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O que eu joguei em 2017 - Tchulanguero

Menos jogos, mais horas de jogo.

autor Rafael "Tchulanguero" Paes   datahora 12/01/2018 às 07:17:01   tagarelices 7

Menos jogos, mais horas de jogo.


O ano de 2017 foi novamente uma montanha russa de emoções e acontecimentos em minha vida, o que indiretamente acabou afetando em muito a minha relação com videogames. Não que eu tenha deixado de gostar deles, mas a falta de dinheiro e até mesmo de ânimo fez com que a quantidade de jogos em que coloquei as mãos tenha sido bem menor.

Mas isso não foi necessariamente algo ruim, já que ao menos em termos de horas jogadas, com certeza esse ano não ficou devendo em nada aos anteriores, muito por causa de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, que neste momento já deve ter mais de 300 horas acumuladas em meu Wii U. Foi um ano também em que eu dediquei boa parte do tempo em experiências mobile, algumas delas verdadeiramente excelentes.

E mais uma vez eu trago a minha lista de jogos que experimentei esse ano, sempre considerando somente os títulos que eu dei uma atenção um pouco maior, aquelas jogadinhas de meia hora uma vez só não contam. Então sem mais enrolação, a minha lista, mais ou menos cronológica, com os jogos que joguei em 2017!

Relembre o que eu joguei em 2016

Pokémon Y (3DS)

Pokémon X & Y

No começo do ano eu continuei as minhas aventuras pelo mundo de Kalos em Pokémon Y, depois de muitos anos longe da série. Apesar de nem de perto ser o jogo mais incrível do mundo, é impressionante o quanto as mecânicas de Pokémon continuam divertidas. Nem mesmo a insistência em colocarem uma camada de história extremamente rasa no meio foi o suficiente para estragar a experiência, e sair por aí desafiando outros treinadores continua sendo instigante o suficiente.

Leia a nossa análise de Pokémon X & Y

The Legend of Zelda: A Link to the Past (Wii Virtual Console: SNES)

A Link to the Past

Desde o ano passado que eu me propus a rejogar alguns títulos da série Zelda antes do lançamento de Breath of the Wild, e quem fechou a sequencia com chave de ouro foi o excelente A Link to the Past. Embora ele seja a base da estrutura que a série adotou a partir de Ocarina of Time, e que foi exaustivamente reutilizada pelos títulos posteriores, o modo como ele é direto ao apresentar a sua história e propor seus desafios, torna a sua experiência de longe uma das melhores não apenas da série, mas como do Super Nintendo também.

Leia a nossa análise de The Legend of Zelda: A Link to the Past

Fire Emblem Heroes (Android)

Fire Emblem Heroes

A Nintendo acertou muito em entrar no mundo mobile com jogos específicos para a plataforma, ao invés de simplesmente portar títulos famosos, e Fire Emblem Heroes foi de longe a sua melhor investida. Apesar de boa parte das melhorias ter vindo apenas após uma série de atualizações, ainda que seja uma experiência simplificada da série, o jogo cumpre de maneira excelente o seu papel de passatempo diário, oferecendo desafios instigantes o suficiente para prender o jogador.

Eu confesso que no princípio do ano eu joguei ele alucinadamente, mas infelizmente a Nintendo em sua cruzada contra aparelhos Android modificados, acabou me deixando de fora da brincadeira depois de um tempo, fazendo com que o jogo não funcione mais no LineageOS, mesmo que eu não possua nenhum tipo de root instalado.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Wii U)

Breath of the Wild

Pela quantidade de conteúdos relacionados a Breath of the Wild que eu publiquei no site e vezes que eu cito ele, não é preciso nem dizer o quanto eu gostei desse jogo. Foram muitas horas explorando a nova Hyrule das formas mais variadas possíveis, algumas inclusive que deram alguns frutos que ainda irão aparecer aqui no site, de um modo que não ocorria comigo desde Xenoblade Chronicles X.

Embora o jogo tenha os seus defeitos, é de longe uma das melhores experiências que já tive com videogames, trazendo uma abordagem completamente nova para jogos de mundo aberto e para a própria série Zelda, fazendo valer os diversos prêmios de melhor jogo do ano que tem recebido.

Leia a nossa análise de The Legend of Zelda: Breath of the Wild

Super Mario Galaxy 2 (Wii U Virtual Console: Wii)

Mario Galaxy 2

Depois de muito enrolar, eu finalmente joguei o segundo jogo da tão aclamada sub-série de Mario. Apesar de ele possuir muitos aspectos parecidos com o seu antecessor, que inclusive eu acabei gostando mais, Super Mario Galaxy 2 consegue exprimir sua própria personalidade, sendo um jogo mais direto ao ponto e horizontal, trazendo novas ideias não colocadas em prática antes.

Apesar de eu ter enrolado um bocado para terminá-lo, a magia da série ainda estava lá forte o suficiente para me divertir e me arrancar diversos sorrisos.

Splinter Cell Blacklist (Wii U)

Splinter Cell Blacklist

Blacklist foi a minha primeira experiência com a série Splinter Cell, e embora não tenha sido incrível, o seu formato de fases mais contido e direcionado foi uma excelente oportunidade para relaxar sem ter que me preocupar com zilhões de objetivos simultâneos. Ajudou bastante também o fato do jogo possuir boas mecânicas e saber reconhecer o meu estilo de jogo, bem desastrado diga-se de passagem.

Leia a nossa análise de Splinter Cell Blacklist

Clash Royale (Android)

Clash Royale

Sim, eu joguei o infame jogo da Supercell e ele é meio que... bom?! Sim, Clash Royale tem mecânicas legitimamente boas, que me prenderam à ele por alguns meses, e me proporcionaram momentos verdadeiramente divertidos e emocionantes, mas que infelizmente se perderam em meio ao seu sistema de microtransações. Depois de um tempo, ficou chato eu me sentir sempre correndo atrás do inalcançável objetivo de conseguir melhorar o meu baralho o suficiente para conseguir ser competitivo, e como gastar dinheiro para isso definitivamente não fazia parte dos meus planos, desinstalei.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild - The Master Trials (DLC - Wii U)

Breath of the Wild - The Master Trials

Depois de explorar tudo o que Breath of the Wild tinha a oferecer, veio a atualização The Master Trials e me puxou de volta para o jogo. Apesar de trazer uma série de pequenas novidades e itens, o foco mesmo foi por conta do desafio da espada, em que você deve passar por diversas salas sem o seu equipamento, simplesmente com o que estiver disponível pelo cenário, batalhando contra os inimigos para conseguir avançar.

Apesar de ser uma ideia simples, algumas salas requerem uma boa estratégia de batalha para serem conquistadas, e não foram raros os momentos em que eu me senti com o coração na boca.

Splatoon (Wii U)

Splatoon

Com a chegada do Nintendo Switch e Splatoon 2, me bateu uma curiosidade sobre como andava o online do título de Wii U, que há algum tempo eu não jogava, e apesar de não chegar nem perto de ser o que o título foi em seu ápice, eu ainda consegui me divertir um bocado, em especial nas partidas ranqueadas. Infelizmente é o típico caso de jogo que aos poucos vai se tornando cada vez mais complicado de se jogar pelo número reduzido de jogadores, sendo algumas vezes tranquilo de conseguir juntar pessoas o suficiente para formar as equipes, mas muitas outras vezes algo extremamente demorado.

Leia a nossa análise de Splatoon

Samurai Shodown Anthology (Wii)

Samurai Shodown Anthology

Samurai Shodown é uma série de luta que foi muito presente em minha adolescência, e esse ano eu consegui tirar um tempinho para aproveitar melhor essa coletânea para o Wii. Apesar dos primeiros títulos hoje serem bem difíceis de jogar, por conta de sua jogabilidade dura e restrita, é bem legal ver a evolução da série, não somente pela sua jogabilidade, mas também por seus aspectos mais técnicos.

De todos, o meu preferido acabou sendo Samurai Shodown IV, que consegue manter a pegada mais tradicional da série, mas com uma jogabilidade bem mais refinada, enquanto o que mais detestei foi o sexto episódio, que destoa completamente dos outros jogos.

Monument Valley 2 (Android)

Monument Valley 2

Depois de ter sido um exclusivo temporário do iOS, foi maravilhoso finalmente poder jogar Monument Valley 2 no Android. Os quebra-cabeças compostos de cenários absurdamente lindos e impossíveis voltaram com diversas pequenas novidades que justificaram o segundo título, e a narrativa, desta vez focada na relação de mãe e filha das personagens principais, foi responsável por diversos momentos emocionantes e singelos, ainda que sem uma linha de diálogo.

Monument Valley (Android)

Monument Valley

Jogar o segundo título da série me fez querer voltar ao primeiro jogo para poder comparar as mecânicas novas e antigas, e apesar do primeiro título realmente possuir menos coisas, ele continua sendo uma das melhores experiências que já tive em jogos do gênero, com quebra-cabeças extremamente criativos e desafiadores.

Horizon Chase (Android)

Horizon Chase

Ok, talvez eu tenha me deixado ir um pouco longe com a onda de revisitar jogos mobile recentes, mas... Horizon Chase continua tão bom! É o jogo perfeito para aquelas partidinhas rápidas no ônibus ou mesmo em casa, e a sensação de velocidade em um jogo de corrida tão simples remete diretamente as suas fontes de inspiração, em títulos antigos como Top Gear.

Leia a nossa análise de Horizon Chase

Darksiders 2 (Wii U)

Darksiders 2

Esse aqui eu ainda estou jogando, mas já adianto... que jogo mais ou menos! Tentando ser um misto de Zelda e God of War, eu acho que ele não consegue fazer bem nenhum dos dois, o level design é bem pobre e as batalhas nem um pouco emocionantes, e embora nunca seja ruim, a sua constante mediocridade me desanima um bocado a jogá-lo. Vou tentar continuar com ele mais para frente, focando mais na história principal e ignorando o resto, mas dificilmente me convencerá a experimentar outros títulos série.

Sara is Missing (Android)

Sara is Missing

Depois de um bom tempo instalado no meu celular com eu enrolando jogar, finalmente tive a minha experiência, curtíssima com Sara is Missing. Eu confesso que gostei muito mais da ideia dele do que da execução, tudo acontece de forma tão rápida que eu nem tive tempo de me importar com os personagens, o que é essencial para a experiência, mas jogar um jogo no celular que é sobre achar um celular de uma garota e tentar resolver um mistério através dele mesmo, tem o seu valor.

Mas o jogo também me trouxe algumas situações engraçadas na vida real, como por exemplo, quando eu olhava a galeria de fotos da Sara, e me sentia sendo observado por todos no ônibus como se fosse um stalker maluco.

Super Street Fighter IV: 3D Edition (3DS)

Super Street Fighter IV: 3D Edition

O 3DS que havia pego emprestado no começo do ano foi, mas voltou, e com ele vários jogos que sempre quis jogar. E como bom fã de jogos de luta que sou, não resisti em dar uma conferida na versão de Street Fighter IV para o portátil.

O jogo me surpreendeu bastante por ser bem completo e fluído, ainda mais considerando a plataforma. Claro que o 3DS não é lá muito amigável para jogos de luta, e definitivamente não é a plataforma em que você quer jogar Street Fighter, mas se esta é a única opção que você tem, pode ter certeza que nesse caso vale bastante a pena.

Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call (3DS)

Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call

Finalmente um jogo que presta dessa série chata para kct que é Final Fantasy. Theatrhythm mescla as tradicionais batalhas da série com um jogo de ritmo semelhante a um Guitar Hero, só que jogado através da tela de toque do portátil, unindo todos os personagens e músicas já criados. Eu que amo jogos de ritmo fui pego completamente pela ideia, até porque as músicas de Final Fantasy a despeito da minha opinião sobre os jogos, sempre se destacaram, embora toda a camada de RPG que foi dada ser completamente dispensável para mim.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild - The Champions’ Ballad (DLC - Wii U)

Breath of the Wild - The Champions’ Ballad

E Breath of the Wild retornou mais uma vez a minha vida de jogador, desta vez por conta da segunda DLC, The Champions’ Ballad, que saiu bem recentemente. Eu acabei ficando um pouco desapontado por ela não ser tão focada em história quanto parecia ser, mas os acréscimos feitos ao jogo, como itens, desafios, santuários e uma "besta divina" extra, conseguiram dar mais um gostinho do que foi toda a minha jornada no controle de Link.

Destaque para a batalha contra o chefe extra, que ao contrário do que acontece com os outros chefes do jogo, conseguiu ser realmente criativa e divertida, com uma pegada bem mais próxima com os jogos anteriores da série, mas ainda seguindo a nova identidade. Ao final de tudo, mesmo sendo extremamente inusitado, poder andar de moto por Hyrule foi um prêmio bem divertido no final das contas.

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O que você jogou em 2017?

Esta publicação faz parte do meme gamer "O que você jogou em 2017?", que foi organizado mais uma vez pelo nosso grande parceiro, Marvox. Os demais participantes você confere logo abaixo:

Arquivos do Woo [CyberWoo] www.arquivosdowoo.com.br
Blog Desocupado [Paulo Victor] des-ocupado.blogspot.com.br
Blog MarvoxBrasil [Marvox] marvoxbrasil.wordpress.com
Gamer Caduco [Caduco] gamercaduco.com
Gamerníaco [Eduardo Farnezi] gamerniaco.wordpress.com
GebirgeBR [Gebirge] www.youtube.com/GebirgeBR
Jogatinas Saudáveis [Rodrigo Vigia] www.youtube.com/vigiabr
Jornada Gamer [UsoppBR] alvanista.com/nostallgiabr
Locadora Resident Ivo [Ivo Ornelas] www.locadoraresidentivo.com
Old Magus Pub [Lucas Vinicio] oldmaguspub.blogspot.com.br
QG Master [Marcos Vieira Machado] qgmaster.blogspot.com.br
RetroPlayers [Sabat] www.retroplayers.com.br
U-8Bits [Ulisses 8 Bits] ulisses8bits.blogspot.com.br
Videogames com Cerveja [Felipe B. Barbosa] www.vgscomcerveja.com.br

outras tags: Clash Royale, Darksiders II, Fire Emblem Heroes, Horizon Chase, Monument Valley, Monument Valley II, Pokémon X & Y, Samurai Shodown Anthology, Sara is Missing, Splatoon, Street Fighter IV, Super Mario Galaxy 2, The Legend of Zelda: A Link to the Past, The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call, Tom Clancy’s Splinter Cell: Blacklist, The Legend of Zelda: Breath of the Wild - The Champions’ Ballad (DLC) e The Legend of Zelda: Breath of the Wild - The Master Trials (DLC)

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  • avatar de Sabat
    Sabat
    14/01/2018 às 01:02:52
    Fala Tchulanga O fotógrafo!! kk
    cara sua lista se resume a uma das coisas que eu mais joguei também no ano passado, e agora estou jogando novamente: BotW. Como eu disse no meu texto pro meme, eu não terminei o jogo pelos motivos lá citados, mas eis que logo depois de escrever, me pintou a oportunidade de jogar de novo com todas as DLCs, e é o que estou fazendo:jogando de novo no MASTER MODE! Esse jogo é delicioso, acho que não vou parar de jogar tão cedo kk

    • avatar de Rafael "Tchulanguero" Paes
      Rafael "Tchulanguero" Paes
      15/01/2018 às 22:25:12   localizacao Vespasiano - MG
      Entre outras coisas, rzs.

      Eu tive que dar um tempo em Zelda para jogar outras coisas, mas ainda quero encarar o modo difícil também. Acho que vou acabar acumulando umas mil horas, hwa hwa hwa.

      Abraço!

    Responda!
  • avatar de Cyber Woo
    Cyber Woo
    15/01/2018 às 22:41:24   localizacao Itu
    Grande Tchulanguero, quase cai da cadeira quando li isso "Finalmente um jogo que presta dessa série chata para kct que é Final Fantasy" hahahaha! Fico feliz que finalmente tenha encontrado um jogo da franquia que te agradou. Eu não sou lá muito chegado a games de ritmo, mas me pareceu bem interessante esse FF.

    Olha, com relação aos mobiles eu tenho uma certa dificuldade em me adaptar, mas Monument Valley casou muito bem. Ainda não terminei, pra ser exato tô bem no começo, mas tem sido um bom entretenimento nas filas, hehehe!

    Quanto ao Breath of Wild, eu tô louco pra jogar. Tem sido quase impossível não criar hype com todas as pessoas sempre falando tão bem. Aí tu me diz que tá com quase 300 horas. Poxa, agora que não me aguento, hahaha!

    Ah, eu amo a franquia Samurai Showdown. Tenho o Anthology para o PS2, faz anos que não jogo, mas o meu preferido também é o quarto jogo. Cham Cham é a minha personagem favorita!

    Eu adorei a história de Darksiders, até comprei as versões remasterizada dos dois jogos. Avancei um pouco e meio que abandonei. Não joguei o segundo jogo, mas gostei bastante do primeiro. Lendo o sua impressão fiquei meio desanimado com a sequência, hehehe!

    Gostei de ver, hein! Espero que nesse ano você possa jogar mais coisas - Só estranhei tu não ter listado Metroid nessa lista.

    Abraço

    • avatar de Rafael "Tchulanguero" Paes
      Rafael "Tchulanguero" Paes
      15/01/2018 às 23:08:31   localizacao Vespasiano - MG
      Hwa hwa hwa, pior que eu tenho curiosidade de jogar alguns Final Fantasy. Mas lembro de ter gostado do nono na época, então ainda tem salvação.

      Jogo mobile é complicado, tem muito lixo nas lojas, mas coisas como Monument Valley são maravilhosas. O esquema é sempre pegar indicações.

      Breath of the Wild deveria ser sagrado patrimônio da humanidade e distribuído de graça nas esquinas, rzs.

      Eu gosto muito da Nakururu (é assim que escreve?) e do Cenjuro, mas sou ruim que dói, rzs.

      Ah, sei lá, Darksiders não me pegou mesmo, nem a história. Até tem o remaster do primeiro para o Wii U, mas nem vou animar.

      Realmente não teve Metroid, mas eu havia maratonado a trilogia Prime antes, então estou com crédito, rzs. Mas logo devo jogar os de 3DS, então na do ano que tem já volta, hwa hwa hwa.

      Valeu Cyber, abraço!

    Responda!
  • avatar de Marvox
    Marvox
    18/01/2018 às 14:51:19   localizacao São Paulo/SP
    Aê Tchulanguero, sua lista passa por momentos que eu tive quando jogava Wii, SMG2 foi lindo quando conheci, essa linha Galaxy não vai envelhecer, os caras conseguiram fazer tanta coisa legal tanto no 1 quanto no 2 que ficou atemporal. Coisa meio Super Mario World, pode passar décadas que sempre será legal.

    O último Zelda que joguei foi Twilight e tinha gostado bastante. Legal que você tá podendo curtir o Zelda: BTW no Wii U, mas iaê, tem planos pra pegar o Switch? Quero ver jogos do Switch analisados! Aí eu quero ver, Tchulanguero jogando Doom hahaha.

    Samurai Shodown é o lado dos jogos de luta que mais curto, tudo nele me agrada, dos personagens aos golpes, teve uma época que peguei todos pra revisitar, é muito legal.

    Horizon Chase vou acabar jogando logo logo, parece que vai rolar uma versão PC e estou na espera.

    É sempre um prazer ver o Vão Jogar no Meme, e cara espero vê-lo em algum momento aqui por SP estou torcendo pra que isso aconteça e aquela Serra Malte tem que sair. Grande abraço!

    • avatar de Rafael "Tchulanguero" Paes
      Rafael "Tchulanguero" Paes
      18/01/2018 às 21:47:48   localizacao Vespasiano - MG
      Eu adorei Mario Galaxy 2, só me senti um pouco exausto após terminá-lo. Agora estou jogando 3D World que tem uma vibe muito mais focada na diversão, e a diferença é bem grande nesse aspecto.

      O Twilight Princess eu amei quando joguei a primeira vez, mas com o passar dos anos os defeitos dele foram pesando cada vez mais. Mas o Breath of the Wild é algo completamente em outro nível.

      Então, Switch vai demorar muito para eu pegar, apesar da vontade, muita coisa na frente que preciso comprar. Mas enche o saco do Rodrigo, ele que tem o console, rzs.

      São Paulo eu não sei quando volto aí, mas o buteco é sagrado! Hwa hwa hwa

      Valeu Marvox, abraço!

    Responda!
  • avatar de Gamer Caduco
    Gamer Caduco
    21/01/2018 às 14:53:59   localizacao SP
    Pronto, pronto, tô aqui preparado pra encher o seu saco com meus comentários pertinentes, zoeiras em excesso, trocadilhos sem graça (recentemente batizados de "tro’cadu’lhos") e aquela coisa toda que vc tá acostumado desde 2011. Mantendo a tradição de comentar jogo a jogo.
    [PoquemãoÍpsulão]: Eu não comento poquemão, me recuso.
    [LinqueDaPeste]: De todos os Zeldas, esse é o que mais me chama a atenção. Depois de ter jogado o Bafo de Catuaba eu fiquei com vontade de experimentar, mas ainda tenho que baixar uns 28 jogos do meu backlog antes dele... rs.
    [AqueleVicianteDoCelular]: Concordo plenamente que essa foi a melhor experiência que a Nintendo entregou pra gente, o jogo não é raso pra um jogo de estratégia e nem profundo demais pra jogo mobile, ficou muito foda. Tomara que resolvam o caso do LineageOS algum dia. Aí vc me adiciona nos miguxos lá pra gente destruir nos Voting da vida.
    [BafoDeCatuaba]: Com certeza é uma das melhores experiências que criaram com videogames, convenceu até quem detesta mundo aberto (EU!), fiquei muito surpreso como ele é tão natural em praticamente todos aspectos. Tem as coisinhas que me incomodaram, mas acho que ele subiu a barra de aventuras em 3D pra sempre.
    [GaláxiaAtrásDoSegundoArmário]: Também prefiro o primeiro jogo, apesar do segundo ter tantas adições interessantes. Não sei explicar o pq. Chegou a passar todas as fases, abrir todas estrelas e o escambau? Pra mim ficou faltando uma que eu não tive paciência de fazer... rs
    [TheBlacklist]: Não gosto de Splinter Cell, mas gosto de The Blacklist. Vc não perguntou, mas eu não sabia o que falar aqui.
    [VicioAlheioDeCelular]: Ahhhh eu me recuso a comentar Cléxiroiále também...
    [BafoDeCatuabaDeOutraMarca]: Parece legal esse desafio pra quem é espada. O dia que custar 2 reais eu compro.
    [TintaETrocadilhoNoNome]: Demora pra formar grupo pra jogar partida online é muito frustrante. Eu tinha pensado em pegar o do Wii U esse ano, ainda bem que nem tentei. Até pq saporra custa caro pra diacho, já vendi bastante jogo pra pegar coisa de 3DS, não dá pra competir entre ele e Wii U, de jeito maneira.
    [SamuraiXodó]: Eu devo ser a única pessoa do mundo que não liga pra franquia. Nem sabia que tinha coletânea pra Wii. Talvez eu tente dar uma chance, depois de diminuir uns 126 jogos do meu backlog.
    [MonumentoNãoVale2em1]: Já vou comentar os dois aqui. Mas antes deixa eu cumprimentar os internautas. Olá internautas. Nunca joguei, não sei se vou jogar, mas vou anotar a dica.
    [TopGearWannabe]: Cacete, vc continuou jogando? A esta altura do campeonato não dá mais pra bater seus recordes, não vou instalar no celular não.
    [LugarOndeNãoBateSol2]: Que bom que já adiantou que a minha experiência vai ser uma droga quando eu for jogar! huahuahuahuahuahu... eu pretendo jogar em 2018, mas vou baixar a prioridade dele. Já não gostei tanto assim do primeiro...
    [MariaIsMissing]: Não sei pq eu olho pra foto e penso em coisa de jovem, tipo Snapchat... não me parece coisa pra velho xarope das ideia que nem eu. A descrição que vc colocou me desanimou de vez... haha.
    [BriguentosDeRuaDeQuatro]: Putz, melhor descrição impossível, não tenho o que acrescentar aqui. Jogava mais fora de casa pra passar o tempo, mas não durou muito, mesmo sendo uma experiência competente.
    [Teatríssimo (vc vai pegar a piada, ouvia o cast também)]: Vai se lascar, que série chata o que, chato é vc. Mais chato que vc só eu... kkkkkkkkkk. E poquemão também. Enfim, eu joguei o antecessor desse aí em 2017 e gostei pacas, tô tentando descolar o cartuchinho do 2. E a camada de RPG, pelo menos do primeiro, é tão rasa que nem chega a incomodar, vai. Deixa de ser chato só pq é FF... ahuhuauhahua.
    [BafoDeCat... caraio, de novo?] Não colocou o mod pra jogar com a moto Sonic? Poser! Não valeu. Aplique o mod e jogue novamente, ou não vou comentar.
    Ufa! Apesar de ter sido uma lista nintendista, só pra variar, foi uma ótima lista. Tem bastante dica legal pra galera aí. Pra mim ficaram as delícias... digo... DLCs do Peter Pan da Nintendo, o Zelda. Quem sabe não fazem uma promoção e eu encaro?
    Valeu Tchula!

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