão me foi essencial nesse quesito. E o &lt;strong&gt;machado&lt;/strong&gt;, nova arma de Kratos, complementa muito bem esse combate dando a dinamicidade que ele precisa. Só é uma pena que em relação a parte de equipamentos o jogo se perde em menus desnecessariamente complexos, em que eu só equipava o mais óbvio para não ter que lidar mais com aquilo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No final das contas eu acabei não explorando muito o jogo além de sua narrativa principal, mas o mundo ali trazido é muito interessante, explorando bem uma nova mitologia e adaptando de maneira acertada o personagem estrangeiro naquele universo. Apesar do gancho absurdo para uma nova história, o final dele é um ótimo encerramento de arco, seguindo a linha do que foi o jogo inteiro, respeitando o personagem e o trazendo a uma nova era. Eu sei que &lt;em&gt;God Of War Ragnarok&lt;/em&gt; no geral não foi bem recebido, mas definitivamente eu ainda quero ver onde esse &quot;novo&quot; Kratos vai chegar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vampire Survivors (Android)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Tela do jogo Vampire Survivors, com um personagem esqueleto ao centro, cercado por um campo de proteção e centenas de imimigos ao seu redor, em um cenário de biblioteca&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/da9824c21f7ba199a1734b6bc1948e156256728fac2f508fe06aefb47f74906992d1c83518a39124c1f820e35790e86f55835002d9adc7a4810d98830e88f890/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;O surto em forma de jogo me pegou de vez, eu simplesmente fiquei fissurado em &lt;strong&gt;Vampire Survivors&lt;/strong&gt;, curiosamente em sua versão para celular mesmo, que funciona muito bem. Nomeado por muitos como um &lt;em&gt;&quot;bullet hell invertido&quot;&lt;/em&gt;, toda a lógica de ficar tentando ir cada vez mais longe nas fases e aos pouquinhos melhorar os equipamentos, descobrindo as melhores combinações e sem querer esbarrando em cada vez mais segredos, estrategicamente liberados paulatinamente, me pegaram muito de jeito. Quantas vezes eu não comecei jogando no ônibus no caminho de volta do trabalho e terminei em casa, só porque eu estava quase conseguindo passar uma determinada fase, faltando apenas mais um pouquinho de alguma coisa. Aliás, jogo perfeito para o trabalhador que vai em pé no transporte público, sendo facilmente jogado com uma única mão e com o celular em pé.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do visual meio tosco, literalmente chupinhado de &lt;em&gt;sprites&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;Castlevanias&lt;/em&gt; antigos, a pirotecnia visual desse jogo também é outra coisa que me pega. Assim como acontece em jogos de outros gêneros, como &lt;em&gt;Bayonetta&lt;/em&gt;, por exemplo, há momentos em que simplesmente não se vê o que está acontecendo, é só luzes piscando, inimigos vindo de todos os lados e os números de dano subindo. E eu adoro essas coisas!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar de no momento eu estar com ele um pouco em pausa, principalmente por ter exaurido todo o seu conteúdo base, eventualmente eu vou cair na besteira de comprar as &lt;em&gt;DLCs&lt;/em&gt; que foram lançadas para novamente cair em outro buraco sem fundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mass Effect Legendary Edition: Mass Effect (PC - Windows - EA App)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena de Mass Effect 1, com a personagem Sheppard de armadura e arma em punho, mirando para uma nave espacial alienígena ao fundo, de frente a uma base&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/1fd522249dddea3f2c95d452f93d3f1993470c1622dc7c589e0b8619180193de23995c294681b756d0ad8904859501802b1563fb91bae2e2d2fe0a58a27c57bb/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Em algum momento do passado eu havia prometido não mais retornar a &lt;strong&gt;Mass Effect&lt;/strong&gt; para não quebrar a magia da minha história, mas eu acabei não resistindo a possibilidade de jogar novamente a trilogia completa, com todas as &lt;em&gt;DLCs&lt;/em&gt; e tradução (não oficial) para o português brasileiro. Mas para mudar um pouco as coisas, dessa vez eu joguei com a versão &lt;del&gt;chata&lt;/del&gt; masculina de &lt;strong&gt;Shepard&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mass Effect&lt;/strong&gt; segue como o meu preferido da série, um &lt;em&gt;CRPG&lt;/em&gt; de ficção científica bem aos moldes de jogos antigos do gênero, com uma história épica, muita ação, exploração espacial, personagens cativantes, um pouco de romance e trocentas possibilidades de rumos a serem tomados. Tudo bem que mesmo com essa versão melhorada as coisas ainda sejam um pouco datadas, o tiroteio é estranho, os menus de equipamentos são incompreensíveis, a exploração dos planetas com o &lt;strong&gt;Mako&lt;/strong&gt; varia do frustrante ao enfadonho, as missões secundárias no geral ocorrem sempre na mesma meia dúzia de mapas e muitas delas vão terminar simplesmente com uma grande caixa de texto explicando o que aconteceu, ainda que nos futuros jogos sejam histórias de grande importância.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar desse modo meio desengonçado, com esse pé em jogos de computador do milênio passado, e de fato em diversos momentos &lt;strong&gt;Mass Effect&lt;/strong&gt; se parece com um jogo dos anos 1990 lançado nos anos 2000, o clima regado a sintetizadores, aquela diversidade alienígena digna de um &lt;em&gt;Star Trek&lt;/em&gt;, em que cada espécie foi minuciosamente escrita e pensada, a construção de mundo, os diálogos excelentes e o senso de grandiosidade fazem dele algo único entre os videogames. Eu sei que hoje não dá para negar que Shepard tenha uma vibe meio canastrona demais, com toques de misoginia e fortes tendências a discursos fascistas, o que deixa um tom meio agridoce por toda uma narrativa muito bem escrita, mas ainda assim é um jogo que se sustenta por apresentar um universo rico e único.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/a-essencia-da-trilogia-mass-effect&quot; title=&quot;A essência da Trilogia Mass Effect&quot;&gt;Leia a nossa análise da &lt;strong&gt;Trilogia Original de Mass Effect&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mass Effect Legendary Edition: Mass Effect 2 (PC - Windows - EA App)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagem Thane, de Mass Effect 2, em destaque&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/546cc6c45777da83afa85d14d5821d433e4e6c30c340a31c2288fc60794805b37a09e5c123c2917f91a56244518a711820d75b1b0cc0e8b0b1897a6b099e1e07/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Eu acho um grande feito da &lt;strong&gt;BioWare&lt;/strong&gt; de como em um espaço de mais ou menos três anos dentro de uma mesma geração ela deu um salto técnico tão absurdo em uma sequencia, &lt;strong&gt;Mass Effect 2&lt;/strong&gt; é visualmente mais bonito que o primeiro, com ambientes muito mais detalhados e ricos. O problema é que boa parte do clima de ficção científica acabou se perdendo no caminho, a exploração foi reduzida a menus e minigames, trazendo um jogo muito mais focado na ação com toques de &lt;em&gt;RPG&lt;/em&gt;, ainda que os longos diálogos e foco na história tenham sido mantidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas o grande destaque do jogo dessa vez não está em uma narrativa épica, ainda que ela esteja lá, e sim em seus personagens. Com uma história estruturada como um clássico filme de roubo, como &lt;em&gt;Onze Homens e um Segredo&lt;/em&gt;, na maior parte do tempo o foco estará em recrutar, conhecer, ajudar e se afeiçoar aos membros da sua equipe, que são bem melhores construídos do que no primeiro jogo. Aliás, rever alguns dos seus velhos companheiros, agora cada qual tomando conta de sua própria vida, é todo um acontecimento. Infelizmente para mim aqui também está o &lt;em&gt;&quot;Calcanhar de Aquiles&quot;&lt;/em&gt; do jogo, já que mecanicamente as coisas são um pouco estranhas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O sistema de personalidade de &lt;strong&gt;Shepard&lt;/strong&gt; deixou de se apoiar na lógica de pontos de &quot;carisma&quot; e &quot;intimidação&quot; na ficha, para incorporar de vez a lógica de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&quot;paragon&quot;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&quot;renegade&quot;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que diga-se de passagem, são herança de &lt;em&gt;Star Wars: Knight of the Old Republic&lt;/em&gt; e seu sistema de &lt;em&gt;&quot;Lado Luminoso&quot;&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;&quot;Lado Sombrio&quot;&lt;/em&gt; da &lt;em&gt;Força&lt;/em&gt;. Então conforme as decisões são tomadas você vai pendendo para um lado ou outro, o que seria excelente se não fossem determinadas situações que só podem ser resolvidas com números muito altos de um dos lados. Felizmente nessa versão as coisas foram amenizadas, mas ainda sim pode ser bem frustrante ver uma impossibilidade diante dessa mecânica, que ainda por cima vai te privilegiar bem mais em termos de narrativa se você for puramente &quot;bonzinho&quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro problema que eu tenho com o jogo são com o relacionamentos românticos de Shepard. Legal a diversidade, legal que agora a versão masculina do comandante também possa ser bissexual, mas é meio triste que os melhores diálogos com os personagens estejam atrás da decisão de com quem você irá levar o relacionamento adiante. Sabe, eu não quero ter que ficar jogando um milhão de vezes só para cada vez escolher um novo par e ter mais um pedaço da história.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda que com os problemas apontados e a persistência na construção problemática do personagem de Shepard, &lt;strong&gt;Mass Effect 2&lt;/strong&gt; foi outro grande jogo, que faz com que você realmente se importe com os personagens e o que vai acontecer com eles... ou quase, eu ainda não consigo gostar 100% da Miranda e seu discurso de &lt;em&gt;&quot;nossa, como é difícil ser a mulher perfeita, por isso eu vou ser pau no cu com todo mundo&quot;&lt;/em&gt;. Ele abandona muito dos pontos fortes do primeiro jogo, mas transforma isso em melhorias para outros aspectos e construções de mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mass Effect Legendary Edition: Mass Effect 3 (PC - Windows - EA App)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagem Sheppard, de Mass Effect 3, de armadura e arma em punho, com um grande ser alienígena ao fundo disprando raios sobre um planeta rochoso&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/7a6545e4e9e813f07dbad8c07c7d1ddeebcc902b09042d68f8aa4a4c0b74f7a91f7f64415b2145dd48e1881ce6a8bc3074d0972b3b654aecc8aa8fdcefee3c0e/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Toda história uma hora chega ao fim e com a saga de &lt;strong&gt;Shepard&lt;/strong&gt; não seria diferente, &lt;strong&gt;Mass Effect 3&lt;/strong&gt; é o grande épico sobre como o famoso herói terráqueo vai salvar toda a galáxia de uma grande ameaça. Esqueça qualquer sutileza que &lt;em&gt;Mass Effect 2&lt;/em&gt; ainda mantinha, esse jogo abraça um tom militaresco chatíssimo, transforma Shepard no &lt;em&gt;&quot;Rambo do espaço&quot;&lt;/em&gt; e te coloca em uma linha quase reta de muitos tiros e destruição. Ok, mais uma vez eles conseguiram melhorar as mecânicas de combate e é divertido sim sair chutando bundas alienígenas pelo espaço.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas se o final do jogo em seu lançamento foi decepcionante, sendo até hoje um caso bizarro em que os desenvolvedores tiveram que reescrevê-lo e lançar como uma atualização gratuita depois, eu diria que &lt;strong&gt;Mass Effect 3&lt;/strong&gt; tem vários finais e que eles são legais para um caramba sim. Claro que hoje com jogos como &lt;em&gt;Disco Elysium&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Baldurs Gate 3&lt;/em&gt; é fácil olhar para as decisões de Mass Effect como um simples organograma, mas ter acompanhado vários personagens e histórias ao longo de tantas horas, com decisões e mais decisões sendo tomadas, para finalmente ver os efeitos de tudo isso em grandes épicos contidos dentro de um épico maior ainda, é sim bem emocionante. Foda-se se o final é chato, a história principal de Mass Effect nunca foi lá grandes coisas, mas o desfecho de cada personagem, cada raça alienígena e seu planeta, com aquele sentimento de que foi você que fez tudo aquilo acontecer, faz sim com que &lt;strong&gt;Mass Effect 3&lt;/strong&gt; seja um bom jogo. E eu perdoo a BioWare pelo Shepard militar chato só porque existe &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&quot;Cittadel&quot;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, de longe a melhor &lt;em&gt;DLC&lt;/em&gt; de todos os três jogos, com um tom que hoje a gente associaria facilmente a um filme da &lt;em&gt;Marvel&lt;/em&gt;, mas que mescla bem humor, ação e termina com uma grande celebração de todo aquele universo e uma calorosa despedida dos companheiros que eu acompanhei por tantas horas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora suas mecânicas narrativas já tenham sido superadas em outros jogos atuais, &lt;strong&gt;Mass Effect 3&lt;/strong&gt; ainda segue sendo a culminação de um projeto muito ousado, em moldes que hoje em dia dificilmente veremos novamente, ainda que isso não seja nem melhor, nem pior, apenas único. Mesmo que muitas coisas ao longo da trilogia pudessem ter sido bem diferentes, com menos intervenções administrativas atrapalhando a parte criativa, com talvez o futuro da série não alcançando nunca mais o que já foi em outros tempos, eu não consigo olhar para &lt;strong&gt;Mass Effect 3&lt;/strong&gt; e me sentir insatisfeito, é uma história que com seus erros e acertos eu sempre vou levar no meu coração de &lt;em&gt;videogameiro&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cuphead: The Delicious Last Course (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagem Cálice, de Cuphead, em um porão de castelo deserto&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/fa63dc5421cfdc6cf3aa91076d3595e939757e88c432fe0b92e8b9a66c2c4add289916f2386db0826d47a978cc859966585bf9f332dde96f25fee8f22877fcfc/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Depois de comer o pão que o diabo amassou em &lt;strong&gt;Cuphead&lt;/strong&gt;, foi a hora de voltar para &lt;strong&gt;The Delicious Last Course&lt;/strong&gt;, a única &lt;em&gt;DLC&lt;/em&gt; lançada para o jogo. E é estranho falar dessa expansão, já que ela acrescenta &quot;apenas&quot; mais uma ilha ao jogo de correr e atirar de &lt;strong&gt;Xicrinho&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Caneco&lt;/strong&gt;, agora acompanhados da &lt;strong&gt;Srta. Cálice&lt;/strong&gt;, mas quando você pensa no nível da perfeição da produção que esse jogo tem, é completamente compreensível, a animação segue primorosa como sempre e a &lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=g_Wq_Nb3Ocg&quot; title=&quot;The Music of Cuphead - The Delicious Last Course: Recording ‘High-Noon Hoopla’&quot;&gt;trilha sonora está em diversos momentos ainda melhor&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar de tudo, a experiência de &lt;strong&gt;The Delicious Last Course&lt;/strong&gt; não difere muito do jogo base, ainda é um grande exercício de paciência, em que os ataques de cada chefe devem ser memorizados, a vontade de jogar o controle na parede superada, para então enfim ver a vitória acontecer, e sim, as vezes esse processo demora muito. A inclusão da Srta. Cálice ajuda um pouco a dar uma variada na mecânica, já que ela pede um modo de jogar um pouco diferente dos outros dois personagens, com alguns chefes claramente sendo pensados para as novas mecânicas e movimentos da protagonista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É um encerramento digno de um jogo primoroso que demorou tantos anos para ser lançado, com um nível de paixão em sua produção que o faz alcançar um lugar especial junto a tantos outros grandes títulos, com aquele olhar maroto para jogos infernalmente difíceis de outras épocas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagem Link, em Tears of the Kingdom, em uma plataforma de pedra, em uma ilha no céu, com Hyrule ao fundo e algumas outras ilhas flutuantes&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/0e25baa9133f9f324be2a937f38cc63c84a470e747bf837c98aa11ad2e4c71866142f19acdedc472233c3d4e86b8ea546d7846af90c3bbf0fbfd89beaa3e2e57/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Breath of the Wild&lt;/em&gt; foi um grande marco para os videogames. Não só era um novo jogo da série &lt;strong&gt;Zelda&lt;/strong&gt;, mas também um jogo que repensou o modelo de mundo aberto, fazendo de sua mecânica central o simples ato de ir do ponto A ao ponto B. Você olhava um local distante e calmamente ia na direção, escalando montanhas, matando monstros, atravessando rios e desviando constantemente de seu rumo porque tudo naquela nova &lt;strong&gt;Hyrule&lt;/strong&gt; parecia interessante. Era um cenário tão bem pensado e ao mesmo tempo complexo, que parecia que demorariam anos para outra coisa chegar ao menos próxima daquela experiência. Bom, demorou &quot;apenas&quot; seis anos não somente para se aproximar, mas também para superá-la.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tears of the Kingdom&lt;/strong&gt; é uma expansão absurda do que foi &lt;em&gt;Breath of the Wild&lt;/em&gt; em todos os seus aspectos. Não é um jogo sobre calmamente planejar como transpor um grande obstáculo em seu caminho, é sobre você literalmente se atirar para os céus, subir em uma ilha flutuante, para logo em seguida se jogar para o mais profundo subterrâneo de Hyrule, tudo isso da maneira mais trivial possível e ainda sim mágica todas as vezes que acontece. É um jogo muito mais rápido e dinâmico, bem diferente de seu antecessor, contradizendo completamente quem diz que ele é apenas uma &lt;em&gt;DLC&lt;/em&gt; de luxo. Por isso que eu até entendo quem diz que ainda prefere &lt;em&gt;Breath of the Wild&lt;/em&gt;, apesar de agora olhar para o título passado e pensar que ele parece quase um grande protótipo que não havia alcançado todo o seu potencial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E a mudança na exploração não se deve somente a uma mudança e expansão de cenário, mas também as novas ferramentas de &lt;strong&gt;Link&lt;/strong&gt;. Desde poder fundir itens em suas armas e flechas dando efeitos variados, passando por voltar objetos no tempo, construir veículos ou seja lá o que mais a sua imaginação mandar, até a incrível habilidade de atravessar o teto de qualquer lugar no qual exista uma superfície na qual Link possa pisar do outro lado, faz com que o simples fato de se movimentar por aquele mundo se torne uma expressão criativa, não importando se você vai fazê-lo de uma maneira simples e prática ou do modo mais mirabolante possível. E o jogo meio que não se importa, porque de qualquer forma você vai alcançar o seu objetivo e mais uma vez o clichê de que &lt;em&gt;&quot;o que importa não é o destino e sim a jornada&quot;&lt;/em&gt; se aplica aqui, e funciona, e é foda para um &lt;em&gt;kct&lt;/em&gt;, e roda na porra de um &lt;em&gt;celularzão&lt;/em&gt; de uns 8 anos atrás sem dar um mísero problema.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar de não ser o grande foco, me surpreendeu também o quão boa é a narrativa desse jogo, por mais que estruturalmente ela seja idêntica ao que tivemos em &lt;em&gt;Breath of the Wild&lt;/em&gt;. É mais um jogo em que você olha e diz que a história não tem nada de incrível, mas que o desenvolvimento dos personagens faz toda a diferença, em especial da própria &lt;strong&gt;Zelda&lt;/strong&gt;. Não foi dessa vez que nos deixaram jogar com a portadora da &lt;strong&gt;Sabedoria&lt;/strong&gt;, mas Zelda tem um excelente desenvolvimento, com momentos legitimamente profundos que me surpreenderam positivamente, deixando bem de lado o estereótipo da donzela em perigo. &lt;strong&gt;Ganondorf&lt;/strong&gt; também se apresentou como um bom personagem, apesar de em menor medida, é um vilão que aparece apenas pontualmente, mas que faz a diferença, fora o fato de proporcionar uma batalha final foda, cheia de detalhes que me deixaram de queixo caído em diversos momentos. Além disso, foi gostoso reencontrar personagens do jogo anterior e ver as suas histórias, o que fizeram nesse meio tempo e a suas evoluções enquanto pessoas. Curiosamente é um jogo que foca muito pouco em Link e se atém a como a população daquela Hyrule seguiu em frente e está tentando se reconstruir após a grande calamidade. Apesar de ter adorado todo esse cenário e o desfecho que a história teve, me fez ver o quanto de potencial narrativo ainda pode ser explorado na série Zelda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Street Fighter 6 (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo Street Fighter 6, com Ken e Ryu lutando em um beco na cidade de Metro City&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/e13c92bb92b0694cd3456f36716e363747fed720e1c1bc8cb330c8dcb4987de4f464d54d820bc353ec72810f012e79bf4e594c694a20794980d14573def5e1ee/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;O mais novo jogo da minha série de luta favorita finalmente foi lançado e eu confesso que joguei muito menos do que eu gostaria, mas ainda sim consigo dizer com segurança que é um título excelente, com uma renovação de temática e elenco muito bem vinda, mesmo que eu seja órfão dos gráficos em 2D de &lt;em&gt;3rd Strike&lt;/em&gt; e sonhe com uma nova &lt;strong&gt;Street Fighter&lt;/strong&gt; com aquele tipo de visual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diferente de muita gente eu nunca foco no modo online desse tipo de jogo, até por eu nem ser assinante da Plus, mas a minha diversão atual em jogos do gênero sempre está em dominar os controles contra a máquina mesmo, especialmente em dificuldades mais altas, ainda que eu raramente me torne bom nisso. Talvez por isso o novo esquema de controles, chamado de &quot;moderno&quot;, não tenha me pego tanto, ele de fato torna o ato de jogar muito mais fácil, em especial para quem não tem muita familiaridade com jogos de luta, mas ao mesmo tempo ele me tira um pouco esse aspecto da jornada do aprendizado. Mesmo assim, excelente adição e muito bem executada, em um jogo que mecanicamente é muito bom, equilibrado e, principalmente, gostoso de jogar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acabou também que eu não aproveitei muito o modo &lt;strong&gt;World Tour&lt;/strong&gt;, que permite montar o seu personagem e jogar uma espécie de jogo de mundo aberto bem simplificado, onde qualquer pessoa na rua pode ser desafiada e os personagens principais são mestres marciais, que apesar da simplicidade é bem divertido. Aliás, não somente nesse modo, mas também toda estética do jogo que remete a algo &quot;das ruas&quot; foi extremamente acertada, afinal, é literalmente um jogo de briga de rua. Ainda que pontualmente, com certeza seguirei o jogando por um longo tempo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Metal Gear Solid V: Ground Zeroes &amp;amp; The Phantom Pain (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;O personagem Snake, de Metal Gear Solid V, segurando um cachorro no ar, com o personagem Revolver Ocelot ao seu lado&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/efff75c1c0c1c7fc9bf320639f4b075c4bcd9aa09c408c606267a641e39fd37df08e29f57427416a53fe00d26eab1934b9ffd361df6d9dd35dc05f84b4de8beb/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Sim, eu vou falar dos dois jogos juntos, porque &lt;strong&gt;Ground Zeroes&lt;/strong&gt; é nada mais que uma primeira parte do jogo que foi vendida separadamente e antes do lançamento completo, mas é literalmente a mesma coisa que &lt;strong&gt;Phantom Pain&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Metal Gear Solid V&lt;/strong&gt; foi o último título da série dirigido por &lt;strong&gt;Hideo Kojima&lt;/strong&gt;, e após a sua turbulenta saída da Konami provavelmente assim o será para todo o sempre, dessa vez contanto mais um episódio da história de &lt;strong&gt;Big Boss&lt;/strong&gt;. E apesar de não ser o ápice narrativo de Kojima para a série, &lt;strong&gt;Metal Gear Solid V&lt;/strong&gt; foi um passo significativo no que é Metal Gear Solid em termos de mecânicas, com uma boa reformulação do que estávamos acostumados desde as aventuras de &lt;strong&gt;Snake&lt;/strong&gt; em &lt;em&gt;Shadow Moses&lt;/em&gt; no primeiro PlayStation.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar de parecer estranha em um primeiro momento a ideia de um Metal Gear de mundo aberto baseado em missões, e em diversos momentos é mesmo, parecendo vazio e sem sentido, isso tornou o ato de invadir uma base algo muito mais dinâmico e criativo. As ações básicas de Snake ainda são meio que as mesmas dos jogos anteriores, você pode desacordar ou matar os inimigos de diversas formas, se eles te verem um alarme irá soar e você terá que fugir e se esconder até que eles te esqueçam, mas poder abordar os lugares de formas diferentes e por lugares diferentes, faz com essa ação seja muito menos guiada e interessante. Apesar da furtividade seguir sendo a mecânica principal, o jogo agora não mais te pune se você resolver agir igual a um &lt;em&gt;Rambo&lt;/em&gt; e sair atirando em todo mundo, muito pelo contrário, você terá as ferramentas adequadas para isso, ainda que existam consequências. Agora até mesmo você pode ir acompanhado nas missões, sejam por animais, pessoas ou robôs, mudando muito as estratégias adotadas com cada um. É uma abordagem nova para mecânicas antigas que funciona surpreendentemente bem, que apesar do futuro muito incerto da série, eu espero que Kojima consiga trazer a sua máxima fruição em sua &lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=WEpK67JDLu8&quot; title=&quot;Physint - Hideo Kojima returns to the action-espionage genre&quot;&gt;nova e recente anunciada série de espionagem&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como eu disse antes, em termos de narrativa &lt;strong&gt;Metal Gear Solid V&lt;/strong&gt; de fato não é o ápice da série, mas isso não significa que seja uma história ruim. O novo segmento da trajetória de Big Boss traz aspectos bem interessantes ao mundo de Metal Gear, com a introdução de personagens chave do futuro da história, ainda que o Kojima crie os seus conceitos narrativos bizarros em cima de entendimentos bem precários sobre como a biologia do mundo real funciona. Infelizmente mais uma vez as personagens femininas do diretor são terrivelmente retratadas, a despeito do quão interessante suas histórias possam ser e sim, eu estou falando de &lt;strong&gt;Quiet&lt;/strong&gt;. O conceito da atiradora de elite que fica andando de biquíni para cima e para baixo não faz sentido nenhum, não importa a explicação que o jogo dê, e o fato de que em determinados momentos em que você está com ela no helicóptero a caminho das missões, ela literalmente vire a bunda para Snake e dê uma olhadinha para trás, só faltando dar uma piscadinha, diz muito sobre a visão do jogo para a personagem, mesmo que ela seja de longe a com o melhor desenvolvimento depois de Snake. Como comum na série, é um excelente jogo, apesar de seus inúmeros tropeços.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fallout 4: GOTY Edition (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagem feminina de Fallout 4, cabelos pretos presos em um coque, agachada e acariciando um cachorro da raça pastor alemão&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/a3750b5039220bc71f07e2345e8b0963c8f5dcb0cbeb2eab40d971dcae672c0bca1bbf6443c00851df0279a84e930c289c1598ce4d48afb3ab9d773de5af9a63/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Eu nunca vou esquecer do arrepio que senti quando vi pela primeira vez o trailer de anúncio de &lt;strong&gt;Fallout 4&lt;/strong&gt;. É estranho, porque na época eu só havia jogado o terceiro jogo, mas foi um jogo que eu joguei tanto e tão intensamente, que a série acabou virando uma de minhas favoritas. E confesso que veio um desânimo devido as diversas críticas que o jogo recebeu posteriormente, mas &lt;strong&gt;2023&lt;/strong&gt; foi a hora de parar de fugir e encarar definitivamente o jogo, que na verdade eu já havia comprado há um tempo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar de algumas melhorias técnicas e de interface, a mudança de geração e até uma simplificação de vários de seus sistemas, que eu confesso não ter gostado muito, já que coisas como &quot;lábia&quot; e &quot;furtividade&quot; ficaram banalizadas e sem graça, &lt;strong&gt;Fallout 4&lt;/strong&gt; é meio do que se convencionou a chamar de um &lt;em&gt;&quot;Bethesda Game&quot;&lt;/em&gt;, sendo o que já se espera de qualquer jogo do estúdio, para o bem ou para o mal. É aquele &lt;em&gt;RPGzão&lt;/em&gt; de tiro e mundo aberto pós-apocalíptico, meio bugado, com umas histórias interessantes que colorem aquele vasto mundo, com alguns personagens legais, mas que dificilmente você vai conseguir extrair muita substância. É o triste caso onde nada é necessariamente ruim, mas também nada é muito bom. O jogo até tenta criar uma sensação de escolha, mas a verdade é que você nunca vai tomar nenhuma grande decisão. Em termos de narrativa, o que eu tive de melhor mesmo foi durante a &lt;em&gt;DLC&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&quot;Far Harbor&quot;&lt;/strong&gt;, mas que ainda sim não apresentou nada de muito incrível. Definitivamente é um jogo que ficou bem aquém de seu antecessor, &lt;em&gt;New Vegas&lt;/em&gt;, que aliás não foi feito pela Bethesda e sim pela Obsidian (&lt;em&gt;The Outer Worlds&lt;/em&gt;), mesmo que tenha tentado trazer novidades para a série.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, isso não significa que eu não tenha gostado do jogo e transformado ele na minha casinha por muitas horas a fio. Sim, nem história, nem personagens me pegaram muito, ainda que eles tenham incluso a possibilidade de romances, o que sempre é interessante em jogos do gênero, mas &lt;strong&gt;Fallout 4&lt;/strong&gt; é muito gostoso de se jogar, eu sinto que a mecânica de tiro está muito mais refinada que seus antecessores, em especial se escolher o perfil de franco atirador, que é como em geral eu sempre jogo jogos de tiro. A parte de construção eu confesso não ter me aprofundado muito, mas legal que tem, imagino que muita gente tenha pirado muito nesse modo. Também não acho que a forma como eles tentaram criar um senso de comunidade dentro daquele mundo funcionem muito bem, mas ainda sim eu acabei investindo uma boa parte do meu tempo nisso. No final foi um bom jogo para simplesmente esquecer de tudo e me afundar naquele mundo caótico infestado de mutantes, &lt;em&gt;necróticos&lt;/em&gt; e toda sorte de pessoas sedentas pelas minhas parcas posses, todos obviamente recompensados com muitos tiros e granadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Transistor (PC - Linux - Steam)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena de batalha do jogo Transistor, com a protagonista Red enfrentando algumas pequenas criaturas em um cenário urbano futurista&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/f2648a36e500902d863115a1da0e2f8886668764262d04e893883fa0827fba4495cd33ca36e9a7f15b2450e304f7228b579478d345be38d63bb1528a01d8168e/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Esse é um caso curioso de jogo que eu já gostava muito, mas nunca havia jogado. O motivo? Ele tem uma trilha sonora maravilhosa, que eu já escuto de tempos em tempos há muitos anos, mas dessa vez eu resolvi conhecer o jogo em sua totalidade e ver se ele fazia jus às suas composições.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mecanicamente ele é um &lt;em&gt;RPG&lt;/em&gt; de ação meio tático bem simples, com visão isométrica, linear e curto, não por menos muito rápido eu entendi e dominei as suas mecânicas, apesar dele ter me apresentado vários bons desafios. Mas justamente por ser um jogo mais limitado é que ele também acaba sendo muito bem polido e amarrado, você vê claramente que as coisas acontecem como os desenvolvedores planejaram e elas funcionam bem. Ele não quer ser revolucionário ou excessivamente grandioso, e essa honestidade em jogos é algo que eu pessoalmente valorizo bastante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, quando se entra no mérito de criatividade e direção artística, aí é onde o jogo brilha. A narrativa é simples, mas cheia de simbolismos interessantes sobre a vida em grandes cidades, processos de gentrificação e corrupção, e em como pessoas poderosas tentam controlar tudo simplesmente por não conseguirem conceber algo diferente do que imaginam ser o ideal. E até a questão da música é muito bem integrada a narrativa da protagonista, com momentos muito bonitos em todos os sentidos. É o tipo de jogo em que quando você pega as partes individualmente você não vai encontrar nada de muito incrível, mas quando tudo está junto funciona de uma maneira maravilhosa, fazendo o &quot;como&quot; ser mais importante do que &quot;o que&quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marvel’s Spider-Man: GOTY Edition (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Homem-Aranha, gruado em uma parede de um pequeno prédio residencial, soltando uma teia para frente&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/b2052a1080a6cc7a72d7ed24b7863a3b73be3b9e6a77ce5baff8b827da609cbcf2a3ed43a67157c95825cd0e698db0e04153551a93b32b2d34e60b503fee0c0e/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;Homem-Aranha&lt;/strong&gt; é aquele super-herói com o qual a maioria de nós se identifica em parte, não por conta da inteligência ou poderes, mas por ser um fodido que mal dá conta de pagar os boletos, é empatia instantânea. E o que dizer de um jogo dele, no qual além desse simpático e bem humorado personagem, nós também temos toda uma Manhattan para explorar com uma mecânica de combate altamente inspirada na excelente série &lt;em&gt;Batman Arkham&lt;/em&gt;? É a receita do sucesso... ou quase.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma parte importante da mecânica desse jogo está na travessia. Pular por entre prédios, lançando teias e balançando de um lado para o outro é de longe o maior acerto que esse jogo faz, é absurdamente prazerosa a movimentação do personagem e quanto mais você vai pegando o jeito, mais ela melhora. Embora no começo eu achasse tentador ficar me jogando o mais alto possível só para ter uma visão panorâmica da cidade, logo eu aprendi que ficar próximo ao chão traz velocidade e foi nessa pegada que eu passei a maior parte do tempo. Curiosamente, mesmo dessa forma e com um jogo por diversas vezes funcionando como uma carta de amor a Nova Iorque, é curioso como o &quot;cabeça de teia&quot; acaba sendo uma coisa aparte da cidade, ele está ali, mas sempre em um plano diferente de todo mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Infelizmente no combate as coisas não fluem tão bem. Ok, no começo tudo parece bom e rapidamente você aprende que se manter no ar é a resposta para praticamente todos os combates. Porém diferente de sua inspiração, &lt;em&gt;Batman Arkham&lt;/em&gt;, aqui as mecânicas são mais simples, o que não seria um problema se o jogo não começasse a exigir tanto do jogador conforme a história avança. Chega um momento em que os inimigos começam a dar mais trabalho, só que não de uma maneira necessariamente difícil, mas sim chata e burocrática. E aqui está o meu maior problema com o jogo, ele se alonga demais em uma lógica de &quot;maior e mais difícil&quot; que muito pouco o beneficia. Mas para ser justo, a batalha final é bem legal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No quesito história não há muito a se comentar, é o padrão de um arco de super-herói sem grande impacto, mas divertido o suficiente. O jogo tem os seus momentos, com um &lt;strong&gt;Peter Paker&lt;/strong&gt; já não mais tão novo, relembrando do seu passado para pontuar o presente e inclusive lidando com a sua (não) relação com &lt;strong&gt;Mary Jane&lt;/strong&gt;, que aliás traz momentos bem legais ao longo da história. Porém acaba sendo outro pecado do jogo, já que isso é diluído ao longo da história principal e em inúmeras missões secundárias que logo se tornam repetitivas. Definitivamente é um jogo que precisava ser menor e não maior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Death Stranding (PC - Windows - Epic Games)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;O protagonista de Death Stranding, com sua roupa especial, segurando um BB no colo&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/8498d21d5a9f1e427d84fdae38d654abcdd39284be166b44e3593ffbd51078b09bca89bc97a7f068674c3de53e32a4430329d182a735cb6a05f10eee59151cc7/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Antes da Letícia se perder de vez em &lt;em&gt;Tears of the Kingdom&lt;/em&gt;, ela ficou me assistindo jogar &lt;strong&gt;Death Stranding&lt;/strong&gt;, basicamente por conta do &lt;strong&gt;Norman Reedus&lt;/strong&gt; e do &lt;strong&gt;Mads Mikkelsen&lt;/strong&gt;, porque é assim que ela faz para ver histórias de jogos que ela tem interesse, mas não tem saco para jogar, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;. Mas brincadeiras a parte, eu também estava curioso para ver a nova empreitada do &lt;strong&gt;Kojima&lt;/strong&gt; após a sua saída da Konami. E bom, é um jogo do Kojima né, para o bem e para o mal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na verdade eu acabei dando uma largada nele, tanto por deixar para só jogar nos finais de semana com a namorada assistindo, mas também porque eventualmente eu entrei em uma série de correrias de final de ano em que ele acabou ficando para trás, mas eventualmente eu pretendo voltar. No entanto é inegável que por mais que por vezes ele seja um pouco monótono, e o Kojima seriamente precise de alguém para dizer que por mais criativo que ele seja, ele não é tão inteligente quanto pensa que é, ele sabe como pegar uma ideia simples, como andar de um ponto A ao B, e transformar isso em um jogo com mecânicas rebuscadas e interessantes. Porque esse jogo é literalmente sobre isso, andar de um lugar ao outro e todos os desafios que envolvem o trajeto, que até onde eu joguei pelo menos, são estupidamente simples, mas ao mesmo tempo desafiadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No mais é como eu disse antes, é um jogo do Kojima com a marca dele, e por mais que seja uma outra temática, não é tão diferente do que por anos nós nos acostumamos a ver na série &lt;em&gt;Metal Gear Solid&lt;/em&gt;, onde o absurdo é rotina, a ciência é tratada como magia e o sobrenatural é algo literal. Vamos ver se ano que vem eu volto aqui para contar como foi a minha experiência completa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marvel’s Spider-Man: Miles Morales (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;O personagem Miles Morales, vestindo o uniforme de Homem-Aranha, porém sem máscara, em cenário urbano noturno e nevando&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/8bc9dc5622fd7b83ddb03e9edf4fe3f586f8f8db1546e44fddcfaed9c1145e0b6459d765b0948ed698d572fd7c7934b0637f3d793fbf4c895494112cd4c32884/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Miles Morales&lt;/strong&gt; é quase uma &lt;em&gt;DLC&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;Marvel’s Spider-Man&lt;/em&gt;, herdando assim muitas de suas qualidade e defeitos. Mas tem algo que torna esse título superior ao original: o escopo reduzido. Todos os problemas que eu tenho com o ritmo e mudanças com os níveis dos inimigos no primeiro jogo aqui quase que não existem, já que quando começam a aparecer, o jogo termina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso não significa que ele seja meramente o mesmo jogo, só que menor, a começar pelo seu protagonista, &lt;strong&gt;Miles Morales&lt;/strong&gt;. Apesar de mais novo, o moleque preto e latino do subúrbio de Nova Iorque acaba sendo um personagem ainda mais carismático e com uma construção bem melhor ao meu ver que a de Peter. Além disso, ele não só tem os poderes do &lt;em&gt;miranha&lt;/em&gt; original, como também dá socos de choque e fica invisível por algum tempo, deixando o combate mais legal e trazendo um elemento estratégico às missões de furtividade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A história também não é lá grandes coisas, mas explora bem as questões decorrentes dos acontecimentos do primeiro jogo e sobre como é a vida de Miles se adaptando a sua nova vida de vigilante. As missões meio bucha continuam lá, mas também tem os seus momentos. Felizmente foi um bom fechamento para esse primeiro capítulo da nova fase de &lt;strong&gt;Homem-Aranha&lt;/strong&gt; nos videogames.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Suika Game (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Imagem do jogo de quebra-cabeça, Suika Game, com algumas frutas dentro de um grande jarro&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/019bd0069b134c1b6306e5d29e378748e79c0eea37ed19bb27d1dd24410bc6db58851868ecde684d0cd959c65def88821e65f078bf2f27ee101de61e18638893/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente esse jogo fez sucesso entre &lt;em&gt;streamers&lt;/em&gt; ou algo do tipo, mas o meu contato com ele se deu através da semana em que ele ficou gratuito para testes para quem tem a assinatura do &lt;em&gt;Nintendo Switch Online&lt;/em&gt;, onde eu simplesmente fiquei fissurado por esse jogo de quebra-cabeça muito divertido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todo o lance dele é sobre colocar o máximo de frutas possíveis em um jarro, onde frutas iguais quando se tocam formam outras frutas maiores de maneira recursiva. Não é uma mecânica inovadora, mas é bem feita o suficiente para prender a gente por horas na tentativa de quebrar o recorde de pontos da partida anterior. Sinceramente eu só não comprei ele depois porque a fila de jogos está grande, mas com certeza é um ótimo jogo para manter ali instalado para umas partidas rápidas em momentos oportunos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Trilogia No More Heroes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Vou quebrar um pouco a ordem aqui, mas é por um bom motivo. Na última semana do ano eu estava de folga, mas como tinha uma viagem próxima, não queria engajar em um jogo muito grande, resolvi pegar algo que eu pudesse zerar rápido, em alguns poucos dias. O eleito acabou sendo &lt;strong&gt;No More Heroes 3&lt;/strong&gt;, que eu já havia comprado para o Switch há algum tempo. Acontece que ao terminar o jogo o &lt;strong&gt;Suda&lt;/strong&gt; alugou um triplex na minha cabeça e eu resolvi jogar os dois primeiros jogos... isso tudo em menos de uma semana. Então para ficar mais fácil de organizar as ideias eu vou colocar os três aqui na sequência, mas eu joguei mesmo na ordem 3, 1 e 2.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No More Heroes (Wii)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo No More Heroes, com o personagem Travis em sua moto futurista andando pelas ruas de Santa Destroy&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/800d9d982aee642474b0fdf883eb69b8bbeca7c5775842cb26504bd0cc887450b7da32ef5f36a4872f4bf188bafab45a60320e5b809c917cc3157fd219d3a9b1/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Um dos jogos que me fez desejar um Wii anos atrás, &lt;strong&gt;No More Heroes&lt;/strong&gt; é um &lt;em&gt;hack ’n’ slash&lt;/em&gt; maluco com um misto de controles tradicionais e sensores de movimento, regado por zilhões de referências a cultura pop e... pornografia. Ok, nada muito pesado, mas o que no passado me fazia achar graça, hoje só me gera um sentimento de &lt;em&gt;&quot;tá bom, né&quot;&lt;/em&gt;, apesar que eu confesso que ainda acho engraçado a mecânica de &quot;punhetar&quot; o controle para recarregar o sabre de luz do protagonista... sim, &lt;strong&gt;Travis Touchdown&lt;/strong&gt; é um assassino, &lt;em&gt;otaku&lt;/em&gt;, pervertido, fã de luta livre e que usa uma espécie de sabre de luz para lutar. Na letra fria definitivamente não é um personagem adorável, mas apesar de algumas críticas aqui e acolá, o jogo não se esforça muito nesse sentido e no fim ele é colocado como um personagem tão pateta, que eu não consigo odiá-lo. Malditos, era isso que eles queriam, não é?!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No More Heroes&lt;/strong&gt; tem toda essa estética própria bem característica dos jogos do &lt;strong&gt;Suda&lt;/strong&gt;, diretor do jogo, com mecânicas com sensor de movimentos no controle, o que vale lembrar no Wii era um grande chamariz e novidade para a época, mas no fim ele se apoia em bases bem tradicionais de jogos do gênero, unindo elas de uma maneira que eu não acho ruim, mas definiria como desengonçada. Você tem um mundo aberto estranho, com um mapa vazio lotado de tarefas repetitivas, ainda que algumas vezes criativas, que aliás vão pautar como você avança na história, tornando tudo bem burocrático, mas alternadas por fases simples, repletas de inimigos e bem divertidas, coroadas com chefes bizarros estilosos e difíceis, muito difíceis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Adentrando mais na batalhas, apesar dos controles de movimento serem o terror de muita gente, eles ficam restritos a finalizações e alguns movimentos especiais, no geral é só um apertar de botões tradicional mesmo. Não é o sistema de combate mais refinado do mundo, como eu disse antes, é um jogo meio desengonçado muitas vezes, a câmera se perde em alguns momentos, mas ele funciona muito bem. Os inimigos das fases no geral não trazem um desafio muito grande, mas eu sinto que eles estão lá literalmente para você se divertir, se sentindo um &lt;em&gt;jedi&lt;/em&gt; da carnificina, como se a &lt;em&gt;Noiva&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;Kill Bill&lt;/em&gt; tivesse um sabre de luz na batalha contra os &lt;em&gt;88 Loucos&lt;/em&gt;. Mas nos chefes é que a coisa pega e talvez eu ter cometido o erro de jogar no difícil achando que o normal em um save de &lt;em&gt;&quot;New Game+&quot;&lt;/em&gt; deixariam as coisas sem graça me fizeram ter uma visão mais apurada sobre eles. Para ser sincero eles são sim difíceis, mas no geral nada de muito absurdo, mas existem alguns que vão exigir muita paciência e observação. A hoje infame &lt;strong&gt;Bad Girl&lt;/strong&gt;, por exemplo, me tomou muitas horas dessa vez, mas a partir do momento em que eu peguei para observar ela mais atentamente e decorei os seus padrões, as coisas se tornaram mais fáceis, sendo o problema a longuíssima duração da batalha, graças a dificuldade escolhida. E foram nesses momentos que eu vi que apesar de simples, as mecânicas de batalha desse jogo funcionam muito bem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No final &lt;strong&gt;No More Heroes&lt;/strong&gt; é um jogo curioso, com lá suas falhas e alguns aspectos que não envelheceram muito bem, mas que ainda diverte bastante, com seu estilo escrachado e único.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/a-crianca-virgem-faz-o-seu-desejo-sem-sentir-nada&quot; title=&quot;A criança virgem faz o seu desejo sem sentir nada&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;No More Heroes&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No More Heroes 2: Desesperate Struggle (Wii)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do jogo No More Heroes 2, com o personagem Travis empunhando suas katanas duplas, enfrentando vários inimigos em um ambiente fechado&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/506017e64b7c630a9c7cc7d3fd174ec7a19994eddefb128b3c722b0f53baa584940229d14e4e1afb8862e462efcb4d1f62333f51aff9b4b04e4d42f2ea394874/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No More Heroes 2&lt;/strong&gt; é a clássica continuação, que pega tudo o que o primeiro jogo fez, dá uma refinada e no final satisfaz toda a base de seu antecessor. Na minha cabeça, por muito tempo, ele era um jogo superior ao primeiro, mas jogando com um outro olhar dessa vez eu percebi que as coisas não são bem assim.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De um ponto de vista técnico, ele foi um jogo bem ousado para o Wii, talvez ousado até demais, já que os gráficos estilizado bem melhores que seu antecessor trouxeram um sério problema na taxa de quadros em muitos trechos. Mas ele começa forte, com uma história que muda do &lt;em&gt;&quot;cara que quer comer uma mina&quot;&lt;/em&gt; para outra sobre vingança, ou quase, com uma trilha sonora fodida e um novo sistema de combate... pior. Na base é a mesma coisa de antes, você dá espadas nos inimigos até eles morrerem, dá uns golpes de luta livre para finalizar, mas agora &lt;strong&gt;Travis&lt;/strong&gt; parece leve demais, o tempo todo eu tinha a sensação de que os inimigos estavam me escapando, porque eu estava me afastando deles, tanto que é muito comum o último golpe de um combo não pegar, o que definitivamente não acontecia no primeiro. Fui traído pela minha memória saudosista e acabei decepcionado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado o jogo ficou mais direto ao ponto, já que toda a parte de mundo aberto foi arrancada fora. Sim, essa foi a solução que deram para o vazio repetitivo do jogo anterior, gênios! Mas certas burocracias ainda permanecem, elas só agora ficam em um menu em formato de mapa, o que só reforça ainda mais a esquisitice da solução. Os chefes continuam difíceis, embora eu sinta que dessa vez as coisas fluam mais tranquilamente, com exceção do chefe final, que é apelativo em um nível bem ruim, o que aliado com as mecânicas estranhas desse jogo, façam com que zerá-lo seja uma tarefa bem frustrante. Uma grata novidade porém foi a adição de novos personagens jogáveis, ainda que restritos a alguns trechos, mas que trazem uma variedade não só as batalhas, como também na exploração das fases, por possuírem movimentos e mecânicas próprias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É sempre estranho se decepcionar com algo que gostamos muito no passado, mas definitivamente &lt;strong&gt;No More Heroes 2&lt;/strong&gt; foi um jogo que caiu muito no meu conceito, ele se apresenta melhor que seu antecessor, inclusive tira um pouco o lance do &lt;em&gt;&quot;Travis pervertido da seção pornô da locadora&quot;&lt;/em&gt; do jogo anterior, não chega a ser ruim, mas dá a impressão de ter sido um passo maior que a perna dado pelo estúdio, que não teve tempo o suficiente para maturar o que eles queriam fazer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No More Heroes 3 (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;O personagem Travis, em sua nova moto futurista, deslizando lateralmente no meio da rua (estilo Akira), em Santa Destroy&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/0c0d129becb0c6026965ed9d945fa1fcd98cefcc34a51fc720ad5d0b34de216589a5a04d697cbeebcb8a8bfdb68546c67f19c96a6a9ef028352d95b7b753d15e/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Eis aqui o causador da discórdia, aquele que veio para equilibrar a força, mas assim como &lt;em&gt;Anakin Skywalker&lt;/em&gt;, se bandeou para o lado sombrio. Se vocês acharam que eu tive sentimentos conflitantes em relação a &lt;em&gt;No More Heroes 2&lt;/em&gt;, vou dizer que &lt;strong&gt;No More Heroes 3&lt;/strong&gt; é a contradição em formato de jogo, mas vamos pelo começo primeiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No More Heroes 3&lt;/strong&gt; é uma continuação temporalmente distante de seu antecessor, que leva em consideração os eventos de &lt;em&gt;Travis Stikes Again&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;spin-off&lt;/em&gt; da série lançando lá no começo do Switch, que inclusive eu ainda não joguei. &lt;strong&gt;Travis&lt;/strong&gt; é um personagem que continua bobo em muitos aspectos, mas que se mostra muito mais maduro, com o jogo largando muito dos seus aspectos machistas para trás. Não está perfeito, mas vamos comemorar os avanços que temos. Todo o clima de &lt;em&gt;&quot;ranking de assassinos&quot;&lt;/em&gt; também foi abandonado, passando agora para &lt;em&gt;&quot;alienígenas invadem a Terra... e aí a gente faz um ranking de assassinos intergaláticos&quot;&lt;/em&gt;, mas acredite, a vibe está bem diferente, fazendo referências a filmes de super-heróis da &lt;em&gt;Marvel&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;tokusatsos&lt;/em&gt; antigos, como &lt;em&gt;Ultraman&lt;/em&gt;, o que inclusive me fez estranhar muito o visual dos chefes em um primeiro momento, contando até mesmo com uma animação introdutória do jogo e um encerramento de capítulos, ambos muito bem feitos, com o jogo agora se apresentando como se fosse um seriado televisivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas quando a gente vai para &quot;o jogar&quot; é que a coisa fica estranha. Em um retorno as origens, temos de volta o mundo aberto, agora maior e... mais vazio! Sim, o primeiro &lt;em&gt;No More Heroes&lt;/em&gt; não oferecia muito o que fazer no mapa, mas não era como se o Wii permitisse muitas extravagâncias também, mas agora no Switch resolveram deixar &lt;strong&gt;Santa Destroy&lt;/strong&gt;, a cidade onde se passam os jogos, com um mapa ainda maior, mas sem praticamente nada para fazer, até existe um comentário sobre isso em uma missão secundária, mas nada que chegue perto de uma justificativa. E olha que tentaram inserir algumas novidades e alguma exploração, mas nada que funcione muito bem. O pior, é que apesar do jogo não trazer nenhum gráfico super revolucionário para o Switch, toda a parte de mundo aberto também roda mal e com vários problemas, simplesmente nada faz sentido. Na verdade tem pior sim, porque não contentes em refazer Santa Destroy desse jeito monótono, ainda criaram outras cidades, incluindo uma que se chama &lt;strong&gt;Neo Brazil&lt;/strong&gt;, que de Brasil só tem o nome, tão vazias quanto a original.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando o assunto são as batalhas e fases, a coisa fica ainda mais estranha. Mecanicamente esse é de longe o No More Heroes com o melhor sistema de combate de todos, com a mesma base de seus antecessores, mas com uma fluidez muito maior, os personagens tem peso, a dificuldade é mais equilibrada e Travis até mesmo ganhou novas habilidades que dão uma camada mais estratégica as batalhas, incluindo um mecha que voa, vai para o espaço e tudo mais. Meu único porém é que as vantagens bônus vem com uma frequência muito alta, deixando as lutas desnecessariamente mais fáceis do que elas precisavam ser, quase como se os desenvolvedores não acreditassem muito no seu próprio trabalho. Mas o estranho mesmo é a nova estrutura de jogo, onde não há mais fases antes dos chefes, você simplesmente vai lá e luta. Ok, antes de poder enfrentar o próximo grande adversário você tem que passar por algumas lutas preliminares, mas isso é feito em pontos específicos do mapa que você precisa procurar, para então ser teletransportado para uma arena a parte e assim passar por trechos de luta curtos em formato de ondas de inimigos. Porque esses inimigos não estão espalhados diretamente pelo mundo aberto? Eu também gostaria de saber.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Felizmente as batalhas contra os chefes continuam legais no geral, com alguns momentos verdadeiramente criativos e divertidos, para não dizer nostálgicos. Não acho que os novos adversários sejam tão carismáticos quanto os dos jogos anteriores, mas as bizarrices e referências a cultura pop em geral ainda estão lá, mas não quero entrar em detalhes para não estragar a surpresa de quem por ventura for querer jogar ainda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No final &lt;strong&gt;No More Heroes 3&lt;/strong&gt; é uma junção de várias coisas legais e interessantes, mas ligadas da pior maneira possível. Você olha para essas partes em separado e se convence de que é um bom jogo, que traz de volta aquela série antiga que nós gostamos nos anos 2000, mas ao se distanciar é tudo só esquisito e disfuncional. Eu realmente fiquei pensando muito nesse jogo quando terminei, daí o motivo de voltar para os dois primeiros e ter uma melhor base comparativa, e eu sinceramente não consegui chegar a nenhuma ideia ou conclusão de porque as coisas foram feitas do jeito que foram. Mas sei lá, o jogo termina com uma brecha imensa para uma continuação, então vai saber o que o futuro reservar para Travis Touchdown e seus amigos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E esses aí foram os títulos que formaram o meu &lt;strong&gt;2023&lt;/strong&gt; nos videogames. É uma lista que teve os seus pontos médios, mas com várias coisas que eu considero excelentes e espero que esse formato um pouco mais descritivo tenha passado para vocês melhor as minhas opiniões sobre os jogos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;del&gt;Esse ano como não teve campanha oficial do meme, não vai ter listinha dos outros blogs no final, mas dependendo de como for, eu atualizo aqui o texto depois com o link de quem por ventura participou, confesso que não tenho frequentando muito os sites alheios, &lt;em&gt;malz aê&lt;/em&gt;.&lt;/del&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como sempre eu desejo um &lt;strong&gt;excelente 2024 para todes&lt;/strong&gt;, que a gente sobreviva a este forno em forma de rocha redonda gigante em que se transformou o planeta (&lt;em&gt;&quot;obrigado por isso, capitalismo!&quot;&lt;/em&gt;) e que consigamos jogar tudo aquilo que desejamos, porque a gente também merece. Até a próxima, beijos! &lt;img alt=&quot;=***&quot; class=&quot;emoticons&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__arpd/web/layout/imagens/emoticons/kiss.svg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Banner: Participantes - O que você jogou em 2023?&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/8c130d6bbc01692089b428ffadaf6a1a3dd8945476c0d410b42dc6725a3aba6c166cdad063f9db2a55b197032865fc58460f9fdf53f6138bd6d85d6197e9309a/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Esta publicação faz parte do &lt;em&gt;meme gamer&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&quot;&lt;a href=&quot;https://marvoxbrasil.wordpress.com/oqvj2023convite/&quot;&gt;O que você jogou em 2023?&lt;/a&gt;&quot;&lt;/strong&gt;, que foi organizado mais uma vez pelo nosso grande parceiro &lt;strong&gt;Marvox&lt;/strong&gt;, segue a lista com os demais participantes desta edição:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Marvox Brasil (Parte 1)&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/C3pqap5Orw4wtm8ogUoOZyVB8kpDU_R2YpRN1E0/?next=https%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2F&amp;amp;img_index=1&quot;&gt;Marvox [instagram]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Marvox Brasil (Parte 2)&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/C3stAeWuzfFdSa6qx_FsR3hr0VQjxYRhIjUrjI0/?img_index=1&quot;&gt;Marvox [instagram]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Videogames com Cerveja&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://www.vgscomcerveja.com.br/post/meme-oqvj-2023&quot; title=&quot;MeMe - O Que Você Jogou em 2023?&quot;&gt;Felipe Barbosa [site]&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2023-tchulanguero&quot; title=&quot;O que eu joguei em 2023 - Tchulanguero&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>As vezes nem eu sei de onde eu tiro tanto tempo para jogar.</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2023-tchulanguero" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2023-tchulanguero</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2024-01-08T13:32:55-03:00</published>

 <updated>2024-01-08T13:32:55-03:00</updated>

 <title>16 anos de Vão Jogar!</title>

 <category term="Vão Jogar!" /><content type="html">&lt;p&gt;Hey, hey, hey, isto aqui ainda funciona!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/16-anos-de-vao-jogar&quot; title=&quot;16 anos de Vão Jogar!&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/b9c4646661092519f93a772a2183da91547ed467baa8197129bc77a71db69cf1ad16b221a13a684db51045d7743ef915978ddf95ed079e00fb2c66d8f347dbd0/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: 16 anos de Vão Jogar!&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então é isso, mais um ano que chega, mais um &lt;strong&gt;aniversário do Vão Jogar!&lt;/strong&gt;, agora completando os seus &lt;strong&gt;16 anos&lt;/strong&gt;. Tanto tempo, tantas fases, nem mesmo eu lembro mais de tudo que já rolou por aqui, o que é até bom em alguns casos, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E lembram que ano passado eu disse que &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&quot;vai sair coisa nova quando der&quot;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;? Pois é, não deu. Em &lt;strong&gt;2023&lt;/strong&gt; só rolaram as publicações iniciais de janeiro e ficou por isso mesmo, eu até ensaiei uma coisa ou outra, mas não rolou, foi um ano muito corrido para mim e eu tive que priorizar muito o meu tempo livre, inclusive para jogos e, &lt;em&gt;kct&lt;/em&gt;, como eu joguei nesse ano que passou. O pior que nem é desânimo com o site não, eu sinto muita vontade de voltar a escrever algumas coisas pontualmente e colocar ideias em prática, mas para isso começar a acontecer, &lt;strong&gt;2024&lt;/strong&gt; vai ter que ser um pouco mais bondoso comigo do que seu antecessor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Porém eu já planejei uma pequena compensação para esse começo de ano, essa mais fácil de cumprir. No escrito das &lt;strong&gt;coisas que eu joguei em 2023&lt;/strong&gt;, que sim, vai rolar como sempre, eu vou tentar fazer umas descrições do que joguei mais encorpadas, como se fossem minianálises, assim eu consigo colocar para fora algumas coisas e as minhas opiniões não passam tão batidas. E olha que eu joguei muito jogo foda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra coisa é que eu vou dar uma boa enxugada nas redes sociais que utilizo para divulgar as coisas do site. Quer dizer, não que no momento faça muita diferença, mas eu pessoalmente, por conta da bagunça, para não dizer outra coisa, que se tornaram as redes sociais hegemônicas, acabei migrando para o &lt;a href=&quot;https://kolektiva.social/@tchulanguero&quot; title=&quot;Mastodon do Tchulanguero&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mastodon&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e é meio que o único lugar do tipo que tenho frequentado com regularidade, mesmo que não poste muita coisa. Ainda preciso decidir direito o que vai e o que fica, até porque tem que atualizar aqui na interface do site também, mas eu diria hoje que o mais confiável é dar uma conferida &lt;strong&gt;no próprio site&lt;/strong&gt; de tempos em tempos, tal qual faziam as pessoas das cavernas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então ficamos assim, ainda em &lt;strong&gt;janeiro&lt;/strong&gt; sai o escrito do que joguei ano passado e depois se não nos vermos mais em &lt;strong&gt;2024&lt;/strong&gt;, tenham um excelente ano, com menos trabalho e mais tempo livre para que possamos aproveitar, inclusive videogames. Beijos para todes e até a próxima!!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/16-anos-de-vao-jogar&quot; title=&quot;16 anos de Vão Jogar!&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>Hey, hey, hey, isto aqui ainda funciona!</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/16-anos-de-vao-jogar" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/16-anos-de-vao-jogar</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2023-02-19T14:28:23-03:00</published>

 <updated>2024-02-21T21:35:46-03:00</updated>

 <title>O que eu joguei em 2022 - Tchulanguero</title>

 <category term="Bayonetta" /><category term="Bayonetta 2" /><category term="Bayonetta 3" /><category term="Blasphemous" /><category term="Celeste" /><category term="Célula a singularidade" /><category term="Cuphead" /><category term="Cyberpunk 2077" /><category term="Divinity: Original Sin" /><category term="Especiais" /><category term="Fallout Shelter" /><category term="Final Fight" /><category term="Forza Horizon 5" /><category term="God of War (2018)" /><category term="God of War III" /><category term="Halo Infinite" /><category term="Horizon Zero Dawn" /><category term="Jet Set Radio" /><category term="Metroid Prime 2: Echoes" /><category term="Metroid Prime 3: Corruption" /><category term="O que nós jogamos em 2022" /><category term="Panzer Dragoon: Remake" /><category term="Portal" /><category term="Portal 2" /><category term="Rez" /><category term="Sekiro: Shadows Die Twice" /><category term="Star Wars Jedi: Fallen Order" /><category term="Street Fighter Alpha 2" /><category term="Termo" /><category term="The Last Story" /><category term="Tony Hawk’s Pro Skater 3" /><category term="Unsighted" /><category term="Xenoblade Chronicles 3" /><content type="html">&lt;p&gt;O ano de 2022 demorou engrenar, as vezes foi meio tenso, mas também foi repleto de coisas boas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2022-tchulanguero&quot; title=&quot;O que eu joguei em 2022 - Tchulanguero&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/bcb454f639c7761df6dd6a0f533f9b9f4810260ec66b5046a537de5b78ee3bcf8e288921ddfee6cbb41f0dd98ac4a25438ec4f247dffcd46f0ee80b5b5c9e00b/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: O que eu joguei em 2022 - Tchulanguero&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fevereiro quase acabando e eu aqui trazendo mais uma vez para vocês a &lt;strong&gt;lista do que eu joguei no ano passado&lt;/strong&gt;. Mas tudo bem, dizem que no Brasil o ano só começa de verdade depois do Carnaval, então está em tempo ainda, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2022&lt;/strong&gt; foi um ano corrido para mim, onde para todes aqui no Brasil as coisas foram bem tensas por conta das eleições presidenciais e a quase vitória do facismo, o que de certo modo ainda continua, mas em que eu consegui me focar até bastante em jogar, infelizmente sem conseguir trazer muito dessas minhas experiências para cá, salvo as transmissões, que &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/15-anos-de-vao-jogar&quot; title=&quot;15 anos de Vão Jogar!&quot;&gt;também ficaram pelo caminho&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foi o ano também em que eu acabei pegando um &lt;strong&gt;PlayStation 4&lt;/strong&gt;, usado mesmo, o que me abriu mais ainda as possibilidades de jogos, em especial os exclusivos da Sony da geração passada, que já vão me garantir entretenimento aí por uns bons anos, o que não deve mudar muito depois, uma vez que eu tenho zero intenção de comprar aquele trambolho superfaturado deles.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro detalhe também é que a &lt;strong&gt;Letícia&lt;/strong&gt;, minha namorada, teve uma forte influência em alguns títulos aí pelo caminho, como vocês vão ler, com alguns golpes baixos para manipular a fila de jogos, diga-se de passem. &lt;img alt=&quot;:P&quot; class=&quot;emoticons&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__arpd/web/layout/imagens/emoticons/tounge_smile.svg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2021-tchulanguero&quot;&gt;Relembre o que eu joguei em &lt;strong&gt;2021&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então sem muita enrolação, vamos logo ao que interessa, os jogos que eu joguei em &lt;strong&gt;2022&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Street Fighter Alpha 2 (Super Nintendo ~ Mi Box S - Retroarch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Tela de vitória de Street Fighter Alpha 2, com Chun-li derrotando Ken&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/ea23bfb791cff9fdf6dcb480ffa93347c5c7641c65994718105bcd6595b6ab21d7f106f0117e0193a3cf0becbe84609c873310acb3be48aee94ce5bc0d07fc83/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Virada de ano, estava de bobeira na casa da &lt;strong&gt;Letícia&lt;/strong&gt;, olha ela já aparecendo aí, e resolvi pegar alguma coisa para jogar no &lt;strong&gt;Retroarch&lt;/strong&gt; que tem instalado na &lt;strong&gt;Mi Box&lt;/strong&gt; dela e, do que tinha disponível ali na hora, minha escolha foi um dos melhores jogos de luta já feitos, &lt;strong&gt;Street Fighter Alpha 2&lt;/strong&gt;, embora na versão mais capenga de todas, a do &lt;strong&gt;Super Nintendo&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;. Não lembro exatamente com quem terminei o jogo, mas me conhecendo, provavelmente foi com o &lt;strong&gt;Ken&lt;/strong&gt;, que para mim é sempre diversão garantida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Forza Horizon 5 (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Carro dentro de um alagaço ao entardecer&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/aacbe56bc059e6c3e79f1db052f956fba5617f7456d5b4027d08435ffbfb8ee5aeba823b6f75d32cdfb2bd9ca32e6c83f09f6bce0443c38bfcf3e129792fa437/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Confesso que esse ficou ali mais pelo princípio do ano mesmo, antes de eu ser soterrado por inúmeras outras coisas e jogos, mas &lt;strong&gt;Forza Horizon 5&lt;/strong&gt; segue sendo um excelente jogo de corrida e uma ótima sessão de relaxamento para mim, explorar o México de carro e vez ou outra dar uma corridinha é tudo o que eu preciso as vezes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Halo Infinite (Multiplayer) (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Vários personagens do multiplayer de Halo Infinite&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/9cd56674c251be7d20e55e3baa2ba667be25c2b1e8252331fefb95640343052a3ccfd611eb42caefd5b75434036180ce9a3aa9c086e9d079533214b490ba4e11/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Como eu disse no ano passado, eu ainda joguei mais um pouco do &lt;em&gt;multiplayer&lt;/em&gt; de &lt;strong&gt;Halo Infinite&lt;/strong&gt;, mas foi só isso mesmo, eventualmente eu larguei o jogo de vez. Foi divertido por algumas semanas, mas hoje em dia é muito difícil eu me dedicar a jogos desse tipo e a minha falta de prática como atirador de videogame definitivamente deve ter feito os meus eventuais companheiros de equipe ficarem com muita raiva de mim.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Divinity: Original Sin (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Tela do jogo Divinity, com os personagens em área costeira, de dia, em meio a campo de batalha com muito sangue no chão e soldados mortos&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/4c8953f0abddaeecdf19ed482776c04b046d71dbcfec443a8232e040aaa92e97dcbe4c2d4f67c85d0b68350f7d6a0241c01267644a72ea9133cc85805904f8a2/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Nossa, escrevendo esse texto eu notei que o meu ano custou engrenar e aqui vem mais um jogo abandonado pelo caminho. Não que &lt;strong&gt;Divinity&lt;/strong&gt; seja um jogo ruim, longe disso, mas é que ele é um tipo de RPG de fantasia &quot;medieval&quot; muito específico, com muito texto para ler, que infelizmente não está em português, um sistema de batalha bem estratégico, com inimigos difíceis, que estavam me batendo muito por conta das más decisões que tomei na hora de montar os meus personagens. Mas eventualmente eu vou tentar novamente, dessa vez pensando um pouco mais na hora de escolher as classes e poderes com os quais irei iniciar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Metroid Prime 2: Echoes (Wii ~ Wii U)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/mqEguK70zA8?t=120&quot; title=&quot;youtu.be/mqEguK70zA8?t=120&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;youtu.be/mqEguK70zA8?t=120&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse já estava na minha lista do ano passado e segui jogando ele nas transmissões ainda em &lt;strong&gt;2022&lt;/strong&gt;. Como eu já havia dito, apesar dos inimigos &quot;esponja de balas&quot;, &lt;strong&gt;Metroid Prime 2&lt;/strong&gt; segue sendo o meu favorito da &lt;strong&gt;Trilogia Prime&lt;/strong&gt;, com alguns toques que remetem muito a série &lt;em&gt;Zelda&lt;/em&gt; e o que melhor desenvolve uma das grandes arqui-inimigas de &lt;strong&gt;Samus&lt;/strong&gt; de todos os tempos: &lt;strong&gt;Dark Samus&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Celeste (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Tela do jogo Celeste, com uma área de gelo, com várias plataformas e espinhos no chão&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/6ed4508303a64770052ec641b23c106ab97e2d28cef0ea6cb6fa135e91e76b4306031906939f79c9a78137b83fb182919b3b63b7864cd909362560743e0134e8/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Outro que eu já havia começado no ano anterior, &lt;strong&gt;Celeste&lt;/strong&gt; é um jogo de plataforma em que ao mesmo tempo que eu acho uma gracinha, em outros momentos ele me faz ter vontade de quebrar o controle ao meio. Mas eu tive uma história engraçada com ele: após um tempo sem jogar, eu voltei no meio de uma fase que já estava salva, mas com muita dificuldade para terminá-la e isso era tipo no &lt;strong&gt;segundo&lt;/strong&gt; mundo ainda. Já estava ficando frustrado com o desequilíbrio e tudo mais, mas com um pouco de persistência eu consegui terminar e aí veio a grande revelação: eu estava no meio de uma fase opcional de desafio e não em uma fase normal do jogo. Claro que depois, seguindo o fluxo normal, ainda que o jogo não seja nada fácil, eu consegui desembolar muito mais rápido e acompanhar a jornada de autoconhecimento de Madeline até o topo da montanha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Jet Set Radio (Windows - Steam)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagem Gum patinando em cidade durante o perído da noite&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/400436aac6ebadf790cc1d0947b90ae09899ea5429adcc69c84b5d043e592f49e5d74fa573a1fe44654a1819cdbe570cf8819a38c82eebc3ec75c068875481e1/padrao_680x680.jpeg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Nossa, eu realmente fiquei pulando entre vários jogos em &lt;strong&gt;2022&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Jet Set Radio&lt;/strong&gt;, apesar de ser um dos meu títulos favoritos de todos os tempos, um dos meu &lt;strong&gt;Top 3&lt;/strong&gt; do &lt;em&gt;Dreamcast&lt;/em&gt;, foi mais um deles. Mas tudo bem, o ponto é que de tempos em tempos, essa mistura de &lt;em&gt;graffiti&lt;/em&gt; e patins sempre me pega de um jeito ou de outro e essa foi só mais uma delas. Infelizmente essa também é mais uma das grandes franquias que a SEGA nunca mais retirou da geladeira, eu ainda tenho que dar um jeito de emular a continuação, que está presa ao &lt;em&gt;Xbox&lt;/em&gt; original e que provavelmente era com o que eu estava na cabeça quando peguei para jogar o primeiro jogo da série, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/jet-set-grind-radio&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;Jet Set Radio&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Metroid Prime 3: Corruption (Wii ~ Wii U)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=39Eloqa7duI&quot; title=&quot;www.youtube.com/watch?v=39Eloqa7duI&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.youtube.com/watch?v=39Eloqa7duI&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Seguindo a sequência de transmissões, foi a vez de fechar a &lt;strong&gt;Trilogia Prime&lt;/strong&gt; com o seu &lt;strong&gt;terceiro&lt;/strong&gt; jogo, que embora não seja o meu favorito, eu ainda sim gosto bastante. Como o único idealizado originalmente como um jogo de &lt;strong&gt;Wii&lt;/strong&gt;, aqui o &lt;em&gt;wiimote&lt;/em&gt; é usado e abusado de todas as formas, não somente como uma forma de mirar o canhão de braço de &lt;strong&gt;Samus&lt;/strong&gt; nos inimigos, mas também para várias outras interações da personagem. Infelizmente os movimentos nem sempre são reconhecidos muito bem, mas como boa parte se tratam apenas de puxar alavancas ou outras coisas do tipo, acaba sendo menos pior. É aqui também que vemos o fim do arco de &lt;strong&gt;Dark Samus&lt;/strong&gt;, que mais uma vez tem papel essencial na trama do jogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fallout Shelter (Xbox One / Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagens de Fallout Shelter iniciando um relacionamento romântico&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/354b37b7e0cb6c39f5873c47e6f7ca2eb597da40873721d2d8cd589566839e05b3e6f70bfa10cf38ca415223b45ba6c29745ded7fb0c0b31586cce4d28019486/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Sei lá que comichão me deu, mas eventualmente eu peguei para jogar &lt;strong&gt;Fallout Shelter&lt;/strong&gt; no &lt;strong&gt;Xbox&lt;/strong&gt;, mas foi no &lt;strong&gt;Switch&lt;/strong&gt; que eu encontrei o lugar perfeito para ele. Por um curto período, coisa de um mês, eu estava trabalhando de casa, então era perfeito deixar o híbrido da Nintendo ligado com o jogo rodando, só interagindo ali quando o meu abrigo solicitava a minha atenção para gerenciar algum problema. Como sempre, foi bom enquanto durou, mas eu tive que largar e seguir em frente, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/meu-vault-minha-vida&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;Fallout Shelter&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Termo (Web)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Tela com a palavra &amp;amp;quot;CASTA&amp;amp;quot; preenchida, sendo as duas primeiras letras marcadas de amarelo e a última de verde&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/31eec33f6315d0d8dbf5e4df879c6da77c05a75efaa823283b5847ebbc84db70fbdad4df1d303b72392bdec49e12cb10c6badab5cccf2c3c242bbc8a5775b514/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Lembra do surto coletivo que foi esse jogo? Pois é, eu fui pego por ele também e estava gostando bastante, mas eu tive um grande problema: eu costumava deixar para jogar na hora do almoço, mas as pessoas com quem trabalho jogavam mais cedo e não se importavam de discutir abertamente a resposta antes de eu jogar. Por fim eu desanimei e acabei largando, mas é um excelente passatempo, lembrando muito a vibe das revistinhas da &lt;em&gt;Coquetel&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cuphead (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Tela do jogo em área com ruínas de um castelo, com um grande olho vigiando o personagem em uma janela ao fundo do cenário&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/8b43413feea4e714aebba7cc1ec44fd4cf89de9bd59d897fed69e63b1a6743c09d0006bcd1c0c9b4fc8b5f33de249dc0f13ed2589fc429397abce32e367e2826/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Aqui as coisas já estavam melhorando, porque dessa vez eu peguei firme, enfrentei o Diabo e terminei &lt;strong&gt;Cuphead&lt;/strong&gt;!!! Como todo jogo do tipo, a dificuldade vai indo embora conforme você tenta passar pelos chefes várias e várias vezes, até que em dado momento as coisas simplesmente fluem e você consegue. Lembro até mesmo de algumas vezes ter jogado com a &lt;strong&gt;Letícia&lt;/strong&gt;, mas não foi um jogo que jogamos juntos de cabo a rabo. Ainda pretendo pegar a &lt;em&gt;DLC&lt;/em&gt; que foi lançada, porque eu realmente gostei muito desse jogo, por mais que ele faça raiva na gente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Portal (Windows - Steam)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=kFD6-miXiOk&quot; title=&quot;www.youtube.com/watch?v=kFD6-miXiOk&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.youtube.com/watch?v=kFD6-miXiOk&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em minhas tentativas de deixar as transmissões um pouco mais simples, eu fui direto para o computador e com um jogo já meu velho conhecido, &lt;strong&gt;Portal&lt;/strong&gt;, o que foi bem cômodo, já que a lembrança das resoluções dos quebra cabeças vinha bem rápido a minha mente na maior parte do tempo, fazendo com que eu voasse pelas fases. Ainda sim, é um jogo excelente, com uma narrativa bem humorada e um design de fases primoroso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Portal 2 (Windows - Steam)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=yu0ecGPHpMc&quot; title=&quot;www.youtube.com/watch?v=yu0ecGPHpMc&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.youtube.com/watch?v=yu0ecGPHpMc&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Seguindo nas transmissões já emendei com &lt;strong&gt;Portal 2&lt;/strong&gt;, que dessa vez é um jogo que eu nunca havia jogado. Ele segue aquela lógica de &quot;maior e melhor&quot; em relação ao seu antecessor, o que faz com que ele não seja tão redondinho quanto, mas ainda sim um ótimo jogo, que eu recomendo bastante para quem curte quebra cabeças.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rez Infinite (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagem humanoide, voando em um ambiente poligonal e colorido, enfrentando inimigo composto por diversos blocos&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/0de12143afb8584288e5feb27fc5c92ccdd6ec6269eaeed39279271297d1fc336b1087928dfeca53ac12895e99fbe3d15e0fab7e31228df8b3903bc0b93a9717/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Sim, agora com um &lt;strong&gt;PlayStation 4&lt;/strong&gt; eu posso finalmente colocar as mãos em exclusivos um pouco mais recentes da Sony. E para começar, nada melhor do que um &lt;em&gt;remaster&lt;/em&gt; de um &lt;em&gt;rail shooter&lt;/em&gt; do... &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dreamcast&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;! Sim, eu amo &lt;strong&gt;Rez&lt;/strong&gt;, tipo, ele é um dos meus três jogos preferidos do último console da SEGA, junto com &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Jet Set Radio&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Space Channel 5 Part 2&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, e apesar de curtinho, foi ótimo relembrar todas as 5 memoráveis fases, mais a fase extra criada para essa versão. Volta e meia eu ainda pego para jogar ele um pouco, só para tentar melhorar minhas pontuações e conseguir porcentagens maiores de itens e inimigos abatidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Unsighted (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;A personagem Alma carregando uma orbe, em um cenário repleto de vegetação, além de braços do que parece já ter sido uma grande estátua&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/53e2fbd2da8e57b669944ee55af426ef524bcc4964040896e5777617590d4358553c16fe6314ffc3c4d3479ddae3b6c036e30563805832d07b68f9539b2f8d03/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Unsighted&lt;/strong&gt; é um daqueles jogos únicos que a gente sempre fica feliz por ter jogado ao menos uma vez na vida. Criação das brasileiras &lt;a href=&quot;https://twitter.com/tianipixel&quot;&gt;&lt;strong&gt;Tiani Pixel&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://twitter.com/ironfairy_&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fernanda Dias&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, ele é um jogo de ação, com uma mecânica de &lt;em&gt;parry&lt;/em&gt; muito gostosa &lt;del&gt;que eu confesso ter demorado pegar o jeito&lt;/del&gt; e composto por elementos de diversos gêneros e estilos, tendo referências em &lt;em&gt;Souls&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Metroid&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Zelda&lt;/em&gt;, com uma vibe que não sei bem o motivo, mas que me remeteu muito ao &lt;em&gt;Mega Drive&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas não pensem que ele é apenas um mero amontoado de nostalgia, &lt;strong&gt;Unsighted&lt;/strong&gt; é um título bem robusto e que possuí uma mecânica central onde a sua personagem, &lt;strong&gt;Alma&lt;/strong&gt;, uma androide que possuí um tempo limitado de consciência antes de se perder para sempre, deve não só salvar as suas companheiras, que também possuem um tempo limitado, como em diversos momentos deverá escolher entre ajudar a si mesma a fim de completar a missão ou ajudar quem estiver em seu caminho. Já aviso que é impossível ajudar a todas logo de cara e cada uma que você recusa é uma facada no coração, porque se tem uma coisa que esse jogo faz bem é fazer você simpatizar pelas personagens.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu não quero descrever muito detalhadamente o jogo, porque eu realmente acho que esse é um título que todo jogador deveria jogar, mesmo que desligando a opção de limitação de tempo, o que eu acho que tira um pouco do que faz o jogo ser tão bom, mas ainda sim, ele se sustenta bem o suficiente em outros aspectos para valer a pena. Não por menos eu encomendei uma versão física que foi lançada por aqueles esquemas de tiragem limitada, que já está nas minhas mãos e eu pretendo jogar novamente no futuro, até para quem sabe escrever um merecido texto aqui para o site.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;The Last Story (Wii ~ Windows - Dolphin)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=K2QEXqvOHQY&amp;amp;list=PLwMr9e6gEEMaReF8y4Cy5eqbbLi8qxlV6&quot; title=&quot;www.youtube.com/watch?v=K2QEXqvOHQY&amp;amp;list=PLwMr9e6gEEMaReF8y4Cy5eqbbLi8qxlV6&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.youtube.com/watch?v=K2QEXqvOHQY&amp;amp;list=PLwMr9e6gEEMaReF8y4Cy5eqbbLi8qxlV6&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Letícia&lt;/strong&gt; curte uns &lt;em&gt;Tolkien&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Dungeons &amp;amp; Dragons&lt;/em&gt;, então em homenagem a ela as transmissões seguiram com &lt;strong&gt;The Last Story&lt;/strong&gt;, aquele RPG de ação de fantasia &quot;medieval&quot; que o criador de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Final Fantasy&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; lançou para o &lt;strong&gt;Wii&lt;/strong&gt; e fez parte da &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Operation Rainfall&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, em que jogadores das Américas brigaram para trazer o jogo do Japão e Europa, juntamente com &lt;em&gt;Xenoblade Chronicles&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Pandora’s Tower&lt;/em&gt;. Não é um título particularmente incrível, mas que tem uma clima gostoso de contos de fada que me agrada, em especial quando não quero algo tão denso para jogar. Só não curti muito a experiência com o emulador, apesar de ter o jogo original quis facilitar as transmissões, mas acabei me frustrando com alguns travamentos constantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/era-uma-vez&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;The Last Story&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Célula a singularidade (Android)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Representação do planeta Terra em período de criação do nosso sistema solar&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/cd0270f75d05b0f0315da243dbb11b0bce2cf19d23dfeffb07d2a1c1b439a619c5a101aa27982753afc8321a0bdac0a688e6243c86f0d07366ced7ea1482058f/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Não lembro especificamente onde ouvi falar sobre esse jogo, mas &lt;strong&gt;Célula&lt;/strong&gt; é um &lt;em&gt;clicker&lt;/em&gt; bem safado para &lt;strong&gt;Android&lt;/strong&gt;, que me pegou por conta de sua temática, que é mostrar a evolução do planeta, como a vida surgiu e se desenvolveu e, até mesmo fazer previsões de para onde irá. Eu não acho a lógica dele tão amarradinha quanto deveria, mas como um jogo de curiosidades científicas, ele é até bem interessante por algum tempo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Panzer Dragoon: Remake (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagem montado em um dragão, sobrevoando área alagada repleta de ruínas&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/855c86e2f335c789680b3d2aa9fdac172b834e13b1a2ccb1c09243899796f9328c27572c1b203c102b9b8f8170c4ddf742677f0334708c0dc11d2b6c385e59c0/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Eu nunca joguei um &lt;strong&gt;Panzer Dragoon&lt;/strong&gt;, mas sempre fui curioso em relação a série, então quando vi esse &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt; baratinho na loja do &lt;strong&gt;Switch&lt;/strong&gt; eu corri para comprar, só para na sequência me decepcionar, porque é um jogo bem fraquinho. Para um &lt;em&gt;rail shooter&lt;/em&gt; ele até tem uma temática interessante, mas é um jogo muito travado onde o tempo todo não parece que eu tenho controle completo sobre o dragão que funciona como se fosse uma nave de &lt;em&gt;Star Fox&lt;/em&gt;. Pelo menos ele é bem curtinho, então não deu tempo de eu sentir nenhuma grande raiva dele.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Horizon Zero Dawn: Complete Edition (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagem Aloy, munida de arco e flecha, enfrentando um grande passário mecânico em tempo chuvoso&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/1562a55a3477749d5f3e1b0182126bd87ce2998e72b77333254c276e555ad5134d57b77fc52944f4f4837ff25ba9cac73cc1a69d74dc798852016466f05efe37/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Ok, ok, dessa vez eu peguei um jogo do &lt;strong&gt;PlayStation 4&lt;/strong&gt; mesmo para jogar, que curiosamente já estava na minha conta da Sony, porque em algum momento a empresa tinha dado de graça a versão completa e eu havia pego para jogar futuramente. Bom, e o futuro chegou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Horizon&lt;/strong&gt; é um jogo muito gostoso, ainda que os desenvolvedores tenham optado por decisões mais seguras em cada elemento dele, mas as mecânicas de batalha, onde para cada máquina enfrentada há uma tática e pontos fracos diferentes a serem explorados, me pegou de jeito. A história é legal também, ainda que nada muito incrível e esse jogo também foi a minha primeira platina, olhem só. Não que eu tenha ido ativamente atrás dela, mas quando cheguei no final eu meio que naturalmente já tinha feito praticamente tudo, então foi só uma questão de fazer uma coisinha ou outra para fechar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Futuramente pretendo jogar a continuação dele e ver para onde a saga da heroína da história, &lt;strong&gt;Aloy&lt;/strong&gt;, vai parar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Star Wars Jedi: Fallen Order (Windows - Origin)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=bkolmy0NVo0&amp;amp;list=PLwMr9e6gEEMb-cUVYXfvXE9GFf5voRg7L&quot; title=&quot;www.youtube.com/watch?v=bkolmy0NVo0&amp;amp;list=PLwMr9e6gEEMb-cUVYXfvXE9GFf5voRg7L&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.youtube.com/watch?v=bkolmy0NVo0&amp;amp;list=PLwMr9e6gEEMb-cUVYXfvXE9GFf5voRg7L&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse foi o meu último jogo que joguei em transmissões, também ganho em algum momento que eu não lembro qual e, apesar da história meio fraquinha, mesmo para o tão maltratado universo de &lt;em&gt;Star Wars&lt;/em&gt;, é um título bem divertido, com mecânicas que remetem bastante aos jogos da &lt;em&gt;From Software&lt;/em&gt;, em especial &lt;em&gt;Sekiro&lt;/em&gt;, mas que ainda sim exploram bastante os poderes de um &lt;em&gt;jedi&lt;/em&gt;. Eu só fiquei meio puto, em especial no final, com os picos de dificuldade em em alguns chefes do jogo, mas ainda sim recomendo bastante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sekiro: Shadows Die Twice (Xbox One)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagem Sekiro se esgueirando por uma parede, parado em uma esquina, observando inimigos&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/83a8cd4159b73f191d5c1358755c749cbcced547dfaeac9c77124016d0a58801120cf439c3b7f12563c653ada6e461bd98bd63a555eadb5a138e959a21b2757c/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;E falando do diabo, eis que resolvi adentrar no universo da &lt;strong&gt;From Software&lt;/strong&gt; com aquele que foi eleito &lt;strong&gt;o melhor jogo de 2019&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Sekiro&lt;/strong&gt;. A mistura de jogo de ação com &lt;em&gt;parry&lt;/em&gt; e ambientação em um Japão feudal fantasioso me chamou bem mais atenção do que o medieval fantástico da série &lt;em&gt;Souls&lt;/em&gt; ou o vitoriano &lt;em&gt;Bloodborne&lt;/em&gt;, ao menos para um primeiro passo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu confesso que demorei muito para pegar o jeito dele e a câmera quebrava de uma maneira tão bizarra em alguns momentos, que não foram poucas as frustrações. Mas quando as coisas fluem, o que felizmente ocorre na maior parte do tempo, &lt;strong&gt;Sekiro&lt;/strong&gt; mostra o motivo de ser um jogo de ação tão excelente, ele é aquele tipo em que você apanha muito em um chefe ou inimigo mais forte, mas depois que decora os padrões e pega o jeito, você destrói eles de uma maneira tão satisfatória, que toda a frustração das derrotas ficam para trás. Entrou fácil na minha lista de jogos preferidos e um dia quem sabe eu o revisite para fazer os outros finais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tony Hawk’s Pro Skater 3 (PlayStation ~ Mi Box S - Retroarch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagem de Tony Hawk andando de skate em um hangar&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/ab1a2fe8cecc1a7acf2f7378e971318928a0b62cd7d6160326f8606521312af5be52f0e1326ccfb470fb36cc5decf724955530c381ec8328efbf0ef86c5b8d75/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Veio aquela saudade das épocas de juventude em que eu jogava esse jogo na casa de um amigo meu antes de sessões de RPG de mesa que eu narrava, então botei para rodar também na &lt;strong&gt;Mi Box&lt;/strong&gt; da &lt;strong&gt;Letícia&lt;/strong&gt;, o que foi perfeito, já que é um jogo ótimo para ser jogado esporadicamente. Como parece ter sido o meu carma de &lt;strong&gt;2022&lt;/strong&gt;, eu não cheguei a terminá-lo com nenhum skatista, mas depois de apanhar por um tempo, foi bem legal redescobrir como fazer longos combos, com manobras que eu nunca sei diferenciar muito bem se existem de verdade ou não, afinal eu sou o &lt;strong&gt;Tchulanguero&lt;/strong&gt;, não o &lt;em&gt;Skateiro&lt;/em&gt;. Um dos melhores da série clássica na minha opinião.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/uma-sessao-pela-serie-tony-hawks-pro-skater-thps3&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;Tony Hawk’s Pro Skater&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Blasphemous (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagem em frente a uma figura humana gigante com diversas espadas fincadas no peito, com o sangue escorrendo pelo corpo&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/be322b9ee83fb3ee6a2873df15cbd4f95aa39c9c791b9b2de1f79905a2000d4d69408369888957c2496babd7ef48d6c0e1765a3ae280432cc727be199e385704/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Nós somos muito acostumados a histórias que exploram as mais diversas mitologias, como a greco/romana e a queridinha do momento, nórdica, mas raramente vemos algo equivalente sendo feito com a mitologia cristã. E bem, embora &lt;strong&gt;Blasphemous&lt;/strong&gt; não seja literalmente sobre o cristianismo, é inegável a forte influência que esse jogo tem de tal temática, trazendo diversos conceitos como milagres, culpa e penitência, mas sempre de uma forma bizarra e grotesca.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar de ter influências da série &lt;em&gt;Souls&lt;/em&gt;, ele possuí um sistema bem menos punitivo e que acaba indo muito mais para o lado da exploração, tal qual um &lt;em&gt;Metroid&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Castlevania&lt;/em&gt;. Não é um jogo muito longo, eu mesmo terminei ele em poucos dias, durante um período em que estava visitando os meus pais e não tinha muito o que fazer de noite, já que todos na casa dormiam muito cedo e eu não, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bayonetta (Wii U)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Bayonetta enfrentando um grande anjo, com cabeça de dragão em ruínas de um coliseu&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/87a291238626b7fa94fd01dd9139c799ae8b5e0403b428c8b75a63814d84e6f9efe80229b12a3acd2fe414591955ed7d9e54eddaf9f1c699887dc5a71537ff64/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Por mais que eu goste de &lt;strong&gt;Bayonetta&lt;/strong&gt;, por algum motivo eu não fiquei tão empolgado quando o &lt;strong&gt;terceiro&lt;/strong&gt; jogo foi anunciado, até que a data foi chegando, eu entrei no &lt;em&gt;hype&lt;/em&gt; e acabei fazendo a pré-compra do jogo. Então como preparativo para a chegada do novo título da bruxa, eu resolvi jogar os dois primeiros jogos novamente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bayonetta&lt;/strong&gt; ainda segue sendo um excelente &lt;em&gt;hack ’n’ slash&lt;/em&gt;, ou &lt;em&gt;character action&lt;/em&gt;, eu sempre me perco nessas denominações, em especial nas batalhas, mas confesso que acho o ritmo dele meio quebrado, em especial no final do jogo. Ainda sim segue sendo um excelente título, com uma das personagens mais carismáticas, que faz jus a &lt;em&gt;Dante&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;Devil May Cry&lt;/em&gt;, o seu antecessor espiritual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/leve-me-para-a-lua&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;Bayonetta&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cyberpunk 2077 (Xbox One / Windows)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=lKkl4PW-Cw8&amp;amp;list=PLwMr9e6gEEMZXSnAfADZnBlOSu14qeqOg&quot; title=&quot;www.youtube.com/watch?v=lKkl4PW-Cw8&amp;amp;list=PLwMr9e6gEEMZXSnAfADZnBlOSu14qeqOg&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.youtube.com/watch?v=lKkl4PW-Cw8&amp;amp;list=PLwMr9e6gEEMZXSnAfADZnBlOSu14qeqOg&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu quis ver um pouco mais de &lt;strong&gt;Cyberpunk&lt;/strong&gt; fora do contexto das transmissões, onde eu sempre acho muito difícil prestar atenção de forma plena em um jogo, mas a minha opinião sobre ele não mudou muito. Ainda é um título ok, mas com a sua personagem principal, &lt;strong&gt;Night City&lt;/strong&gt;, sendo bem sem graça.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eventualmente eu baixei também a versão de PC para testar e ver como meu computador se comportaria, em especial com toda essa coisa de &lt;em&gt;ray tracing&lt;/em&gt; que tem hoje em dia e, apesar de realmente ser bem mais bonito e rodar em uma taxa de quadros infinitamente melhor, eu continuei achando o visual não lá muito inspirado. Sei lá, eu não consigo mais ficar empolgado com um jogo somente por esse tipo de coisa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bayonetta 2 (Wii U)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Bayonetta portando duas katanas, andando por um prédio antigo, com a lua cheia ao fundo&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/8a4e6cebfc6be059de3d4fa4a74b326afc772d6301304d16e42b37a0da26d2f86a4388b4f6d1ce85490b217f0c766995474c82f2b6e4bdf72c43e14700d9faa5/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Seguindo com os preparativos para o &lt;strong&gt;terceiro&lt;/strong&gt; jogo, foi a vez de pegar aquele que é de longe o melhor jogo da trilogia e um dos melhores do gênero. Ainda que &lt;strong&gt;Bayonetta 2&lt;/strong&gt; siga muito os passos do primeiro, tudo aqui é bem mais refinado, com momentos e batalhas realmente memoráveis, com uma fluidez que poucos jogos tem. Infelizmente o jogo mais uma vez dá um derrapada no final, só que dessa vez ao invés de arrastado, tudo termina de uma forma meio corrida e um tanto quanto anticlimática, ainda que razoavelmente satisfatória.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/rio-da-lua&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;Bayonetta 2&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;God of War III Remastered (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Close de Kratos na altura do peito, de baixo para cima, ele com olhar fixo e cara fechada&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/a3560c42042bbd7f6ec9789061200afacbc5b1034f3ed6822b77c056500ada40c28c05e9aaabacdbfa38ed2d6b566860c6357ddfaad05af35c0c2baf95a80343/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Esse é definitivamente um dos jogos mais estúpidos que eu já joguei na minha vida inteira. Não me entendam mal, &lt;strong&gt;God of War III&lt;/strong&gt; é praticamente um jogo de &lt;strong&gt;PlayStation 2&lt;/strong&gt; lançado no &lt;strong&gt;PlayStation 3&lt;/strong&gt;, sequência de um título que eu gosto e que mecanicamente entrega exatamente o que se espera dele, mas se nos dois jogos anteriores &lt;strong&gt;Kratos&lt;/strong&gt; já era um personagem meio questionável, aqui ele foi embora. É tudo tão tosco e grotesco, que parece que todas as ideias saíram de uma reunião com garotos héteros cis de 12 anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas o ponto alto dele está na dublagem em português... de Portugal. Sim, esse jogo ainda é de uma época onde essa versão esquisita do nosso idioma fingia ser mais importante, e ver &lt;strong&gt;Kratos&lt;/strong&gt; falando com um sotaque bizarro dá todo um tom diferente para a história, eu e a &lt;strong&gt;Letícia&lt;/strong&gt;, que acompanhou todo o jogo comigo, rimos horrores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;God of War (2018) (PlayStation 4)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Kratos em uma floresta coberta de gelo, com a mão sobre um tronco de árvoce que possuí a marca de uma palma da mão, com olhar reflexivo&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/f926a6d1c6704ea26aa3781edf1483956cf56af7f606b07169f9868a46e10a519ca22002399668af1b9d1b4fa00ab8db22231ebac62c2e90fd6a0f361d00893e/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Bom, falou de &lt;strong&gt;God of War&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;Letícia&lt;/strong&gt; está junto comigo assistindo, a verdade é que ela gosta da série bem mais do que eu, mas como tem preguiça de jogar, fica me usando para ver a história, ao ponto de ter me dado de presente esse jogo que estranhamente ela estava bem empolgada para ver, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Brincadeiras a parte, eu estou gostando bastante de &lt;strong&gt;God of War&lt;/strong&gt;, e por ter pego ele na sequencia do &lt;strong&gt;terceiro&lt;/strong&gt; o impacto na diferença na construção do personagem é brutal. Ainda que &lt;strong&gt;Kratos&lt;/strong&gt; siga sendo um cara bruto que só sabe resolver as coisas na porrada, agora ele é finalmente um personagem de verdade, que se comporta como uma pessoa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu ainda estou no meio dele e como eu deixo para jogar somente quando estou com a &lt;strong&gt;Letícia&lt;/strong&gt;, ainda devo demorar um pouco para terminar, mas tenho gostado bastante, tanto das mecânicas, ainda que simples, quanto da narrativa. Só poderia ter um sistema de equipamentos menos confuso, &lt;em&gt;çokorro&lt;/em&gt; naqueles menus.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bayonetta 3 (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Bayonetta controla o demônio Gamora, um grande dragão infernal, em uma batalha no meio da cidade contra um inimigo gigante&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/56c4b8207096942dc36c35fc31efe8ee24e5763c9b0b764b51ade08c79dae4f161b4f4be258bdccf884341f4c01765d2c6e16a1d9790c9a341301416b6640e15/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Aí eu já estava empolgado com &lt;strong&gt;Bayonetta 3&lt;/strong&gt; como falei aí em cima para vocês, fiz a pré-compra e tudo mais, apesar de todo o imbróglio que rolou a &lt;a href=&quot;https://www.bloomberg.com/news/articles/2022-10-18/bayonetta-3-voice-actor-s-pay-dispute-overshadows-nintendo-game&quot;&gt;respeito da dublagem do jogo&lt;/a&gt;, mas acabou que deu um problema lá na loja em que eu comprei e eles não conseguiram me mandar o jogo, me devolvendo o dinheiro. Mas como a essa altura ele já havia sido lançado, não foi difícil eu conseguir rapidamente uma cópia, felizmente a um preço similar, para finalmente conseguir o meu &lt;em&gt;cartuchinho&lt;/em&gt; com a &lt;strong&gt;terceira&lt;/strong&gt; empreitada da celebre &lt;strong&gt;Bruxa da Umbra&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bayonetta 3&lt;/strong&gt; é o mais diferente dos três títulos, ainda que as mecânicas básicas sejam muito similares aos seus antecessores, agora a ideia de você poder trazer os demônios para lutar ao seu lado em qualquer momento da batalha muda muito a dinâmica das coisas, além dele ser bem mais focado em exploração de cenário. É meio estranho a princípio e concessões tiveram que ser feitas, mas eventualmente você se acostuma e as coisas ficam bem divertidas, o jogo definitivamente tem os seus grandes momentos e há umas viradas nas mecânicas em algumas fases que me colocaram um sorriso no rosto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É um jogo que também impressiona tecnicamente. Sim, ele está muito longe de ter gráficos lindos e bem definidos, além de raramente alcançar os 60 quadros que promete, mas o que ele faz rodando no &lt;em&gt;hardware&lt;/em&gt; do &lt;strong&gt;Switch&lt;/strong&gt; é definitivamente um feito. Por outro lado, no modo portátil a sua bateria não dura nada e a direção de arte não é lá muito inspirada na maior parte do tempo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas o grande problema dele mesmo é a história, que apesar de nunca ter sido o ponto alto de &lt;strong&gt;Bayonetta&lt;/strong&gt;, aqui é ruim de uma forma bem incômoda. Você provavelmente viu um monte de pessoas reclamando de diferentes aspectos dela e em especial o final, e a real é que provavelmente meio que todas elas estão certas, é uma coisa pavorosa e mal construída, que não há como não ser decepcionante. Não vou ser tão pessimista a ponto de dizer que isso impede um bom futuro para &lt;strong&gt;Bayonetta&lt;/strong&gt;, mas a Platinum precisa seriamente contratar pessoas melhores para escrever a história do próximo jogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Final Fight (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;O personagem Cody se depara com diversos adversários, enquanto uma mulher loira é carregada a força pelo maior deles&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/4ffdd408312d816c7aff6e6e56601bbf4500a10451cc517b8b8a837936fa72d6e79bb17b2b6a2f319d45c42e21ef46a013b40ef1e953bd2a1ef6796bdb16525c/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Em algum ponto do final do ano o &lt;strong&gt;Final Fight&lt;/strong&gt; original ficou de graça em todas as plataformas para o &lt;strong&gt;Capcom Arcade Stadium&lt;/strong&gt;, um simulador de fliperama que a Capcom disponibiliza de graça, em que você pode comprar jogos clássicos da empresa individualmente. Então em uma tarde, de uma &lt;em&gt;vezada&lt;/em&gt; só eu o terminei, matando a saudade desse que é um dos jogos mais antigos que eu me lembro de ter jogado em um fliperama, me valendo muito dos continues infinitos que a plataforma oferece, o que foi bem divertido, mas sem chance de fazer se fosse na base da ficha como era antigamente, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Xenoblade Chronicles 3 (Switch)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Os personagens Noah e Mio preparados para o combate&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/44a473c28f4aa4e345a3664f633e7c9db75d5736687eac7ffa2234cfbd472ec553f71b9f90356024791064428357ee11a23680c725c04a3b39f4a33d84a38fcc/padrao_680x680.jpg&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Eu gosto muito do &lt;strong&gt;primeiro jogo&lt;/strong&gt; da série, &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/a-humanidade-sem-o-seu-palido-ponto-azul&quot;&gt;amo o &lt;strong&gt;X&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, mas quando chegou no &lt;strong&gt;segundo&lt;/strong&gt; eu acabei ficando sem jogar, muito pelo visual dele não ter me inspirado, digamos assim. Mas o &lt;strong&gt;terceiro&lt;/strong&gt; ainda que siga com o visual de anime, já demonstra algo diferente desde o seu trailer de lançamento, o que de fato se concretizou com o jogo em mãos, já que de fato &lt;strong&gt;Xenoblade Chronicles 3&lt;/strong&gt; é de longe um dos melhores JRPGs já feitos, com um texto primoroso e personagens muito bem desenvolvidos e carismáticos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não é exagero meu, ainda que a construção de mundo seja relativamente simples, os diálogos dos personagens, suas personalidades e comportamentos são extremamente bem escritos, e embora não sejam perfeitos, eu passei momentos com esse jogo legitimamente emocionantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Talvez o maior &quot;problema&quot; dele é que, como padrão da série, ele vai exigir muito tempo do jogador. Na teoria dá para focar só na missão principal, mas definitivamente eu não recomendo isso, em especial pelas excelentes histórias paralelas que são apresentadas. Eu terminei ele por esses dias, fazendo praticamente tudo o que o jogo tinha a oferecer, ao menos em sua versão base, e lá se foram aproximadamente umas 275 horas de jogo, é muito tempo!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No final eu sai tão empolgado que fiquei tentado a jogar a &lt;em&gt;Definitive Edition&lt;/em&gt; do primeiro jogo que foi lançada para o Switch, que possuí uma história a mais que faz uma ligação com o terceiro jogo, e até mesmo o segundo jogo e sua DLC de história, só para ter um pouco mais dessa série, embora eu saiba, que o texto não vai chegar nem perto. De qualquer forma, ainda será lançada toda uma história nova para talvez esse final de ano e eu já estou no &lt;em&gt;hype&lt;/em&gt; desde agora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Menções honrosas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dois jogos que eu não joguei tanto, mas que merecem ser mencionados: o primeiro foi &lt;strong&gt;Triangle Strategy (Switch)&lt;/strong&gt;, jogo de estratégia por turnos, mais especificamente a &lt;strong&gt;demo&lt;/strong&gt; do jogo, que é bem grande e me pareceu ser um título excelente, e o segundo é &lt;strong&gt;Tunic (Xbox One)&lt;/strong&gt;, que eu joguei um pouco em uns dias em que peguei uma promoção de assinatura do Game Pass, mas que me pareceu bem interessante também, sendo uma espécie de &lt;em&gt;Zelda&lt;/em&gt; com um conceito bem original sobre o que é e como deve ser um tutorial de jogo, fazendo uma relação com os antigos manuais de jogos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então ficamos por aqui, com mais uma lista do que eu joguei no ano anterior, bem recheada mais uma vez. Para &lt;strong&gt;2023&lt;/strong&gt; as coisas provavelmente vão ser menores em número, mas é porque eu pretendo jogar algumas coisas grandes, fora que logo mais teremos o lançamento de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tears of the Kingdom&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que com certeza irá consumir a minha vida por alguns meses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desejo para todes um excelente novo ano, agora com talvez as coisas um pouco mais tranquilas, espero pelo menos, para que possamos aproveitar melhor nossos momentos de descanso com o nosso lazer preferido, uma pausa justa na vida de nós proletários assalariados. Beijos e &lt;strong&gt;vão jogar!&lt;/strong&gt;!! &lt;img alt=&quot;=***&quot; class=&quot;emoticons&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__arpd/web/layout/imagens/emoticons/kiss.svg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;figure class=&quot;padrao&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Banner: Participantes - O que você jogou em 2022?&quot; class=&quot;imagemEscrito&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/e0481c7da895fc25205c4a0bce722746903b4aef09216e58495231fd795ada46c86a0bd151693c955da2a1ea5b038bfa1fad08d799fc0c8860a0ffe8c749a431/padrao_680x680.png&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;&lt;br /&gt;Esta publicação faz parte do &lt;em&gt;meme gamer&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&quot;&lt;a href=&quot;https://marvoxbrasil.wordpress.com/memegamer-o-que-voce-jogou/&quot;&gt;O que você jogou em 2022?&lt;/a&gt;&quot;&lt;/strong&gt;, que foi organizado mais uma vez pelo nosso grande parceiro &lt;strong&gt;Marvox&lt;/strong&gt; e irá ocorrer até &lt;del&gt;o dia &lt;strong&gt;19 de fevereiro&lt;/strong&gt;, também conhecido como &lt;strong&gt;hoje&lt;/strong&gt;, ou&lt;/del&gt; &lt;strong&gt;enquanto durarem os estoques&lt;/strong&gt;. Segue a lista com os demais participantes desta edição:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Arquivos do Woo&lt;/strong&gt; - Cyber Woo&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Arquivos do Woo&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/01/28/o-que-voce-jogou-em-2022-geovane-sancini/&quot;&gt;Geovane Sancini&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Arquivos do Woo&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/01/28/o-que-eu-joguei-em-2022-tony-horo/&quot;&gt;Tony Horo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Bigode Games&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://bigodegames.com.br/index.php/2023/02/07/meme-gamer-2022/&quot;&gt;Cap. Barry&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Gamer Caduco&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://gamercaduco.com/2023/02/01/meme-gamer-o-que-voce-jogou-em-2022-oqvj2022/&quot;&gt;Caduco&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;MarvoxBrasil&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/Cn9rOU3uraj/&quot;&gt;Marvox [instagram]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;A TV Vai Estragar!&lt;/strong&gt; - Edu Farnezi&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Universo Retrogamer&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/CofHKZFOjhv&quot;&gt;Marcão [instagram]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;UsoppBR&lt;/strong&gt; - João Carlos&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Vão Jogar!&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;Tchulanguero &lt;/strong&gt;[você está aqui!]&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Vão Jogar!&lt;/strong&gt; - sucodelarAngela&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Vão Jogar!&lt;/strong&gt; - Somari&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Videogames com Cerveja&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://www.vgscomcerveja.com.br/post/meme-oqvj-2022&quot;&gt;Felipe B. Barbosa [site]&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/CoS7Z6nuxAx/&quot;&gt;[instagram]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Vigia&lt;/strong&gt; - &lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/CoYJQbEAdpR/&quot;&gt;Rodrigo [instagram]&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2022-tchulanguero&quot; title=&quot;O que eu joguei em 2022 - Tchulanguero&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>O ano de 2022 demorou engrenar, as vezes foi meio tenso, mas também foi repleto de coisas boas.</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2022-tchulanguero" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/o-que-eu-joguei-em-2022-tchulanguero</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2023-01-08T14:31:09-03:00</published>

 <updated>2023-01-08T14:31:09-03:00</updated>

 <title>15 anos de Vão Jogar!</title>

 <category term="Vão Jogar!" /><content type="html">&lt;p&gt;Mais um ano de existência é sempre um bom motivo para comemoração.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/15-anos-de-vao-jogar&quot; title=&quot;15 anos de Vão Jogar!&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/3b6b68ff9ddbe4d866ee6d14df4048bc1c52a133f58ced95fd049ccdf691b9f0444dd87c6653db99dae70d37becc9cff4c554629589abe34cfc79663c8baddbe/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: 15 anos de Vão Jogar!&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais um Janeiro, mais um ano de &lt;strong&gt;Vão Jogar!&lt;/strong&gt;, agora em seu &lt;strong&gt;décimo quinto ano&lt;/strong&gt; de existência. Tudo bem, o movimento aqui já foi bem maior em outras épocas, mas isso não significa que nós não devamos comemorar. Como já vinha acontecendo ao longo dos últimos anos, aqui o lema &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&quot;vai sair coisa nova quando der&quot;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; foi instituído de vez.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&quot;vai sair coisa nova quando der&quot;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Eu não vou mentir, da minha parte o problema para não movimentar as coisas por aqui não é bem sobre falta de tempo ou de jogos, muito pelo contrário, um dos motivos que me afastaram um pouco foi justamente para melhor me dedicar a eles, enquanto um momento de descanso e lazer. Acontece que eu simplesmente não tenho conseguido escrever mesmo, só não está rolando, ainda que eu queira e tenha várias ideias. Tenho ensaiado algumas análises e projetos antigos, mas ainda nada muito concreto. Bom, tem o tradicional texto sobre o que jogamos no ano anterior, esse sim deve sair em breve.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As transmissões na &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/vaojogar&quot;&gt;Twitch&lt;/a&gt; que eu fiz até o meio do ano passado eram uma tentativa de remediar isso, era algo que eu queria fazer há tempos, mas só hoje em dia que eu passei a ter condições técnicas de fazê-lo. O problema? Por mais divertido que seja, dá um puta trabalho e não é como se o site fosse o meu ganha pão para eu me dedicar tanto assim, não nesse nível. Os horários noturnos aliados ao cansaço de uma semana de trabalho não são muito compatíveis com a prática. No final, como minha maior espectadora era a &lt;strong&gt;Letícia&lt;/strong&gt;, minha namorada, eu optei pelo caminho óbvio: passei a ir para a casa dela nos dias em que normalmente eu faria a transmissão, mais fácil, rzs.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aliás, falando em vídeos de jogos, vocês sabiam que o &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/tag/autor-6&quot;&gt;&lt;strong&gt;Somari&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; também faz transmissões na Twitch? Pois é, sigam ele lá no &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/red64_&quot;&gt;canal dele&lt;/a&gt;. A &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/tag/autor-5&quot;&gt;&lt;strong&gt;Angela &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;um tempo atrás também estava postando uns vídeos de &lt;em&gt;XCOM &lt;/em&gt;no &lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/@sucodelarangela/videos&quot;&gt;canal dela no YouTube&lt;/a&gt;, para quem tiver curiosidade sobre as outras aventuras &lt;em&gt;gamísticas&lt;/em&gt; dela.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas deixando as enrolações de lado, não há muito mais o que dizer. O site segue aqui firme e forte, até porque hoje em dia é muito simples para eu manter ele, mesmo ocioso, uma vez o servidor é utilizado para outras coisas minhas. Claro, eu vou tentar escrever de vez em quando, não por obrigação, mas porque é algo que eu gosto mesmo, só preciso achar a inspiração para isso, uma hora ela vem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;... 15 anos definitivamente não é algo a ser ignorado...&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Mesmo não estando em seu ápice de movimento, &lt;strong&gt;15 anos definitivamente não é algo a ser ignorado&lt;/strong&gt; e eu tenho muito orgulho desse meu projeto que já deu tantos frutos, tanto a nível pessoal quanto mesmo profissional, afinal, onde mais eu posso testar um monte de coisas para meus aprendizados como web designer? Ao contrário dos textos, a parte técnica aqui é muito mais movimentada do que vocês imaginam.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aproveito para desejar um &lt;strong&gt;feliz 2023&lt;/strong&gt; para todes, com trabalho sem patrão arrombado enchendo o saco, saúde e que tomara que com essa mudança de governo, ainda que com minhas diversas ressalvas sobre a democracia representativa, seja muito mais tranquilo. Vejo vocês neste mesmo dia no ano que vem, e até lá, &lt;strong&gt;vão jogar!&lt;/strong&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/15-anos-de-vao-jogar&quot; title=&quot;15 anos de Vão Jogar!&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>Mais um ano de existência é sempre um bom motivo para comemoração.</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/15-anos-de-vao-jogar" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/15-anos-de-vao-jogar</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2022-08-11T22:22:06-03:00</published>

 <updated>2022-08-11T22:22:06-03:00</updated>

 <title>Vão Assistir! #109 - Jedi: Fallen Order - Parte 8: Com a turma toda reunida</title>

 <category term="Star Wars Jedi: Fallen Order" /><category term="Vão Assistir!" /><content type="html">&lt;p&gt;Chega ao final a saga de &lt;strong&gt;Cal Kestis&lt;/strong&gt;... e das transmissões semanais aqui do site também.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-109-jedi-fallen-order-parte-8-com-a-turma-toda-reunida&quot; title=&quot;Vão Assistir! #109 - Jedi: Fallen Order - Parte 8: Com a turma toda reunida&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/27c9e8f7cafe006706ab2b1f94efc79fafa96cd234f8dcbec4022574128d982b3e266fbfa246967b2f2dd631be2e0a9fd99538031e6a910e5c8033398453ff1f/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: Vão Assistir! #109 - Jedi: Fallen Order - Parte 8: Com a turma toda reunida&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois dos desastres da EA em trazer o universo de &lt;strong&gt;Star Wars&lt;/strong&gt; para os videogames através de jogos como serviços lotados de microtransações, &lt;strong&gt;Star Wars Jedi: Fallen Order&lt;/strong&gt; foi uma grata mudança de direção, trazendo uma aventura solo sobre o &lt;em&gt;padawan&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Cal Kestis&lt;/strong&gt; e sua fuga das forças imperiais, cinco anos após a tomada do poder pelos &lt;strong&gt;Sith&lt;/strong&gt; no filme &lt;em&gt;Star Wars - Episódio III: A Vingança dos Sith&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesclando elementos das séries &lt;strong&gt;Metroid&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Souls&lt;/strong&gt;, Fallen Order traz muita ação e exploração, com batalhas que exigem bastante atenção, em especial para as janelas de contra-ataque, com mecânicas de risco e recompensa bem interessantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De fato o jogo já estava bem para o final, então depois de mais um pouquinho de exploração, foi a hora de finalmente enfrentar a &lt;strong&gt;segunda irmã&lt;/strong&gt; em definitivo, uma das chefes mais &lt;em&gt;apelonas&lt;/em&gt; que já enfrentei. O final é meio estranho, um pouco abrupto, não sei se dá para fazer outros, mas me dou por satisfeito, chega!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como vocês leram na descrição da publicação, também é o &lt;strong&gt;fim das transmissões semanais&lt;/strong&gt;. Por mais que eu ache divertido jogar ao vivo, a real é que a ideia das transmissões sempre foi a de movimentar o site com algum conteúdo de uma forma simples e prática, em uma época em que pouco tenho conseguido me dedicar a ele. O problema é que mesmo uma única transmissão semanal me gera muito trabalho, fora que o ecossistema da &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/vaojogar&quot;&gt;Twitch&lt;/a&gt; te obriga a trabalhar para eles todos os dias para ter algum alcance, o que está muito longe de ser o meu objetivo, que é o site, não o canal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso significa que não vão mais haver transmissões? Não, &lt;strong&gt;elas só não vão mais acontecer com uma periodicidade fixa&lt;/strong&gt;. Tenho pensado em fazer coisas mais soltas, transmissões únicas para apresentar algum jogo novo que considere interessante, ou alguma outra pira do momento que eu tenha. Pode acontecer até mesmo de esporadicamente eu transmitir jogos inteiros como vinha fazendo, tudo vai depender do momento. Nos próximos dias mesmo estarei de férias, então é bem provável que eu faça alguma coisa, jogando algo casualmente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando isso vai acontecer? Nem eu sei, então continuem ligados aqui no site e em nossas redes sociais para acompanharem as novidades. &lt;img alt=&quot;;-)&quot; class=&quot;emoticons&quot; src=&quot;https://vaojogar.com.br/__arpd/web/layout/imagens/emoticons/wink_smile.svg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para nos ver mais vezes passando vergonha ao vivo, &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/vaojogar&quot;&gt;siga o nosso canal na &lt;strong&gt;Twitch&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/PBrRJUeHVhM&quot; title=&quot;youtu.be/PBrRJUeHVhM&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;youtu.be/PBrRJUeHVhM&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;00:01:30&lt;/strong&gt; - Jedi Fallen Order&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data original da transmissão:&lt;/strong&gt; 29 de julho de 2022&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participantes:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/tag/autor-1&quot;&gt;Rafael &quot;Tchulanguero&quot; Paes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-109-jedi-fallen-order-parte-8-com-a-turma-toda-reunida&quot; title=&quot;Vão Assistir! #109 - Jedi: Fallen Order - Parte 8: Com a turma toda reunida&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>Chega ao final a saga de <strong>Cal Kestis</strong>... e das transmissões semanais aqui do site também.</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-109-jedi-fallen-order-parte-8-com-a-turma-toda-reunida" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-109-jedi-fallen-order-parte-8-com-a-turma-toda-reunida</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2022-08-04T22:44:57-03:00</published>

 <updated>2022-08-04T22:44:57-03:00</updated>

 <title>Vão Assistir! #108 - Jedi: Fallen Order - Parte 7: Armado e perigoso</title>

 <category term="Star Wars Jedi: Fallen Order" /><category term="Vão Assistir!" /><content type="html">&lt;p&gt;&lt;em&gt;&quot;Me ajuda aqui BD!&quot;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-108-jedi-fallen-order-parte-7-armado-e-perigoso&quot; title=&quot;Vão Assistir! #108 - Jedi: Fallen Order - Parte 7: Armado e perigoso&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/625cf21cdf64bac1532e88ddede3ac3a4e24fcdbe5f82afe7a737c20faf462fbd7ee83dbe60221276f9cd8bfde00a12f9753147edc30bca70a9dbf1ca2486c2c/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: Vão Assistir! #108 - Jedi: Fallen Order - Parte 7: Armado e perigoso&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois dos desastres da EA em trazer o universo de &lt;strong&gt;Star Wars&lt;/strong&gt; para os videogames através de jogos como serviços lotados de microtransações, &lt;strong&gt;Star Wars Jedi: Fallen Order&lt;/strong&gt; foi uma grata mudança de direção, trazendo uma aventura solo sobre o &lt;em&gt;padawan&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Cal Kestis&lt;/strong&gt; e sua fuga das forças imperiais, cinco anos após a tomada do poder pelos &lt;strong&gt;Sith&lt;/strong&gt; no filme &lt;em&gt;Star Wars - Episódio III: A Vingança dos Sith&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesclando elementos das séries &lt;strong&gt;Metroid&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Souls&lt;/strong&gt;, Fallen Order traz muita ação e exploração, com batalhas que exigem bastante atenção, em especial para as janelas de contra-ataque, com mecânicas de risco e recompensa bem interessantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foi outra sessão focada em boa parte na obtenção de melhorias para &lt;strong&gt;Cal&lt;/strong&gt;, dessa vez um monte de estimulantes que haviam ficado para trás. Mas teve história também, com mais dois integrantes chegando a equipe, cada vez mais se direcionando para o final da história... eu acho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para nos ver mais vezes passando vergonha ao vivo, &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/vaojogar&quot;&gt;siga o nosso canal na &lt;strong&gt;Twitch&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/6cb7GEKtL-g&quot; title=&quot;youtu.be/6cb7GEKtL-g&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;youtu.be/6cb7GEKtL-g&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;00:01:23&lt;/strong&gt; - Jedi Fallen Order&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data original da transmissão:&lt;/strong&gt; 22 de julho de 2022&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participantes:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/tag/autor-1&quot;&gt;Rafael &quot;Tchulanguero&quot; Paes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-108-jedi-fallen-order-parte-7-armado-e-perigoso&quot; title=&quot;Vão Assistir! #108 - Jedi: Fallen Order - Parte 7: Armado e perigoso&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary><em>"Me ajuda aqui BD!"</em></summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-108-jedi-fallen-order-parte-7-armado-e-perigoso" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-108-jedi-fallen-order-parte-7-armado-e-perigoso</id>

 <author>

 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2022-07-19T21:59:21-03:00</published>

 <updated>2022-07-19T21:59:21-03:00</updated>

 <title>Vão Assistir! #107 - Jedi: Fallen Order - Parte 6: Que a força não me abandone novamente</title>

 <category term="Star Wars Jedi: Fallen Order" /><category term="Vão Assistir!" /><content type="html">&lt;p&gt;Desde os anos 1980 refazendo &lt;em&gt;saves&lt;/em&gt; na unha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-107-jedi-fallen-order-parte-6-que-a-forca-nao-me-abandone-novamente&quot; title=&quot;Vão Assistir! #107 - Jedi: Fallen Order - Parte 6: Que a força não me abandone novamente&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/4af92d7103a690fb10379d4c54cb4f68523e5441eec8dfd186a240270b949a65f08887a0299139c37c317643ab2131e6857a79c4cc1d72592676aef58beb11ac/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: Vão Assistir! #107 - Jedi: Fallen Order - Parte 6: Que a força não me abandone novamente&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois dos desastres da EA em trazer o universo de &lt;strong&gt;Star Wars&lt;/strong&gt; para os videogames através de jogos como serviços lotados de microtransações, &lt;strong&gt;Star Wars Jedi: Fallen Order&lt;/strong&gt; foi uma grata mudança de direção, trazendo uma aventura solo sobre o &lt;em&gt;padawan&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Cal Kestis&lt;/strong&gt; e sua fuga das forças imperiais, cinco anos após a tomada do poder pelos &lt;strong&gt;Sith&lt;/strong&gt; no filme &lt;em&gt;Star Wars - Episódio III: A Vingança dos Sith&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesclando elementos das séries &lt;strong&gt;Metroid&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Souls&lt;/strong&gt;, Fallen Order traz muita ação e exploração, com batalhas que exigem bastante atenção, em especial para as janelas de contra-ataque, com mecânicas de risco e recompensa bem interessantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois de &quot;recuperar&quot; o meu save desde a última vez, foi a hora de explorar com a devida atenção os &lt;strong&gt;Irmãos da Noite&lt;/strong&gt;, avançando um pouco mais nos dramas de &lt;strong&gt;Cal&lt;/strong&gt;, que também passa por uma nova provação &lt;strong&gt;Jedi&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para nos ver mais vezes passando vergonha ao vivo, &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/vaojogar&quot;&gt;siga o nosso canal na &lt;strong&gt;Twitch&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/z3K20YdI3VY&quot; title=&quot;youtu.be/z3K20YdI3VY&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;youtu.be/z3K20YdI3VY&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;00:01:20&lt;/strong&gt; - Jedi Fallen Order&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data original da transmissão:&lt;/strong&gt; 15 de julho de 2022&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participantes:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/tag/autor-1&quot;&gt;Rafael &quot;Tchulanguero&quot; Paes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-107-jedi-fallen-order-parte-6-que-a-forca-nao-me-abandone-novamente&quot; title=&quot;Vão Assistir! #107 - Jedi: Fallen Order - Parte 6: Que a força não me abandone novamente&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>Desde os anos 1980 refazendo <em>saves</em> na unha.</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-107-jedi-fallen-order-parte-6-que-a-forca-nao-me-abandone-novamente" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-107-jedi-fallen-order-parte-6-que-a-forca-nao-me-abandone-novamente</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2022-07-14T22:05:52-03:00</published>

 <updated>2022-07-14T22:05:52-03:00</updated>

 <title>Vão Assistir! #106 - Jedi: Fallen Order - Parte 5: Peraí, tem nove irmãs?</title>

 <category term="Star Wars Jedi: Fallen Order" /><category term="Vão Assistir!" /><content type="html">&lt;p&gt;Acabou a luz! (literalmente)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-106-jedi-fallen-order-parte-5-perai-tem-nove-irmas&quot; title=&quot;Vão Assistir! #106 - Jedi: Fallen Order - Parte 5: Peraí, tem nove irmãs?&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/b0e2699ad0334f3763b538445d8291a926798d4e21e2c810370d494c667554feee6acd000388c849f0da46ad5857632728abad83276d8280349ab255dea3c62c/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: Vão Assistir! #106 - Jedi: Fallen Order - Parte 5: Peraí, tem nove irmãs?&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois dos desastres da EA em trazer o universo de &lt;strong&gt;Star Wars&lt;/strong&gt; para os videogames através de jogos como serviços lotados de microtransações, &lt;strong&gt;Star Wars Jedi: Fallen Order&lt;/strong&gt; foi uma grata mudança de direção, trazendo uma aventura solo sobre o &lt;em&gt;padawan&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Cal Kestis&lt;/strong&gt; e sua fuga das forças imperiais, cinco anos após a tomada do poder pelos &lt;strong&gt;Sith&lt;/strong&gt; no filme &lt;em&gt;Star Wars - Episódio III: A Vingança dos Sith&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesclando elementos das séries &lt;strong&gt;Metroid&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Souls&lt;/strong&gt;, Fallen Order traz muita ação e exploração, com batalhas que exigem bastante atenção, em especial para as janelas de contra-ataque, com mecânicas de risco e recompensa bem interessantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A história avançou pouco, mas chegamos em um novo planeta e eu apanhei muito no jogo e na vida real: a transmissão foi interrompida por uma queda de energia elétrica na minha casa bem na hora que eu estava salvando, corrompendo os arquivos. Por sorte eu tinha um backup recente e não perdi muito do que já tinha jogado e por fora cheguei onde parei.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para nos ver mais vezes passando vergonha ao vivo, &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/vaojogar&quot;&gt;siga o nosso canal na &lt;strong&gt;Twitch&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/LuP4H9TJ028&quot; title=&quot;youtu.be/LuP4H9TJ028&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;youtu.be/LuP4H9TJ028&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;00:01:55&lt;/strong&gt; - Jedi Fallen Order&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data original da transmissão:&lt;/strong&gt; 08 de julho de 2022&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participantes:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/tag/autor-1&quot;&gt;Rafael &quot;Tchulanguero&quot; Paes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-106-jedi-fallen-order-parte-5-perai-tem-nove-irmas&quot; title=&quot;Vão Assistir! #106 - Jedi: Fallen Order - Parte 5: Peraí, tem nove irmãs?&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>Acabou a luz! (literalmente)</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-106-jedi-fallen-order-parte-5-perai-tem-nove-irmas" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-106-jedi-fallen-order-parte-5-perai-tem-nove-irmas</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2022-07-09T23:14:26-03:00</published>

 <updated>2022-07-09T23:14:26-03:00</updated>

 <title>Vão Assistir! #105 - Jedi: Fallen Order - Parte 4: Correndo atrás do prejuizo</title>

 <category term="Star Wars Jedi: Fallen Order" /><category term="Vão Assistir!" /><content type="html">&lt;p&gt;Uma pausa para a exploração.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-105-jedi-fallen-order-parte-4-correndo-atras-do-prejuizo&quot; title=&quot;Vão Assistir! #105 - Jedi: Fallen Order - Parte 4: Correndo atrás do prejuizo&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/ae670ac3b775ef5e2c5beabb2539223125928ecb629b681135ca42b4439f7887d37a87f90f8a98800b3b66a2d6f59258ea1594bd53af6d3b019b3fae03afe1d6/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: Vão Assistir! #105 - Jedi: Fallen Order - Parte 4: Correndo atrás do prejuizo&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois dos desastres da EA em trazer o universo de &lt;strong&gt;Star Wars&lt;/strong&gt; para os videogames através de jogos como serviços lotados de microtransações, &lt;strong&gt;Star Wars Jedi: Fallen Order&lt;/strong&gt; foi uma grata mudança de direção, trazendo uma aventura solo sobre o &lt;em&gt;padawan&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Cal Kestis&lt;/strong&gt; e sua fuga das forças imperiais, cinco anos após a tomada do poder pelos &lt;strong&gt;Sith&lt;/strong&gt; no filme &lt;em&gt;Star Wars - Episódio III: A Vingança dos Sith&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesclando elementos das séries &lt;strong&gt;Metroid&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Souls&lt;/strong&gt;, Fallen Order traz muita ação e exploração, com batalhas que exigem bastante atenção, em especial para as janelas de contra-ataque, com mecânicas de risco e recompensa bem interessantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foi uma sessão mais leve, com eu explorando um pouco do jogo e até mesmo conseguindo uma das raras atualizações para o sabre de luz, mas logo as coisas voltaram a se movimentar com uma nova adversária surgindo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;---&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para nos ver mais vezes passando vergonha ao vivo, &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/vaojogar&quot;&gt;siga o nosso canal na &lt;strong&gt;Twitch&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/X8uYg6-oGh8&quot; title=&quot;youtu.be/X8uYg6-oGh8&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;youtu.be/X8uYg6-oGh8&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;00:01:45&lt;/strong&gt; - Jedi Fallen Order&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data original da transmissão:&lt;/strong&gt; 01 de julho de 2022&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participantes:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/tag/autor-1&quot;&gt;Rafael &quot;Tchulanguero&quot; Paes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-105-jedi-fallen-order-parte-4-correndo-atras-do-prejuizo&quot; title=&quot;Vão Assistir! #105 - Jedi: Fallen Order - Parte 4: Correndo atrás do prejuizo&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>Uma pausa para a exploração.</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-105-jedi-fallen-order-parte-4-correndo-atras-do-prejuizo" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-105-jedi-fallen-order-parte-4-correndo-atras-do-prejuizo</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2022-07-01T07:56:19-03:00</published>

 <updated>2022-07-01T07:56:19-03:00</updated>

 <title>Vão Assistir! #104 - Jedi: Fallen Order - Parte 3: O herói dos rebeldes</title>

 <category term="Star Wars Jedi: Fallen Order" /><category term="Vão Assistir!" /><content type="html">&lt;p&gt;E a trama se complica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-104-jedi-fallen-order-parte-3-o-heroi-dos-rebeldes&quot; title=&quot;Vão Assistir! #104 - Jedi: Fallen Order - Parte 3: O herói dos rebeldes&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/bfc25b045af976608ec4d3beaabb85d973ca24cdf656d44db9bb27378d765f91d2546526b239151bc0716791ad7741ec2054527a54c97eab14e0db5c6d75e6e5/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: Vão Assistir! #104 - Jedi: Fallen Order - Parte 3: O herói dos rebeldes&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois dos desastres da EA em trazer o universo de &lt;strong&gt;Star Wars&lt;/strong&gt; para os videogames através de jogos como serviços lotados de microtransações, &lt;strong&gt;Star Wars Jedi: Fallen Order&lt;/strong&gt; foi uma grata mudança de direção, trazendo uma aventura solo sobre o &lt;em&gt;padawan&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Cal Kestis&lt;/strong&gt; e sua fuga das forças imperiais, cinco anos após a tomada do poder pelos &lt;strong&gt;Sith&lt;/strong&gt; no filme &lt;em&gt;Star Wars - Episódio III: A Vingança dos Sith&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesclando elementos das séries &lt;strong&gt;Metroid&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Souls&lt;/strong&gt;, Fallen Order traz muita ação e exploração, com batalhas que exigem bastante atenção, em especial para as janelas de contra-ataque, com mecânicas de risco e recompensa bem interessantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois de ajudar os rebeldes, &lt;strong&gt;Cal&lt;/strong&gt; volta a sua missão principal em busca de artefatos antigos que irão servir para ajudar na guerra contra o império, o que acaba o levando a algumas revelações também.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para nos ver mais vezes passando vergonha ao vivo, &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/vaojogar&quot;&gt;siga o nosso canal na &lt;strong&gt;Twitch&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/uarUOQ8wCw0&quot; title=&quot;youtu.be/uarUOQ8wCw0&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;youtu.be/uarUOQ8wCw0&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;00:01:30&lt;/strong&gt; - Jedi Fallen Order&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data original da transmissão:&lt;/strong&gt; 24 de junho de 2022&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participantes:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/tag/autor-1&quot;&gt;Rafael &quot;Tchulanguero&quot; Paes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-104-jedi-fallen-order-parte-3-o-heroi-dos-rebeldes&quot; title=&quot;Vão Assistir! #104 - Jedi: Fallen Order - Parte 3: O herói dos rebeldes&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>E a trama se complica.</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-104-jedi-fallen-order-parte-3-o-heroi-dos-rebeldes" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-104-jedi-fallen-order-parte-3-o-heroi-dos-rebeldes</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2022-06-23T22:19:56-03:00</published>

 <updated>2022-06-23T22:19:56-03:00</updated>

 <title>Vão Assistir! #103 - Jedi: Fallen Order - Parte 2: De padawan à salvador dos Jedi</title>

 <category term="Star Wars Jedi: Fallen Order" /><category term="Vão Assistir!" /><content type="html">&lt;p&gt;Chega o universo cinematográfico de &lt;strong&gt;Star Wars&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-103-jedi-fallen-order-parte-2-de-padawan-a-salvador-dos-jedi&quot; title=&quot;Vão Assistir! #103 - Jedi: Fallen Order - Parte 2: De padawan à salvador dos Jedi&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/964c02302b69c3c12a3612d3d21c65dc0e4c6b58da3a90e57e4359cc8357981892d08fc30dac3a69d9915c65d6a26c8738ff37fd935227fc3612d5a91e2d53c4/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: Vão Assistir! #103 - Jedi: Fallen Order - Parte 2: De padawan à salvador dos Jedi&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois dos desastres da EA em trazer o universo de &lt;strong&gt;Star Wars&lt;/strong&gt; para os videogames através de jogos como serviços lotados de microtransações, &lt;strong&gt;Star Wars Jedi: Fallen Order&lt;/strong&gt; foi uma grata mudança de direção, trazendo uma aventura solo sobre o &lt;em&gt;padawan&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Cal Kestis&lt;/strong&gt; e sua fuga das forças imperiais, cinco anos após a tomada do poder pelos &lt;strong&gt;Sith&lt;/strong&gt; no filme &lt;em&gt;Star Wars - Episódio III: A Vingança dos Sith&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesclando elementos das séries &lt;strong&gt;Metroid&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Souls&lt;/strong&gt;, Fallen Order traz muita ação e exploração, com batalhas que exigem bastante atenção, em especial para as janelas de contra-ataque, com mecânicas de risco e recompensa bem interessantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Adentrando mais na história, foi a vez de enfrentar mais e mais hordas imperiais, uns soldados difíceis e encontrar um personagem de um dos filmes mais recentes do universo de &lt;strong&gt;Star Wars&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para nos ver mais vezes passando vergonha ao vivo, &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/vaojogar&quot;&gt;siga o nosso canal na &lt;strong&gt;Twitch&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/nCYzFdRJfek&quot; title=&quot;youtu.be/nCYzFdRJfek&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;youtu.be/nCYzFdRJfek&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;00:04:10&lt;/strong&gt; - Jedi Fallen Order&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data original da transmissão:&lt;/strong&gt; 17 de junho de 2022&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participantes:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/tag/autor-1&quot;&gt;Rafael &quot;Tchulanguero&quot; Paes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-103-jedi-fallen-order-parte-2-de-padawan-a-salvador-dos-jedi&quot; title=&quot;Vão Assistir! #103 - Jedi: Fallen Order - Parte 2: De padawan à salvador dos Jedi&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>Chega o universo cinematográfico de <strong>Star Wars</strong>.</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-103-jedi-fallen-order-parte-2-de-padawan-a-salvador-dos-jedi" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-103-jedi-fallen-order-parte-2-de-padawan-a-salvador-dos-jedi</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2022-06-15T21:53:42-03:00</published>

 <updated>2022-06-15T21:53:42-03:00</updated>

 <title>Vão Assistir! #102 - Jedi: Fallen Order - Parte 1: Corre que o Anakin tá puto!</title>

 <category term="Star Wars Jedi: Fallen Order" /><category term="Vão Assistir!" /><content type="html">&lt;p&gt;Há um tempão atrás em uma galáxia longe para um &lt;em&gt;kct&lt;/em&gt;...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-102-jedi-fallen-order-parte-1-corre-que-o-anakin-ta-puto&quot; title=&quot;Vão Assistir! #102 - Jedi: Fallen Order - Parte 1: Corre que o Anakin tá puto!&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/370fb9a5aa121c25c68d79d78d3f3b443eb61bfcab4fe80b156a95f38cfba1c641c5ff201259b94716959f33a16e6fb95b97cb5d2125c7602129d5d6288296ef/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: Vão Assistir! #102 - Jedi: Fallen Order - Parte 1: Corre que o Anakin tá puto!&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois dos desastres da EA em trazer o universo de &lt;strong&gt;Star Wars&lt;/strong&gt; para os videogames através de jogos como serviços lotados de microtransações, &lt;strong&gt;Star Wars Jedi: Fallen Order&lt;/strong&gt; foi uma grata mudança de direção, trazendo uma aventura solo sobre o &lt;em&gt;padawan&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Cal Kestis&lt;/strong&gt; e sua fuga das forças imperiais, cinco anos após a tomada do poder pelos &lt;strong&gt;Sith&lt;/strong&gt; no filme &lt;em&gt;Star Wars - Episódio III: A Vingança dos Sith&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesclando elementos das séries &lt;strong&gt;Metroid&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Souls&lt;/strong&gt;, Fallen Order traz muita ação e exploração, com batalhas que exigem bastante atenção, em especial para as janelas de contra-ataque, com mecânicas de risco e recompensa bem interessantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Começo de jogo sempre com muita história, mas foi legal, com uma boa dose de ação misturada no meio e com uma dificuldade que foi bem mais suave do que eu imaginava. Mas não me entendam mal, eu morri muito do mesmo jeito, &lt;em&gt;rzs&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para nos ver mais vezes passando vergonha ao vivo, &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/vaojogar&quot;&gt;siga o nosso canal na &lt;strong&gt;Twitch&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/bkolmy0NVo0&quot; title=&quot;youtu.be/bkolmy0NVo0&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;youtu.be/bkolmy0NVo0&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;00:03:20&lt;/strong&gt; - Jedi Fallen Order&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data original da transmissão:&lt;/strong&gt; 10 de junho de 2022&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participantes:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/tag/autor-1&quot;&gt;Rafael &quot;Tchulanguero&quot; Paes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-102-jedi-fallen-order-parte-1-corre-que-o-anakin-ta-puto&quot; title=&quot;Vão Assistir! #102 - Jedi: Fallen Order - Parte 1: Corre que o Anakin tá puto!&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>Há um tempão atrás em uma galáxia longe para um <em>kct</em>...</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-102-jedi-fallen-order-parte-1-corre-que-o-anakin-ta-puto" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-102-jedi-fallen-order-parte-1-corre-que-o-anakin-ta-puto</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2022-06-10T11:36:12-03:00</published>

 <updated>2022-06-10T11:36:12-03:00</updated>

 <title>Vão Assistir! #101 - The Last Story - Parte 8: Agora vai!</title>

 <category term="The Last Story" /><category term="Vão Assistir!" /><content type="html">&lt;p&gt;E viveram felizes para sempre!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-101-the-last-story-parte-8-agora-vai&quot; title=&quot;Vão Assistir! #101 - The Last Story - Parte 8: Agora vai!&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/7f856a002dbb58607fda5c2867f7c46829fd9564e2a333405d1ba2880ea22e0aab69902fad7f0f6596dbfa13392927fa01feec8b13e1417e27bb23f0f3486e90/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: Vão Assistir! #101 - The Last Story - Parte 8: Agora vai!&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;The Last Story&lt;/strong&gt; é um título exclusivo do Nintendo Wii, criado por &lt;strong&gt;Hironobu Sakaguchi&lt;/strong&gt;, figura bem conhecida no mundo dos videogames pela sua principal criação, a série &lt;em&gt;Final Fantasy&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sendo também um &lt;strong&gt;JRPG&lt;/strong&gt; de fantasia medieval, porém aqui de ação em tempo real, o jogo conta a história de &lt;strong&gt;Zael&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Dagan&lt;/strong&gt;, dois mercenários que vivem no reino de &lt;strong&gt;Lazulis&lt;/strong&gt;, mas que desde a infância sonham em se tornarem cavaleiros. Junto ao seu bando eles se envolvem em uma trama maior, que muda o destino de suas vidas para sempre.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/era-uma-vez&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;The Last Story&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bem, eu estava realmente decidido a terminar o jogo. O que eu não contava? Que a uns níveis a mais me fariam muita falta nas batalhas finais e que eu havia me esquecido do quão inflado é a parte final desse jogo, demorando um pouco a mais do que o planejado para poder ver os créditos. O resultado é que de longe essa foi a maior transmissão que já fiz e não pretendo repetir a dose tão cedo, rzs.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para nos ver mais vezes passando vergonha ao vivo, &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/vaojogar&quot;&gt;siga o nosso canal na &lt;strong&gt;Twitch&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/RuEMNTnS5Ck&quot; title=&quot;youtu.be/RuEMNTnS5Ck&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;youtu.be/RuEMNTnS5Ck&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;00:07:40&lt;/strong&gt; - The Last Story&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data original da transmissão:&lt;/strong&gt; 03 de junho de 2022&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participantes:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/tag/autor-1&quot;&gt;Rafael &quot;Tchulanguero&quot; Paes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-101-the-last-story-parte-8-agora-vai&quot; title=&quot;Vão Assistir! #101 - The Last Story - Parte 8: Agora vai!&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>E viveram felizes para sempre!</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-101-the-last-story-parte-8-agora-vai" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-101-the-last-story-parte-8-agora-vai</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2022-06-06T11:38:10-03:00</published>

 <updated>2022-06-06T11:38:10-03:00</updated>

 <title>Vão Assistir! #100 - The Last Story - Parte 7: Os heróis de Lazulis</title>

 <category term="The Last Story" /><category term="Vão Assistir!" /><content type="html">&lt;p&gt;Seria a última parte, se não tivesse ficado preso no recalcado do jogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-100-the-last-story-parte-7-os-herois-de-lazulis&quot; title=&quot;Vão Assistir! #100 - The Last Story - Parte 7: Os heróis de Lazulis&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/c0998096b5ca15d11d799dd3f8bf7661f27a978cade7fc79f54fae9cd52ed40632c9d873d42edfb2e039179bc40c09f06668e8ae8acb5e4052881022ea0f3e05/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: Vão Assistir! #100 - The Last Story - Parte 7: Os heróis de Lazulis&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;The Last Story&lt;/strong&gt; é um título exclusivo do Nintendo Wii, criado por &lt;strong&gt;Hironobu Sakaguchi&lt;/strong&gt;, figura bem conhecida no mundo dos videogames pela sua principal criação, a série &lt;em&gt;Final Fantasy&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sendo também um &lt;strong&gt;JRPG&lt;/strong&gt; de fantasia medieval, porém aqui de ação em tempo real, o jogo conta a história de &lt;strong&gt;Zael&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Dagan&lt;/strong&gt;, dois mercenários que vivem no reino de &lt;strong&gt;Lazulis&lt;/strong&gt;, mas que desde a infância sonham em se tornarem cavaleiros. Junto ao seu bando eles se envolvem em uma trama maior, que muda o destino de suas vidas para sempre.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/era-uma-vez&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;The Last Story&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Etapas finais do jogo não tem muita &lt;em&gt;nove hora&lt;/em&gt;, é batalha atrás de batalha até o chefão final. E eu até pensei que talvez conseguiria terminar, mas empaquei em um chefe menor que me deu muito trabalho, então o final mesmo fica para a próxima transmissão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para nos ver mais vezes passando vergonha ao vivo, &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/vaojogar&quot;&gt;siga o nosso canal na &lt;strong&gt;Twitch&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/b0fHOWJUCuk&quot; title=&quot;youtu.be/b0fHOWJUCuk&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;youtu.be/b0fHOWJUCuk&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;00:02:30&lt;/strong&gt; - The Last Story&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data original da transmissão:&lt;/strong&gt; 27 de maio de 2022&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participantes:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/tag/autor-1&quot;&gt;Rafael &quot;Tchulanguero&quot; Paes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-100-the-last-story-parte-7-os-herois-de-lazulis&quot; title=&quot;Vão Assistir! #100 - The Last Story - Parte 7: Os heróis de Lazulis&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>Seria a última parte, se não tivesse ficado preso no recalcado do jogo.</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-100-the-last-story-parte-7-os-herois-de-lazulis" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-100-the-last-story-parte-7-os-herois-de-lazulis</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2022-05-26T22:26:47-03:00</published>

 <updated>2022-05-26T22:26:47-03:00</updated>

 <title>Vão Assistir! #099 - The Last Story - Parte 6: Em ritmo de fuga</title>

 <category term="The Last Story" /><category term="Vão Assistir!" /><content type="html">&lt;p&gt;Estava monótona a transmissão, mas do nada a história engrenou!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-099-the-last-story-parte-6-em-ritmo-de-fuga&quot; title=&quot;Vão Assistir! #099 - The Last Story - Parte 6: Em ritmo de fuga&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/ac0b2205c01f93edf23f85eb5bbc82809789d7235727e25860ef763515993269522053ea6b67f1b59342ba5048818e36778f98fdd741ae9adcfa525277a23a92/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: Vão Assistir! #099 - The Last Story - Parte 6: Em ritmo de fuga&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;The Last Story&lt;/strong&gt; é um título exclusivo do Nintendo Wii, criado por &lt;strong&gt;Hironobu Sakaguchi&lt;/strong&gt;, figura bem conhecida no mundo dos videogames pela sua principal criação, a série &lt;em&gt;Final Fantasy&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sendo também um &lt;strong&gt;JRPG&lt;/strong&gt; de fantasia medieval, porém aqui de ação em tempo real, o jogo conta a história de &lt;strong&gt;Zael&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Dagan&lt;/strong&gt;, dois mercenários que vivem no reino de &lt;strong&gt;Lazulis&lt;/strong&gt;, mas que desde a infância sonham em se tornarem cavaleiros. Junto ao seu bando eles se envolvem em uma trama maior, que muda o destino de suas vidas para sempre.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/era-uma-vez&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;The Last Story&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tinha tudo para ser uma transmissão meio sem graça, com um monte de encheção de linguiça na história do jogo, mas aí no finalzinho a coisa esquentou, com uma série de reviravoltas e batalhas emocionantes, com todo mundo do grupo subindo de nível e aprendendo golpes poderosos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para nos ver mais vezes passando vergonha ao vivo, &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/vaojogar&quot;&gt;siga o nosso canal na &lt;strong&gt;Twitch&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/OklndjjaVBA&quot; title=&quot;youtu.be/OklndjjaVBA&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;youtu.be/OklndjjaVBA&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;00:01:35&lt;/strong&gt; - The Last Story&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data original da transmissão:&lt;/strong&gt; 20 de maio de 2022&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participantes:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/tag/autor-1&quot;&gt;Rafael &quot;Tchulanguero&quot; Paes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-099-the-last-story-parte-6-em-ritmo-de-fuga&quot; title=&quot;Vão Assistir! #099 - The Last Story - Parte 6: Em ritmo de fuga&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>Estava monótona a transmissão, mas do nada a história engrenou!</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-099-the-last-story-parte-6-em-ritmo-de-fuga" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-099-the-last-story-parte-6-em-ritmo-de-fuga</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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 <published>2022-05-20T07:50:44-03:00</published>

 <updated>2022-05-20T07:50:44-03:00</updated>

 <title>Vão Assistir! #098 - The Last Story - Parte 5: O desafio do escolhido</title>

 <category term="The Last Story" /><category term="Vão Assistir!" /><content type="html">&lt;p&gt;Ser o escolhido é ser testado, mesmo que você já tenha feito muito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-098-the-last-story-parte-5-o-desafio-do-escolhido&quot; title=&quot;Vão Assistir! #098 - The Last Story - Parte 5: O desafio do escolhido&quot;&gt; &lt;img src=&quot;https://vaojogar.com.br/__cache/imagens/Redimensionadas/0acd8da5df13e22b3a46154a3a627cf3f83a7ee8fb6568da22bf755c181b1d1470a1259a4474e8258a1c6b263900a1fb603e3408ad489940900e31654cfa96e8/padrao_680x680.jpg&quot; alt=&quot;IMAGEM: Vão Assistir! #098 - The Last Story - Parte 5: O desafio do escolhido&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;The Last Story&lt;/strong&gt; é um título exclusivo do Nintendo Wii, criado por &lt;strong&gt;Hironobu Sakaguchi&lt;/strong&gt;, figura bem conhecida no mundo dos videogames pela sua principal criação, a série &lt;em&gt;Final Fantasy&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sendo também um &lt;strong&gt;JRPG&lt;/strong&gt; de fantasia medieval, porém aqui de ação em tempo real, o jogo conta a história de &lt;strong&gt;Zael&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Dagan&lt;/strong&gt;, dois mercenários que vivem no reino de &lt;strong&gt;Lazulis&lt;/strong&gt;, mas que desde a infância sonham em se tornarem cavaleiros. Junto ao seu bando eles se envolvem em uma trama maior, que muda o destino de suas vidas para sempre.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/era-uma-vez&quot;&gt;Leia a nossa análise de &lt;strong&gt;The Last Story&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A história segue com &lt;strong&gt;Zael&lt;/strong&gt; enfrentando desafios próprios para se provar digno de ser um cavaleiro e do poder da errante, em meio a várias intrigas por parte do conde.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para nos ver mais vezes passando vergonha ao vivo, &lt;a href=&quot;https://twitch.tv/vaojogar&quot;&gt;siga o nosso canal na &lt;strong&gt;Twitch&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/sF4l52Wdw70&quot; title=&quot;youtu.be/sF4l52Wdw70&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;youtu.be/sF4l52Wdw70&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;00:02:00&lt;/strong&gt; - The Last Story&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data original da transmissão:&lt;/strong&gt; 13 de maio de 2022&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participantes:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/tag/autor-1&quot;&gt;Rafael &quot;Tchulanguero&quot; Paes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-098-the-last-story-parte-5-o-desafio-do-escolhido&quot; title=&quot;Vão Assistir! #098 - The Last Story - Parte 5: O desafio do escolhido&quot;&gt;Leia no Vão Jogar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><summary>Ser o escolhido é ser testado, mesmo que você já tenha feito muito.</summary><link rel="alternate" type="text/html" href="https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-098-the-last-story-parte-5-o-desafio-do-escolhido" /><id>https://vaojogar.com.br/escrito/vao-assistir-098-the-last-story-parte-5-o-desafio-do-escolhido</id>

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 <name>Rafael &#34;Tchulanguero&#34; Paes</name>

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